quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Avaí x FLAMENGO




FICHA TÉCNICA

Campeonato Brasileiro 2011 - Série A - 20ª Rodada


Avaí: Felipe; Arlan, Gustavo Bastos, Dirceu e Romano; Bruno, Marcos Paulo, Pedro Ken e Lincoln; Rafael Coelho e William
Técnico: Toninho Cecílio


FLAMENGO : Felipe; Leonardo Moura, Gustavo, Ronaldo Angelim e Renato Abreu; Willians, Luiz Antônio , Bottinelli e Thiago Neves; Ronaldinho Gaúcho e Deivid.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.


Data, Local e Horário: Quarta-Feira, 31 de agosto de 2011, as 21:50h (USA ET 20:50h), no Estádio da Ressacada, em Florianópolis/SC.

Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio
(DF), auxiliado por César de Oliveira Vaz (DF) e José Pontarolo (PR).

Reta final, estamos aí!

O Flamengo fez a curva do 1º turno do Campeonato Brasileiro em melhores condições do que na largada, o que não deixa de ser um belo alento para nós Rubro-Negros, tendo em vista as incertezas que pairavam, como nuvens negras em nossas cabeças, no pontapé inicial da competição;

A defesa, principal preocupação em função da decadência física do Ronaldo "Original" Angelim, dos arroubos do estabanado Welliton e da fragilidade técnica dominante na lateral-esquerda, inicialmente povoada nada mais nada menos por Egídio ou Rodrigo Alvim até o acerto final com Júnior César, está entre as que menos levaram gols em 19 jogos. Não quero dizer que está tudo bem, principalmente no miolo da zaga, onde Luxemburgo desafia o bom senso da multidão que veste o vermelho e preto com a manutenção, como titular, de um jovem jogador completamente despreparado para a missão, conforme provado e comprovado ao longo de dezenas de jogos, desde longe como dizia o velho Brizola, desde o Estadual.Creio que finalizaremos o ano com Alex Silva e Gustavo, alternando com Angelim, como os donos do pedaço oferecido com muitas oportunidades não aproveitadas por aquele apavorado zaqueiro;

O meio de campo, que não inspirava grande cuidados na criação com Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves, ganhou consistência na entrada da área com a chegada do Aírton, aliás, a partir da sua presença o Flamengo ficou algumas partidas sem levar gols e depois que foi submetido a uma cirurgia no joelho a maionese desandou, com largas avenidas abertas que levaram os adversários até a cara do goleiro Felipe, apesar das extraordinárias atuações do Willians no quesito "roubadas de bola";

O ataque, outro ponto nevrálgico, desde o Cariocão, foi definido apenas numa perspicaz constatação de Fernando Calazans no sentido de que "os melhores são sempre os reservas". Bela observação. Quando jogam uns preferimos outros. Quando estes são escalados preferimos aqueles num claro sinal de que ninguém está agradando à torcida. Ao Vanderlei Luxemburgo agrada, pelo menos nas entrevistas, nas quais, Deivid, por exemplo, bate um bolão contrapondo à bolinha jogada e perdida dentro de campo;

Por citar o Luxa, entre muitos acertos e alguns desacertos, o professor insiste até a exaustão em querer fazer do Ronaldinho um quase centro-avante. Uma coisa é vir de trás para concluir, como fazia muito bem o Íbson e agora o faz o Thiago Neves, outra bem diferente é jogar de costas para os zaqueiros adversários. Testar Diego Maurício como centro-avante nem passa pela cabeça do nosso treinador, sendo mais fácil um elefante avançar pelo buraco de uma agulha como ensina a Bíblia Sagrada. Por mim, jogaria com Negueba e Diego Maurício na frente, Thiago Neves e Ronaldinho mais atrás, e Willians e R11 como volantes até a volta do Aírton ou Maldonado;

E seja o que Deus quiser de acordo com a filosofia de que "jogar pra frente não dói";


Finalizando, embora este seja um espaço rubro-negro, porém extremamente dotado com cores humanas, desejo enviar um abraço fraternal ao Ricardo Gomes, exemplo de bom caráter para nossa juventude tão carente de valores referenciais na vida pública de nosso país, desejando-lhe pronta recuperação necessária para o próprio que a merece, para a sua família que agora sofre num mar de dúvidas próprias da situação e para todos que o admiram;

Força Ricardo, tenho certeza de que você tomara a bola, mais uma vez com a costumeira elegância, desse traçoeiro adversário que o atingiu de forma cruel. E correrá para uma vida feliz ao lado daqueles que o amam.

SRN!




terça-feira, 30 de agosto de 2011

30/10/2011 - BR11, First Round!

Bom galera acabou-se o 1o turno do BR11 e estou muito feliz com a campanha do Flamengo, trata-se do time a ser batido que não aceita a derrota e que virou o terror dos adversários!


Tudo isso com atuações de gala de um cada vez mais alegre R10!


O time não é perfeito, mas está numa fase excelente com menos derrotas no ano que o Barcelona e sem ter perdido fora de casa, um visitante mal que nem o pica-pau!


O post de hoje é uma homenagem as atuações do R10 neste primeiro turno! Montei o vídeo anexo, o primeiro que faço no iMovie, espero que gostem! Deu um senhor trabalho! Hehehe


R10, BR11 - First Round (http://www.youtube.com/watch?v=XRRH0LxzxqA)


Abraço a todos e SRN, Rafael_Mengão.


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O Final de Turno e Os Sentimentos Conflitantes

Buon Giorno, Buteco! Chegamos ao final do primeiro turno do Campeonato Brasileiro da Série A de 2011 a um ponto do Corinthians, com o mesmo saldo de gols e o melhor ataque do campeonato, além do menor número de derrotas, apenas uma única, e ainda temos o melhor e mais decisivo jogador do campeonato (Ronaldinho Gaúcho); porém, com o menor número de vitórias entre os cinco primeiros colocados, que constitui um importante critério de desempate, como sabemos, e, disparado, o maior número de empates, quase o dobro do "vice" nesse quesito, sendo que a única derrota aconteceu na nada boa sequência de quatro jogos sem vitória completada no empate sem gols contra o Vasco da Gama ontem, no Engenhão, no qual o adversário foi, sem dúvida, superior na maior parte da partida, inclusive nas chances de gol criadas. Sentimentos conflitantes. Nada perdido, tudo a conquistar. Excelente campanha, mas muito a mudar.


O jogo de ontem, para mim, foi paradigmático. Dizem que, quando a gente já tem uma opinião formada a respeito de um assunto, só enxerga o que quer, mas eu realmente acho que ontem o Flamengo mostrou qualidades e defeitos que vêm sendo discutidos aqui no Buteco nos últimos meses. Começo pelo primeiro tempo: até a expulsão do Welinton, ou seja, enquanto estávamos em igualdade de atletas em campo com o adversário, o Vasco da Gama já era, inegavelmente, superior, com mais chances de gol criadas. É verdade que o Leonardo Moura perdeu inacreditavelmente uma na cara do gol, mas o Vasco teve outras em maior número sob a batuta do excelente Juninho Pernambucano. Depois da expulsão de Welinton, por pouco o Flamengo não saiu para o vestiário em desvantagem, mas por muito pouco mesmo.


A verdade é que o meio campo do Flamengo não existiu. Bottinelli, que a cada jogo parece piorar, não jogou absolutamente nada; Luiz Antonio parecia não saber o que fazer; Renato Abreu, que Vanderlei Luxemburgo parece não admitir, em hipótese alguma, que não tem aptidão para executar atribuições ofensivas com a frequência que ele deseja, e no esquema que ele insiste em implantar, foi um espectro, e sobrou Willians com sua incansável raça tentando salvar a pátria rubro-negra.


O segundo tempo, para mim, mostrou que Luxemburgo ainda é um grande técnico. Duas substituições perfeitas, as duas que restavam, diante da necessária após a contusão de Alex Silva, e sem zagueiro no banco após a expulsão de Welinton, conseguiu neutralizar o jogador a mais que o Vasco possuía em campo com a entrada principalmente de Negueba, que revezava entre as funções defensiva e ofensiva, puxando os contra-ataques. Quanto ao meio de campo, deve-se dizer o inverso naquele segundo tempo: não se pode reclamar uma vírgula de Renato Abreu, Luiz Antônio ou de Muralha, que foram três guerreiros aplicados e perfeitos taticamente ao se desdobrarem em dois, cada um, impedindo os adversários de dominar o setor. Faltou talento? Sim, faltou aos três; contudo, sob a liderança de Renato, que sem dúvida colocou o coração na ponta da chuteira, o Flamengo equilibrou uma partida que parecia destinada a ter um final trágico.


Mas o que podemos esperar desse segundo turno? O que pode ser feito para acabar com essa sequência de resultados ruins, agora, principalmente, que o Ronaldinho se afastará para servir a seleção? Eu, humildemente, longe de querer fazer sugestões, tenho alguns pontos nos quais Luxemburgo não pode mais insistir, porque a repetição modorrenta e implacável dos fatos produziu caudaloso substrato probatório que somente o mais teimoso (quem sabe por isso ao mesmo tempo talentoso?) de todos os treinadores desde Telê Santana se recusa a admitir:


a) Welinton na zaga: o rapaz não leva a profissão com a seriedade que um zagueiro de um time do porte do Flamengo deve levar. O lance de ontem foi definitivo. Luxemburgo está expondo o rapaz e a sorte da equipe na competição ao insistir nesse evidente erro. Por sinal, Angelim ontem fez uma boa partida contra um adversário que pressionou o tempo inteiro. A depender das recuperações de Alex Silva e David Braz, Angelim e Gustavo são opções, ao lado dos dois, que deveriam estar à frente de Welinton.


b) Renato Abreu como armador: realmente não é possível que o Luxemburgo não enxergue o óbvio. No esquema que ele adota, o tal do losango, com um volante à frente da zaga, e dois mais à frente, um na direita e na esquerda (Renato Abreu), com as funções de marcar e de apoiar, exige de Renato Abreu algo que, pela idade avançada e pela falta de talento, não consegue executar. O meio de campo do Flamengo está cada vez pior no setor criativo e o time já chega a quatro partidas sem vencer. Por que não tentar o esquema com apenas dois volantes e deixar o Renato à frente da zaga, como volante, que é a função que ele sabe executar, do lado esquerdo, ao lado de outro volante ao lado direito?


c) Ainda o meio de campo: aqui será preciso "ter olho" dentro do elenco e sobretudo aquela "conversa de pé-de-ouvido" com alguns jogadores. A começar pelo "portunhol". As atuações de Bottinelli estão cada vez piores e sofríveis. Podem ser bem melhores. Acredito que o treinador possa conversar com o jogador, saber o que se passa, quem sabe lhe transmitindo confiança, mas a verdade é que o Flamengo precisa de uma solução para o setor, agora, principalmente, com a contusão do Thiago Neves. O rendimento do meio campo tem direta influência no desempenho do ataque. Nosso ataque é limitado e tem poucas opções, como sabemos, mas é o mais positivo do campeonato graças, especialmente, a formações ofensivas adotadas em momentos nos quais jogadores como Thiago Neves, Diego Maurício, Bottinelli e Negueba estavam em boa fase e rendendo bem quando entravam. A recuperação dos três primeiros, seja física, seja técnica e psicológica, conforme o caso, é a chave para o Flamengo retomar o rendimento de outrora. E o Flamengo tem que voltar a vencer na próxima rodada.


d) Ataque: todos sabemos que são poucas as opções, mas e aí: Negueba está pronto para ser titular ou deve começar no banco? Observem que a dúvida não é pequena, não é simples. Se for alçado à condição de titular, o treinador deixa de ter uma das armas letais das quais se valeu em várias partidas para mudar o panorama das partidas e vencê-las ao longo do primeiro turno. Além disso, jogadores mais jovens, como Thomaz e Rafinha, apenas para mencionar dois exemplos, estão prontos, como Luiz Antônio, Diego Maurício e o próprio Negueba, para começarem a entrar?


Vamos lá, galera. Gostaria de saber a opinião de vocês, amigos do Buteco. O que o Luxemburgo deve fazer, na opinião de vocês, nesse segundo turno e, principalmente, de imediato para o Flamengo voltar a vencer?


Ricardo Gomes


Há figuras no esporte que, por sua postura, pairam acima das coisas ruinas que as pessoas costumam fazer, principalmente em um meio como o futebol. E é uma pena que justamente uma pessoa com tamanha dignidade seja tão fragilizada em sua saúde, que, jovem que é, tenha, em curto espaço de tempo, sofrido duas vezes do mesmo mal, o que talvez prejudique a continuidade de sua carreira.


Antes de qualquer coisa, estamos todos torcendo pela recuperação do ser humano Ricardo Gomes. Força Ricardo.


Bom dia e SRN a todos.

domingo, 28 de agosto de 2011

FLAMENGO x Vasco


Campeonato Brasileiro 2011 - Série A - 19ª Rodada.

FLAMENGO: Felipe; Leonardo Moura, Welinton, Alex Silva e Júnior César; Willians, Renato Abreu, Luiz Antonio e Bottinelli; Ronaldinho Gaúcho e Deivid.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.


Vasco: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Julinho; Jumar, Rômulo, Juninho Pernambucano e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes.

Data, Local e Horário: Domingo, 29 de agosto de 2011, as 16: 00h (USA ET 15:00h), no Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro.

Arbitragem: Péricles Bassols Cortez, auxiliado por Dibert Pedrosa e Luiz de Oliveira (todos do RJ).

Sem clemência Mengão!


SRN!

sábado, 27 de agosto de 2011

Coluna do Luiz Filho - Olímpicos: peso ou orgulho? Dá para manter ou não? Como manter?

Olímpicos: peso ou orgulho? Dá para manter ou não? Como manter?






Essas questões são de grande importância e polêmica dentro e fora do clube. Pretendo dar singelas sugestões para não ficar parecendo que apenas reclamo ou aponto falhas. Sou observador e torcedor do clube e tentarei ajudar do meu modo, por este blog. Parte da torcida acha que o Clube de Regatas do Flamengo não deve permanecer com os esportes olímpicos e fixar-se apenas no futebol, mas o clube não é de regatas? Logicamente ajustes devem ocorrer para que o Flamengo seja forte nos esportes em que se habilita competir. Na coluna da semana passada me estendi muito e me foi sugerido (e aceito) falar hoje sobre a recorrente manobra administrativa de se deslocar dinheiro do futebol PROFISSIONAL para aportando-o no esporte AMADOR e a necessidade de cada esporte amador (olímpico) ter o seu projeto e se autofinanciar.

No esporte cada vez mais profissional no Brasil não se pode desviar os recursos do futebol porque exatamente são do futebol e não “do clube”. São paulo e Corinthians, nossos maiores concorrentes em termos de torcida e equipe, põem todo os recursos arrecadados com o futebol no próprio futebol, “sem descaminho”. O que surge em patrocínios, direitos de arena, e veiculação de imagem do futebol, deve ficar no futebol. No Flamengo infelizmente não funciona assim. Desde “sempre” o futebol “assume” o restante do clube, engessando-o e prejudicando ao futebol. Numa semana que se tem notícias de crescimento de 8% torcedores que compram o pay-per-view para assistir ao futebol do clube, algo deve mudar para acertarmos nosso futuro.

Em relação aos contratos, a burocracia paralisa as negociações com futuros parceiros. É preciso que sejam criados mecanismos para uma mais rápida profissionalização do clube. O conselho deliberativo é grande e vagaroso; o quadro associativo é pequeno dado as dimensões do Flamengo, esquizofrenia? O conselho deliberativo poderia, reformado, eleger um "super-conselho" (uma espécie de “senado”) com SEIS a DEZ membros eleitos pelo próprio conselho deliberativo a cada 6 meses para se resolver os assuntos mais urgentes. Não se pode colocar toda negociação política ou econômica do clube na mão de cem pessoas com 40 dias para resolver os assuntos. Falta agilidade e as possíveis parceiras fogem diante de tanta burocracia. Isso funciona em grande parte dos conselhos administrativos de multinacionais ou de grandes empresas.

Voltando ao foco inicial, os esportes olímpicos, existem, em minha opinião, três possibilidades para a profissionalização e a administração dos mesmos, que inclusive beneficiariam ao futebol, deixando os mantos mais limpo e podendo trazer parcerias para o clube como um todo, não apenas exposição com a camisa do futebol ou basquete. Vamos a eles:

O primeiro seria a separação de cada modalidade para que cada um busque o caminho para sua manutenção, independentemente das escolinhas e categorias de base. Sendo gerido apenas o esporte profissional, ou seja, cada modalidade seria responsável por suas parcerias e patrocínios. As responsabilidades, orçamentos e metas dadas pelo conselho administrativo através da presidenta e da vice-presidenta de esportes olímpicos, planejamento;

A segunda opção seria juntar num bloco único os esportes olímpicos exceto o basquete, que tem um grande orçamento e patrocinadores próprios. Juntos, em bloco pode ser possível que se consiga um patrocínio único. Num “grande guarda chuva” onde ficariam os olímpicos seria mais fácil se “normatizar” e a vice-presidência enxugando o quadro e a burocracia. As ações de marketing dos olímpicos com aportes e orçamentos previamente definidos facilitam parcerias. Pode se aproveitar a estrutura do Instituto Rubro Negro;


A terceira seria licitar os patrocínios em blocos. Ação que também fortaleceria o clube como um todo. Por exemplo: Módulo 1 - futebol profissional; 2 - basquete; 3 - futebol de base, futsal e remo; 4 – esportes aquáticos (natação, polo e nado sincronizado); 5 - judô e ginástica; 6 - escolinhas do clube na gávea. Isso pode ser planejado e executado em novembro com a decisão até o meio de dezembro. Com os grandes atletas que temos nas modalidades facilitaria a chegada de outros nomes e fazendo times fortes.

Nos casos citados acima é de suma importância que o Marketing atue efetivamente integrado com as vice-presidências e diretorias, “vendendo o clube. Penso até que as licitações seriam o melhor caminho em todos os esportes, inclusive o futebol. Esses “leilões” poderiam subir o preço. Quem oferecesse mais dinheiro (ou melhores condições de uma parceria) para os próximos dois anos levaria o patrocínio com o Flamengo.

Apenas um clube que eu tenha notícia licitou a camisa: o Bayern Leverkusen. O clube alemão ficou sabendo que não renovaria com o seu patrocinador (como fez a Batavo ano passado) e em um mês se decidiu a melhor proposta e foi assinado o contrato com o novo parceiro. O esporte hoje não vive sem marketing, seja em ações da torcida com os parceiros, seja na captação de novos sócios ou em qualquer relação do clube com seus clientes/torcedores. Respondendo as perguntas do título: dá para manter os esportes olímpicos do Flamengo e eles são sim motivo de orgulho do nosso passado e do nosso presente, onde faremos um Flamengo cada vez maior para o futuro.

Somos Flamengo, Vamos Flamengo!

http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/08/24/flamengo-amplia-vantagem-sobre-corinthians-no-ppv/

http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2011/06/20/comunicar-e-preciso-e-ajuda-no-patrocinio/


http://www.flamengo.com.br/site/conteudo/detalhe/22


Luiz Filho


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O Flamengo Real x O Flamengo Possível


Qual o Flamengo possível? Em termos administrativos o Flamengo é um clube desorganizado, pequeno pela dimensão nacional de seu quadro de torcedores, e ocupado por uma casta que se reveza no poder amparada por um estatuto antiquado mantido para preservar os poderes do grupo. Este grupo, evidente, mantém sob controle um agrupamento de associados os quais se reúnem periodicamente para votar em candidatos que prometem melhorias na sede e uma suposta "Modernização" administrativa, que invariavelmente é incluída como uma forma cruel de piada nas campanhas dos "presidenciáveis".

Estes associados, em sua maioria, olham para o Futebol do Flamengo, como uma espécie de vizinho indesejável, barulhento. Daqueles que fazem arruaça pela madrugada e mantém 6 poodles dentro de casa latindo alto 24/horas por dia. Não gostam do futebol, querem distância.

E é esta gente que decide sobre o seu, o meu, o nosso Clube do Flamengo. Milhões de torcedores que sofrem, anseiam e também se alegram com as partidas de seu time de coração. Este clube, mal-administrado, devedor compulsivo, gastador desenfreado, com pouquíssimo pessoal qualificado na área executiva, é o suporte em que um orçamento gigantesco vai para um lado e pro outro, invariavelmente gerando balanços inexplicáveis com rombos e contratos mal-feitos os quais preferem silenciar. Este é o Flamengo real administrativamente.

E o Flamengo possível? O Flamengo possível é aquele que aproveita seus milhões de torcedores espalhados em um plano de sócio-torcedor de abrangência nacional, que profissionaliza o Departamento de Futebol para maximizar seu rendimentos e manter uma filosofia de trabalho vencedora à despeito do presidente eleito para cuidar da Sede Social. Que retém os melhores profissionais em marketing, finanças, gestão de contratos, preparação física, treinamentos, aprimoramentos táticos e técnicos. Enfim, que se consolide como uma Estrutura executiva multinacional que lide satisfatoriamente e profissionalmente com os múltiplos recursos financeiros que giram no Universo de futebol.

E quanto ao time? É possível melhorá-lo? O Flamengo Real de hoje tem potencial para aprimorar seu jogo? Sim, mas aí caímos na eterna discussão entre o Flamengo que cada um da torcida deseja e o que o treinador, com sua visão particular, planeja. O que vejo é o treinador insistindo ao menos por enquanto, numa zaga problemática, com um zagueiro inseguro, Wellington. Em um trio de volantes que empaca os homens da frente quando jogam os três: Renato, Williams e Airton. O passe não sai, os atacantes ficam isolados e dependem demais da chegada dos laterais, que demoram ou não vão. Aí temos a genialidade do Ronaldinho. Ele recua, vai pro meio, vai para a lateral, prende a bola para o trem do Flamengo chegar na frente, enfim, dá seu show particular do qual é muito bem (e merecidamente) pago. E temos Thiago Neves que parece que de repente não se encontrou mais no time e Deivid, nosso centroavante Inacreditável, que embora com mais mobilidade hoje não seria o centroavante que precisaríamos para aproveitar os passes do Ronaldinho.

Enfim, o Flamengo Real é uma parcela do que pode ser o Flamengo Possível. Conquistou vários pontos, está em segundo lugar no campeonato brasileiro e é difícil de perder mas ainda tem muito o que aprimorar e melhorar. E por isto que digo: Temos tudo para sermos campeões este ano! Flamengo ainda tem muito pano para manga para crescer. O Futebol vai incomodar os associados de novo!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Receita básica para ser Campeão Brasileiro


Saudações Caros Butequeiros Rubro-negros. Ótima vitória ontem pela Sula, mas vamos falar do que mais interesse, o Brasileirão. Estamos chegando ao final do primeiro turno e, depois de metade do campeonato transcorrido, nada melhor do que avaliarmos as condições reais de título do Mengão. Bora colocar a mão na massa e preparar uma receita básica para o título.

Receita básica para ser Campeão Brasileiro

Ingredientes:

Um bom time;
Um bom técnico;
Um bom elenco;
Um grupo unido.
Consistência tática;
Consistência defensiva;
Uma torcida que apóia;
Salários em dia;
Boas condições de treinamento.

Modo de Preparo.

Ganhe todos os jogos de times pequenos em casa.
Ganhe o maior número de confrontos diretos contra os demais postulantes ao título.
Jogue cada partida como se fosse uma final.
Prepare todos os jogadores para estarem prontos para jogar a qualquer momento.
Contorne no começo qualquer tipo de insatisfação ou discórdia no grupo.
Defina um esquema tático e não deixe de treinar variações.
Treine o sistema defensivo para não tomar gols bobos.
Incentive a torcida a lotar todos os jogos em casa. Faça promoções.
Tenha uma folha de pagamento equilibrada e priorize o pagamento de salários de jogadores e funcionários.
Faça um bom trabalho de bastidores, para evitar que o time seja prejudicado pela arbitragem.

E aí meus caros Butequeiros, o que já temos e o que nos falta dessa receita básica? Coloque também seu ingrediente e adicione novas tarefas.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Atlético/PR x FLAMENGO


Copa Sul-Americana - 2011

ATLÉTICO-PR: Santos; Wagner Diniz, Gustavo Lazzaretti, Rafael Santos e Marcelo Oliveira; Wendel, Fransergio, Robston e Branquinho; Edgar Júnior e Rodriguinho
Técnico: Renato Gaúcho.


FLAMENGO : Felipe; Galhardo, Alex Silva, Welinton e Rodrigo Alvim; Willians, Luiz Antonio, Renato Abreu e Bottinelli; Diego Maurício e Jael.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.


Data, Local e Horário: Quarta-feira, 24 de agosto de 2011, as 21:50h (20:50h USA ET), no Estádio Joaquim Américo Guimarães - "Arena da Baixada", em Curitiba/PR.

Arbitragem: Sálvio Fagundes Filho, auxiliado por Erich Bandeira e Alessandro Rocha, todos do Brasil.

Pai, Afasta do Mengo a soberba e a vaidade, Pai!

O Campeonato Brasileiro se aproxima para contornar a curva de chegada e entrar em sua longa reta final, deixando para trás uma constatação que, se bem observada e aproveitada pelo comando do futebol do Flamengo, poderia lhe oferecer a indicação do caminho a seguir para alcançar a liderança da competição com boa vantagem à frente dos demais clubes, representada por pontos que se constituiriam na tal gordura para queimar, da qual tanto se fala, nos momentos em que uma ou outras inevitáveis rodadas ruins dão o ar de suas graças, naquelas semanas em que nada dá certo e tudo parece conspirar contra, ou por contusões de jogadores importantes, suspensões ou até convocações dos mesmos para a inssossa seleção brasileira em épocas longes da Copa do Mundo.

Pretendo me referir ao desequilíbrio causado pelos clubes pequenos, os atuais "clubes de menores investimentos", como gostam de classificá-los a turma imbuída até a medula do comportamento politicamente correto, já que os clubes grandes se devoram entre si mesmos, um comendo pequenos pedaços do outro e acabam praticamente com tamanho semelhante.

Passeando pela tabela dos jogos até então realizados, salta aos olhos a enorme quantidade de pontos perdidos para aqueles clubes, dentro e fora dos domínios de cada um. Dos 19 pontos deixados ao logo do caminho pelo Flamengo, 11 foram para Bahia, Ceará, Atlético Paranaense, Figueirense e Atlético Goianiense, praticamente 58% do total. Esses pontos somados aos 35 que o mantém na vice-liderança do certame, lhe dariam larga margem para administrar com mais tranquilidade as últimas 20 partidas que faltam até pôr as mãos na taça do hepta.

É fato que os outros grandes do campeonato padecem do mesmo mal e o raciocínio é a eles igualmente aplicável, porém, não tenho o mínimo de comprometimento emocional com nenhum deles, já que minha torcida, felizmente, pertence ao Flamengo e estou muito satisfeito com isso, o que me leva a viajar nas asas do sonho de não ver o meu time empatar e perder jogos fáceis como ocorreu naquelas cinco oportunidades, deixando assim de se posicionar em 1º lugar após transcorridas 18 rodadas deste Brasileirão, além da dolorida certeza de que esses resultados farão muita diferença nas últimas partidas, no mínimo em em termos de mais ou menos tranquilidade para ser o campeão de 2011.


Pergunto ao meu cachimbo o que faz uma potência em estado vivo como o Flamengo, com a pressão que essa condição impõe ao pequeno adversário, representado pelo time mais qualificado, melhor posicionado na tabela, com uma barulhenta e gigantesca torcida a seu favor e uma comissão técnica qualificada, que reúne profissionais gabaritados com vaga assegurada em qualquer clube do país e na maioria dos clubes de futebol do mundo, jogar de igual para igual, e muitas vezes ser acuado por clubes de menores portes, comparando com o gigante rubro-negro com quase 40 milhões de torcedores espalhados por esse Brasil afora. A traidora soberba seria a resposta? Ou uma injustificável desmotivação diante do adversário pequeno mas esforçado, bem arrumadinho e altamente motivado para enfrentar aquele vaidoso todo-poderoso dentro ou fora de seu terreno?

Questiono e respondo de primeira que, se elas, a soberba e a vaidade ficassem em casa nos dias dos jogos contra aqueles que nada fazem no campeonato a não ser lutar para permanecer na elite, e não levassem jogadores soberbos e vaidosos a provocarem suas próprias suspensões a fim de escolherem este ou aquele adversário em função do poder de fogo de cada um, além de não acharem que uma fácil partida de futebol é vencida a partir do momento que desejarem, certamente a história não registraria aqueles preciosos pontos em nosso passivo, pois estariam no outro lado do mapa como ativos decisivos para o balanço final do Brasileirão.

SRN!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

SULA - Titulares ou Reservas? Quem Você Usaria?



É prioridade ou não? Titulares ou Reservas? Atrapalha ou não o Brasileiro?



Dê a sua opinião.



Bom dia e SRN a todos.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Caindo a Ficha

Buon Giorno, Buteco! Os mais velhos devem se lembrar do tempo em que as ligações telefônicas feitas em telefones públicos se davam mediante o depósito de fichas. Era o tempo dos chamados "orelhões". Quem, dos que já viveram aquela época, já não passou a situação de aguardar ansiosamente pelo momento da ficha cair, de ouvir aquele barulho indicando que a ligação havia sido completada? Esse momento "mágico" (rsrsrsrsrsrsrs), tão importante, que marcava o início da comunicação entre dois pontos distantes via telefone, acabou tornando-se uma expressão coloquial para nos referirmos ao instante em que percebemos algo que nos deveria ser evidente, mas então não havia sido percebido. Mas o que isso tem mesmo a ver com o Flamengo?

Ao meu ver, para boa parte da torcida do Flamengo ainda está caindo ou por cair a ficha a respeito das severas limitações que possui esse time e o elenco. Convenhamos, vários são os pontos que justificam a ilusão: números históricos e avassaladores, a maior contratação de todos os tempos, outros reforços de altíssimo nível, a segunda colocação no campeonato brasileiro com chances de título, que ainda persistem, e o nível dos adversários, que, convenhamos, não chega a assustar.

Pois eu vou elencar os pontos que me preocupam e em relação aos quais, para mim, "a ficha caiu". Em relação a alguns deles não há como ter mudanças significativas, diante de fatores como o fechamento da janela europeia para contratações feitas por clubes brasileiros, por exemplo; mas o importane é que ainda há o que ser feito para melhorar com o elenco que temos e disputar esse título com dignidade até a última rodada. No meio dessa abordagem, exporei as minhas impressões a respeito da partida de ontem. Vamos lá então:

"Ronaldinhodependência" - hoje Ronaldinho é, digamos, sendo modesto, 70% (setenta por cento) desse time do Flamengo. Tirem os passes do Ronaldinho para gols, além dos gols por ele marcados, vejam o aproveitamento do time sem ele em campo, e calculem em que lugar o Flamengo estaria na tabela hoje. Acredito que, pelo gênio do futebol que ele é e pelo que vem jogando, que isso seja até certo ponto normal. O Flamengo do Zico não sentia quando o Galinho não jogava? E o Napoli do Maradona? Mas o ponto é que o Flamengo não produz coisa alguma sem o Ronaldinho. Pudera. Com o esquema adotado prioritariamente pelo Vanderlei Luxemburgo, especialmente com a formação contendo três volantes sem capacidade criativa alguma, as coisas são resolvidas por lampejos do Ronaldinho. O resto da partida transcorre de modo absolutamente modorrento, numa batalha ignóbil pelo meio de campo. Ao contrário, quando adota a variação ofensiva desse esquema tático, ou com os três volantes, mas que têm qualidade técnica, o próprio Ronaldinho produz mais, os números tão decantados para defender o trabalho de Vanderlei Luxemburgo ganham corpo, com muitos gols marcados, em grande volume e proporção, e outros jogadores conseguem também produzir, como Thiago Neves, Bottinelli e o centroavante da ocasião, seja ele quem for, além dos atacantes que acabam entrando no time, como Negueba ou Diego Maurício.

Ontem, no Beira-Rio, não foi diferente. Com dois dos volantes sem capacidade criativa, o Flamengo jogou um primeiro tempo truncado, mas igual, contra o Internacional, decidido por uma jogada individual, e genial, de Ronaldinho Gaúcho. "Só pra variar". E o Flamengo desceu para o intervalo vencendo por 1x0.

Mas veio o segundo tempo. O que será que aconteceu naquele segundo tempo, quando o Internacional conseguiu, com dez em campo, marcar dois gols, contra um do Flamengo? Permitam-me adentrar o segundo tópico dessa coluna.

O Trio de Volantes - não adianta. Vanderlei Luxemburgo cismou, decidiu que o Flamengo tem que jogar num sistema de "losango". Aírton à frente da zaga, Willians pela direita e Renato Abreu pela esquerda. Bem, em tese, quem disse que um esquema de lonsango não pode dar certo? Numa rápida viagem no tempo, se eu fosse o Telê Santana e fosse "obrigado", fixaria o Batista à frente da zaga, colocaria como "volantes" Paulo Roberto Falcão e Toninho Cerezo, e como meia chegando à frente eu colocaria o Zico. Será que daria errado? Rsrsrsrsrs. Na Copinha/2011, não deu certo um raio dum "pentágono"? Agora, falando sério, e voltando a 2011, a questão está nos jogadores que você usa, em que posição e frequência. Aí é que a coisa pega e o diabo mora nos detalhes.

Vanderlei Luxemburgo esse ano provou a todos nós que Renato Abreu joga o fino da bola quando, de PRIMEIRO volante, colado na zaga, pegando a primeira bola por ela rebatida, a distribui dando velocidade e qualidade ao jogo. Nessas partidas, o Flamengo atuou com apenas dois volantes e atuou com um esquema bem ofensivo. Quando é jogado para frente, seja como segundo volante ou como meia e encontra a sua frente menos espaço e a marcação do adversário, Renato Abreu perde toda a sua desenvoltura no passe, infelizmente. No esquema pelo qual desenvolveu uma tara pra lá de obsessiva, o tal do "losango", chamado pelo Patrick de "losango dos infernos", Vanderlei Luxemburgo quer porque quer que Renato Abreu marque como volante e ataque como apoiador.


No primeiro tempo da partida de ontem, Renato Abreu jogou o que tem jogado ultimamente pelo Flamengo, ou seja, um rame-rame burocrático típico do losango, mas ao menos marcou e esteve presente em campo. No segundo tempo, cansou e o Flamengo perdeu a sua vantagem advinda da expulsão de Guiñazu. O Internacional, com dez em campo, igualou a disputa pelo meio de campo, na medida em que Renato Abreu não conseguia marcar nem a sua própria sombra, o que sobrecarregou Willians e o jovem Muralha, que, por sinal, apresentou significativa subida de produção em relação ao jogo anterior, principalmente no aspecto ofensivo. Frequentemente o incansável e raçudo Júnior César avançava com velocidade pela esquerda e não encontrava ninguém para trocar bola, para aproveitar sua rapidez e ser lançado nos espaços vazios que a defesa do Internacional oferecia. Renato Abreu, lento e cansado, demorava uma eternidade para chegar ao ataque. Prova de que é no mínimo TORTO o losango de Luxemburgo.

Renato Abreu, no Flamengo de hoje, é erigido à categoria dos "insubstituíveis"; é "protegido" de Vanderlei Luxemburgo, que não admite não tê-lo em campo por sequer um minuto. Suas atuações, sob o aspecto técnico, com certeza não são levadas em conta, pois se até Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves já foram substituídos, o motivo que leva Renato Abreu a estar acima dos dois nesse quesito certamente não é técnico.

Zaga - aqui reside um dos problemas sem solução. É injusto chamar o Welinton de o Renato Abreu da zaga porque estaríamos valorizando apenas o aspecto da "proteção" que Vanderlei Luxemburgo lhe dispensa, quando Renato não é, nem de longe, tão atabalhoado, dispersivo e irresponsável. Welinton não marca pelo alto, não marca por baixo, como ficou claro nos dois gols do Internacional ontem no Beira-Rio: no primeiro, deixou Índio inteiramente a vontade para marcar o primeiro gol; depois, Andrezinho para cruzar no lance do segundo gol. Neste, é bom que se diga, Leonardo Moura revelou ser um apreciador dos gols de bicicleta ou ter medo de centroavante de porte avantajado, pois nem sequer chegou perto do grandalhão Leandro Damião.


Voltando ao Welinton, eu imagino que o Luxemburgo queira, ao lado de um zagueiro experiente, outro jovem e vigoroso. Ok. Quantos treinadores não optam por uma formação como essa? O problema é que esse outro zagueiro é o Welinton. E quem é o reserva do Welinton? O David Braz. Em que exatamente isso traz perspectivas de melhora? Não sei responder, sinceramente, mas chego a duas conclusões: a) que péssimo trabalho fez Luxemburgo na montagem do elenco nessa parte (zaga), não é, amigos? b) está na hora de tentar Alex Silva ao lado de Ronaldo Angelim. Preocupados com a idade de Angelim? Eu tenho uma sugestão: por que não tentamos reduzir a media de idade do time tirando o veterano do losango? Se Renato Abreu passasse uma temporada no banco, os volantes reservas, mais jovens e vigorosos, dariam melhor proteção à zaga, e a Angelim e Alex Silva. Que tal, hein, Luxemburgo? O que lhe parece?

Ataque - amigos, no ataque a coisa está sinistra. O titular absoluto do Inacreditável F.C., a cada dia mais absoluto na posição, outro protegido do nosso treinador, que nele deposita toda sua confiança, tem como reserva o destemido Jael, o Cruel, que ontem mais uma vez deu amostras de que não sentirá o peso do Manto Sagrado. Faço votos de que assim seja; contudo, eu aguardarei para dar o meu veredito final quando ele perder o seu primeiro gol feito (coisa que todo o centroavante faz) e quando sentir aquela massa rubro-negra impaciente, aflita, cáustica, fazer o primeiro uuuuuuuuuhhhhhhh... em seus ouvidos, para ter bem certeza disso. Nesse meio tempo, eu vou torcer muito por ele e dividir com os amigos minha angústia: a janela para transferências internacionais fechou e não temos mais quem trazer para a posição; hoje, temos um cara que sai do banco, entra pilhado e tem resolvido; se o queimarmos, quem sobrará?

Mas penso que a hora é de Jael. Pode ser cruel, porém, vermos que em breve teremos que recorrer a Thomaz, Lucas ou Nixon...

Perspectivas - Negueba é outro que voltará com maior responsabilidade do que quando saiu, pois, afinal de contas, com a contusão de Thiago Neves, por enquanto sem prazo para voltar, ele e Diego Maurício serão nossas opções, como pratas-da-casa, para a posição de atacante que cai pelos lados criando situações de gol.


Acredito que seja o momento de utilizar jogadores como Galhardo, Luiz Antonio, Muralha, Diego Maurício e Negueba. Tenho fé de que está neles o combustível que precisamos para manter o Flamengo na luta pelo título e, sobretudo, oxigenar esse esquema tático, alterando seus protagonistas e tornando-o mais vivo e apto para criar e converter em gol as situações criadas.

É ilusão achar que o Flamengo pode conquistar o título com um futebol chato, modorrento e sem criatividade até o final do segundo turno. Isso já deu o que tinha que dar. É crime de lesa-pátria e irresponsabilidade achar que o título será conquistado com jogos embolados e com o Ronaldinho Gaúcho decidindo todos eles, um a um, nos dez minutos finais com lampejos de gênio. Maior irresponsabilidade ainda é manter-se preso, apegado a essa filosofia tacanha por fidelidade a jogadores que não se mostram capazes de levar o Flamengo à conquista de seus objetivos.

Alguns deles, é certo, merecem todas as nossas homenagens, inclusive por seu passado no próprio clube, e podem, sim, ser utilizados nessa campanha; contudo, é uma traição com sua própria história e irresponsabilidade com o que está em disputa o esquema de proteção colocado em prática por Vanderlei Luxemburgo.

Bom dia e SRN a todos.

domingo, 21 de agosto de 2011

Internacional x FLAMENGO




FICHA TÉCNICA

Campeonato Brasileiro 2011 - Série A, 18ª Rodada


Internacional: Muriel, Nei, Bolívar, Índio e Zé Mário; Elton, Guiñazu, Tinga e D'Alessandro; Jô e Leandro Damião.
Técnico: Dorival Júnior.


FLAMENGO : Felipe; Leonardo Moura, Welinton, Alex Silva e Júnior César; Willians, Renato Abreu, Luiz Antonio e Bottinelli; Ronaldinho Gaúcho e Deivid.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.


Data, Local e Horário: Domingo, 21 de agosto de 2011, as 16: 00h (USA ET 15:00h), no Estádio Gigante da Beira-Rio, em Porto Alegre.

Arbitragem: Francisco Carlos Nascimento (AL), auxiliado por Roberto Braatz (PR) e Erich Bandeira (PE).

Pra Cima Deles Mengão!



SRN!

sábado, 20 de agosto de 2011

Coluna do Luiz Filho - Viva a grandeza do Flamengo!

Bom dia Buteco!

Essa semana o tema a ser discutido aqui tomou diversas formas sendo difícil até para escrever. A análise seria sobre o brasil no cenário esportivo e o seu papel no mundo. Logicamente iria inserir o Flamengo e sua posição neste contexto, mas uma série de fatos transformaram o Flamengo (como se já não fosse) no ator principal da discussão. A chegada de Leandrinho, excelente contratação, até dezembro e a possível contratação de Kobe Bryant para reforçar o nosso basquete irão conduzir nosso assunto.

A pergunta inicial era será que estamos preparados para contratar um grande jogador em alta nível da Europa? Um classe mundial? Explanaria sobre a tentativa do Corinthians de contratar Carlos Tevez, hoje um dos grandes jogadores na Europa e perguntaria a vocês Quem vai ser o primeiro a conseguir? O Flamengo tem força para isso? E surge a possibilidade, hoje não tão remota assim de o Clube de Regatas do Flamengo da contratação de Kobe Bryant do Los Angeles Lakers. Um jogador classe mundial de um “esporte classe mundial”. Seria fantástica a contratação. Igualada a contratação de Romário em 95 e equivalente no futebol a contratação de Leonel Messi para o basquete rubronegro. Kobe é o melhor jogador de basquete em atividade!

Uma contratação dessa envolveria alguns riscos, como do lockout (uma espécie de greve dos clubes/franquias) permanecer. Esse é o primeiro risco a greve acabar a qualquer momento e levar esses craques daqui sem que o marketing tome proveito disso. (Dessa vez ele terá de ser rápido!) Outra é o altíssimo custo de uma operação desse porte. Kobe faz algumas exigências que ainda não estão ao alcance do Flamengo, mas deixa claro que nosso clube é sua única opção para que jogue no brasil pelas “exigências” 1 milhão de dólares/mês (que outro clube pode pagar isso?), um carro blindado, um apartamento no Leblon (porque será?) e seis seguranças. A amizade por Ronaldinho gaúcho e o “chamado” de Leandrinho podem pender a balança para nosso lado. Seria fantástico!

A investida do Flamengo seria de alto risco, pois o ideal seria um projeto de médio/longo prazo para o bem do basquete brasileiro e não só do Flamengo. Um projeto sustentável, que se retroalimentasse tornando a nossa liga atraente para outros jogadores, mais forte. Nossa liga já está no mesmo patamar da liga argentina, mas nosso poderio econômico é maior facilitando a contratação de americanos e argentinos. Nossa maior contratação “permanente” é o argentino campeão olímpico Federico Kammericks que somadas ao americano David Jackson e ao brasileiro Caio Torres fazem do Flamengo favorito a tudo no continente, mesmo não tendo um armador no nível da equipe. Fred e Hélio são bons jogadores, não estão no nível dos demais, mas não irão comprometer. Leandrinho na entrevista coletiva diz sobre a possibilidade mais real da contratação de Steve Nash armador da seleção americana e amigo pessoal de Leandrinho (jogaram juntos no Phoenix Suns) que quer vir jogar no Flamengo. Nash já fez partidas beneficentes com Ronaldinho nos EUA na época de Barcelona. As possibilidades de contratação de Nash e Kobe são sonhos possíveis, mas sonhos por enquanto.

O mais importante é que mesmo sem essas futuras e sonhadoras contratações teremos um elenco de ponta com versáteis peças de reposição durante os jogos. O elenco é forte e como no futebol podemos sonhar com títulos importantes, hoje sendo o nacional e o sul-americano nossas metas maiores. Outro aspecto é a formação de equipes fortes nos esportes competitivos do clube. Posso afirmar que temos um atleta fora de série ou com possibilidades reais de medalhas em campeonatos mundiais e jogos olímpicos. Ronaldinho Gaúcho no futebol, Leandrinho no basquete, Diego Hipólito e novos talentos na ginástica, César Cielo na natação, Fabiana Beltrame no remo, João Gabriel Schlittler no judô e a técnica da seleção feminina que é treinadora do clube são exemplos de renovação e formação de equipes fortes que se bem administrados podem fazer gerações de futuros grandes atletas formados no clube, puxadas por estes grandes expoentes (falta agora um classe mundial no polo aquático, porque os times masculino e feminino são fortes também). As únicas coisas que me preocupam são a falta de projetos para estes esportes e suas gestões atreladas ao futebol do clube. Está mais do que provado que o futebol não pode ceder recursos aos esportes olímpicos e que estes devem ser geridos separadamente e com orçamentos próprios em módulos distintos. Este ranço vem desde o patrocínio da Petrobras e do antigo estatuto que dizia que o patrocínio era do clube.

Hoje o patrocínio é do esporte, no caso o futebol, não pode ceder por exemplo parte do dinheiro dos direitos de transmissão do CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL para outras coisas que não sejam futebol. A vice presidência de esportes olímpicos deve andar sozinha. Ou se dá autonomia para que cada um consiga patrocínio com recursos próprios ou se amarra tudo e consiga um patrocínio único separado do futebol. A questão embutida aí é a ineficiência do marketing do Flamengo e a falta de autonomia administrativa derivada do estatuto. Chego a conclusão que é impossível falar apenas bem do clube, mesmo que ele tenha feito algo que considero espetacular porque sempre vejo onde ele poderia e merece estar e comparo com onde e como ele se encontra hoje. Particularmente não estava afim de falar de futebol essa semana, o Buteco é do Flamengo e queria falar de coisas boas do Flamengo e todas estas possibilidades que o crescimento do Brasil no cenário esportivo mundial tem trazido é bom ver a força do Clube de Regatas do Flamengo neste processo.

Como disse na coluna da semana passada: temos vocação poliesportiva, não somos apenas futebol. O slogan do Barcelona se aplica perfeitamente a nós porque somos mesmo mais que um clube. Seria bom que o Vasco tivesse que montar um time de basquete, mesmo que associasse a uma equipe de fora, o Brasília por exemplo, trazendo alguns caras da argentina e da NBA que estão parados. Faria crescer o tão massacrado basquete no brasil e seriam belos espetáculos com casa cheia. Parece que estas possibilidades só se tornam concretas pelo crescimento, ainda que lento, mas constante da liga brasileira de basquete. Importante é que o Flamengo faz parte dela desde o primeiro momento. Com os esportes olímpicos fortes o Flamengo se diferencia ainda mais dos outros clubes de futebol no país fortalecendo ainda mais sua marca como um todo. Sempre foi assim e sempre será.

Somos Flamengo, Vamos Flamengo!

Algumas fontes:

http://www.flamengo.com.br/site/esportesolimpicos

http://globoesporte.globo.com/basquete/noticia/2011/08/estou-feliz-como-ha-muito-tempo-nao-me-sentia-afirma-leandrinho.html







Luiz Filho

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O REI DOS VEXAMES HOMÉRICOS...

Somos nós... Disparados...
Só mesmo meu compromisso com o BOTECO me obrigou a sentar aqui e escrever não sei o que, depois de uma TRAGÉDIA ANUNCIADA...
Perder é normal, um dia ia acontecer, mas não tragicamente dessa forma...
Mas, cada um de nós que se entende como entendido de futebol e a paixão misteriosa por essa camisa rubro-negra, sabemos, lá no fundo, que tudo até aqui foi uma farsa, uma falsa impressão de que éramos os melhores do Campeonato Brasileiro...
Não somos... Ganhamos do Santos na Vila? O Coritiba, ontem, também ganhou...
O Santos está muito mal. Um time de gabarito, que faz 3 x 0, jamais perde daquela maneira...
Muito mais debilidade deles do que força do Flamengo...
E acabamos, de tomar um “tiro na asa”...
Não diria que o vexame foi do nosso C R Flamengo...
Diria que foi do Flamengo de Vanderlei Luxemburgo...
Do FANFARRÃO Luxemburgo...
do DECADENTE Luxemburgo...
do ARROGANTE Luxemburgo...
do MERCENÁRIO Luxemburgo...
do SOBERBO Luxemburgo...
do ROLEIRO Luxemburgo...
Do sujeito que não sabe se quer ser técnico (e não é mais ...está liquidado) ou “NEGOCIADOR” de jogadores...
Sujeito SEM ESCRÙPULOS, que usa o Flamengo para ganhar $$$, desonestamente...
CALOTEIRO... teve os bens penhorados por uma dívida de CHEQUE SEM FUNDO com o Edmundo...
PERVERTIDO SEXUAL...
O Flamengo jamais poderia ter um técnico desse, que agora MONOPOLIZOU a situação porque para tirá-lo de lá, vamos precisar toma uns 8 chocolates desses...
O Flamengo da nossa paixão, acostumou-se a, vez ou outra, nos brindar com VEXAMES dessa envergadura...
Quem assistiu ao jogo deve ter tido a impressão que estava em campo um amontoado de jogadores que NUNCA treinaram juntos...
Culpa deles ? Não... Culpa da torcida ? Nunca...
Culpa desse MENTECÁPITO que pensa que é o que NÃO È e, na realidade, NUNCA FOI....
Um sujeito METIDO a técnico de futebol que, insiste com um tal de WELLINTON (espanador de bola) e um DEIVID( que apesar dos 8 gols marcados tem o gol MAIS CARO do Brasil, com seus 500 mil por mês – muito pouco para tanto tempo – o desconhecido Jael em poucos jogos já fez 3)...um ARROGANTE assim só pode estar METIDO em negociatas e ter participação com os empresários desses DOIS MALAS..
Nunca havia treinado com 3 zagueiros ( a não ser 20 minutos na terça feira) e INVENTOU de entrar com 3 zagueiros para manter o sofrível WELLINTON... Dá para desconfiar... Nesse mato tem coelho...
Menosprezou o bravo time do Atlético-GO e tomou uma VAREIO do HÉLIO dos ANJOS...
Lamentável... mas REAL...
Esse, de hoje, é o Flamengo do Sr Vanderlei Luxemburgo, que estava mascarado por resultadozinhos inexpressivos, por titulozinhos de Campeonato Carioca, no qual o ATLETICO-GO seria campeão todos os anos se o disputasse...
Um AMONTOADO de jogadores, não por vontade destes, mas por incapacidade do PIOR treinador do futebol Brasileiro, e que se acha o MELHOR...
4 x 1 foi pouco....No fim, torci para que o NOCAUTE fosse incondicional, e que o CRUZADO de direita do PITUCA acertasse a CARA desse DESCARADO ARROGANTE, para que ele não se levantasse mais...
O Flamengo e sua NAÇÃO agradeceriam eternamente...
Não somos o que pensamos ser. E não seremos com essa PORCARIA no comando técnico... Essa é a realidade...
Nada mais que a minha imensa REVOLTA precise falar...

FLAMENGO x Atlético/GO


Campeonato Brasileiro 2011 - Série A - 17ª Rodada

FLAMENGO : Felipe; Welinton, Alex Silva e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Willians, Aírton, Bottinelli e Júnior César; Deivid e Thiago Neves.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.


Atlético/GO: Márcio; Adriano, Gilson, Anderson e Thiago Feltri; Pituca, Ernandes, Bida e Thiaguinho; Juninho e Anselmo. Técnico: Hélio dos Anjos.

Data, Local e Horário: Quinta-Feira, 18 de agosto de 2011, as 21: 00h (USA ET 20:00h), no Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro.

Arbitragem: Luiz Flávio Oliveira (SP), auxiliado por Marcelo Carvalho van Gasse (SP) e Vicente Romano Neto (SP).


SRN!

Ela vem chegando...

Rodrigo Romeiro

Saudações Car@s Butequeir@s Rubro-negr@s. Todos sabemos que conquistar uma beldade é uma tarefa difícil. Porém, os que já labutam nesse terreno há algum tempo, sabem que muito mais difícil do que conquistá-la é mantê-la. É preciso algo mais do que ferramentas de sedução. Tem que se garantir e demonstrar competência.

Trocar carícias com uma das mais cobiçadas, pode te levar do céu ao inferno em poucos lances. Dá para sentir, na mesma partida, o doce sabor da conquista e o amargo da indiferença. Flertar, conquistar e saborear a beldade é algo sublime, marcante e que deixa o ego como se tivesse acabado de sair de uma maravilhosa sessão de massagem tailandesa.

Mas, se logo em seguida, sem mais nem menos, a dona do pedaço te deixar a ver navios, se prepare, casanova de ocasião, para comer o pão que o diabo amassou recheado de derrota e frustração.

Aqueles que ficam só ocupando lugar, fazendo hora, não costumam ser possuidores de grandes qualidades. Geralmente têm algumas efemeridades; muitas vezes turbinadas pelo poder de la plata.

É o famoso caso do dono do carrão, que até desfila com a beldade, mas, em certa altura do campeonato, vai acabar entregando a rapadura para alguém com valor genuíno.

Quem se garante, olha para esse tipo de acompanhante de beldade, e pensa: aproveita aí pangaré, pois será por pouco tempo; quando eu tomar, vou com ela até o apito final.

Nessa esfera, a história mostra que o Mengão não é um acompanhante de ocasião. Na sua trajetória ao lado liderança, na maioria das vezes em que conseguiu conquistá-la, viveu em lua de mel com ela, até a festa do título. O Bonde do Mengão Sem Freio é o típico Don Juan, que quando flerta é irresistível, e que quando pega ninguém mais toma.

Bonde do Mengão Sem Freio e liderança nasceram um para o outro. Como cerveja com calabresa acebolada, vinho com queijo, vodka com gelo, whisky com no mínimo oito anos, samba com mulher interessante, etc. Essa simbiose entre eles é praticamente indestrutível e não será um reconhecido pangaré que vai conseguir atrapalhar.

É por isso, Caros Butequeir@s, que quando olhamos para a liderança hoje, e vemos como ela está mal acompanhada, sabemos que, mais cedo ou mais tarde, ela será nossa. Nessas horas é prudente recorrer à sabedoria de um rubro-negro da melhor estirpe, o Mestre Jorge Benjor, que também se garante, e ouvir o que ele tem pra dizer:

Ela vem chegando e feliz vou esperando.

A espera é difícil, mas eu espero.......



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Vamos tomar a ponta antes da curva!

As expectativas são boas para o Flamengo terminar a 17ª rodada do Brasileirão, que começa hoje à noite, na liderança do dito cujo, e a partir dela entrar no 2º turno com mais dois jogos a cumprir, sem ver ninguém à sua frente. Só não digo que as condições, a priori, sejam excelentes em virtude das ausências do Ronaldinho e do R11, suspensos pelos cartões amarelos de vergonha aplicados pelo soprador de apito no jogo passado, em Floripa.

Para começar, ganhar do Atlético GO no Engenhão é uma tarefa básica para um clube que almeja o título máximo do futebol brasileiro, por mais que se saiba que administrar bem um favoritismo não tem sido uma rotina para o time rubro-negro, ainda mais com o peso do desfalque do seu jogador que desequilibra até ferrolho suíço cujos resultados de 20 partidas de futebol ficam em torno de vinte 0 a 0. Creio que a medida lógica a ser adotada pelo Luxa será encarregar o talentoso Thiago Neves para executar as funções do RG-10, entrando com o hermano Bottinelli, e abrindo caminho para jogar com dois atacantes a fim de pressionar os goianos desde a primeira rolada da bola.

Sabendo que o Corínthians deixará dois ou três pontos, logo mais, nas Minas Gerais (/torcedor), nas patas do desesperado Galo mineiro, que se encontra devidamente instalado na zona do rebaixamento, creio que jogar no dia seguinte, sabendo do que precisa fazer para assumir a ponta da tabela, será altamente benéfico para o Flamengo. Pressão em estado puro é o que haverá para vencer o jogo com o time do estreante Hélio dos Anjos, o estressadão, em seu comando. E sob pressão sou mais o Flamengo, que faz dela a sua energia primária para as grandes conquistas. Se a minha "tabelinha imparcial" falhar, o que é difícil de acontecer, e o Corínthians vencer, eis que a pressão por uma vitória aumentará para encostar novamente na nuca do líder momentâneo, que ostenta nas últimas seis partidas o aproveitamento risível correspondente a 33% dos pontos disputados.

Enquanto escrevo, leio que o Luxa está pensando em promover a estreia do Alex Silva ao lado do apavorado Welliton, que já fez por onde ver os jogos sentadinho no banco de reservas, mas por outro lado não é o culpado por tudo de errado que faz a defesa do Flamengo, embora grande parte da torcida o escolha para "Cristo", por não querer enxergar, muitas vezes, o que ocorre dentro de campo, em cada lance que ele participa. Domingo passado, no 1º gol do Figueirense, Angelim errou ao não chegar no Somália, deixando-o livre na grande área para dominar a bola e chutar para marcar, cara a cara, com o goleiro Felipe. Ah, culpa do Welliton, bradaram muitos que não quisseram ver a falha do "magro de aço". No gol de empate do time da casa, Felipe saiu mal para cortar o cruzamento, caçando borboleta e acertou o vento. Ah, novamente esse infeliz Welliton entregou a rapadura, repetiram seus perseguidores. Não tem jeito, o "serumano" é assim, escolhe sempre em um grupo quem fará o papel de fio-terra. No caso presente no Flamengo, que tem a 3ª melhor defesa da competição, o escolhido é esse jovem zaqueiro. Reconheço que o mesmo deu amplos motivos para tal, porém usar a razão mesmo num ambiente onde predomina a emoção ajuda a discernir melhor e a dividir as responsabilidades também.

No ataque, gostaria muito de ver o Deivid fixado dentro da grande área e o Jael caindo pelas duas pontas, aproveitando a sua grande movimentação para dessarumar o esquema defensivo adversário, o que abriria caminho para a entrada pelo meio dos meias visando a conclusão em gol, além do próprio Deivid, atual vice-artilheiro do BR ( Salve salve!).

Para não perder a viagem: Luxemburgo, jogar pra frente não doerá de novo. Vá fundo, Luxa velho de guerra!

SRN!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Boa noite Invictus! Até que ontem, para quem jogou fora de casa contra um time considerado complicado, enquanto os rivais jogaram em casa contra “molezinhas”, a coisa não ficou de todo ruim. Chato é chegar, abrir 2 gols de vantagem, para depois ceder o empate. Mas nada que incomode o Mengão Doutrinador do BR2011.

Aliás é sobre essa excelente fase que eu quero falar, como muito já foi dito a respeito do Marketing (???) do Flamengo gostaria de explorar o tema sobre uma ótica que parece estar passando despercebida pela atual administração: a necessária internacionalização da marca rubro-negra; aliás, o Emerson Gonçalves falou um pouco disso, mais especificadamente sobre os últimos ”negócios da China”:

http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2011/08/04/a-oportunidade-chinesa/

Contudo, antes de criar a expectativa de que o Flamengo conseguirá efetuar movimentos de tamanha magnitude, eu chamo atenção para outras ações, menores, mais simples, mas que talvez sejam capazes de gerar um efeito similar (positivo).

Gostaria de falar da forma mais barata, fácil e rápida de se ganhar capilaridade e destaque na mídia: a Internet!!! Alguns conhecidos, que inclusive entendem bem mais deste assunto do que eu, me disseram que o site do Flamengo até que melhorou muito na gestão passada (Marcio/Delair) e que, atualmente, ele tem sido uma ótima fonte de informação a cerca do Clube; entretanto, a ressalva fica por conta de tudo isso ainda estar disponível apenas em um idioma (o português).

Um dado adicional: de acordo com o site Futebol Finance (http://www.futebolfinance.com/futebol-finance-facebook-rankings-2011-julho) nosso Clube demonstra uma baixa exposição no principal site de relacionamento (facebook) o Flamengo é o segundo time com mais seguidores no Brasil e o 20o no mundo (o Corinthians é o 1o brasileiro e 18o no mundo ... Aliás, já o SPFW é o 3o brasileiro e o 24o no mundo ...).


Enfim, foi a partir disto que resolvi visitar os sites dos Clubes Top 12 do Brasil para verificar em quais idiomas estes disponibilizavam seu conteúdo, bem como em que outros aspectos se diferenciavam. Neste contexto, pude levantar algumas informações que julgo importantes, bem como efetuar um sistema de avaliação comparativa baseada em um esquema de pontuação a ser dada para cada “item” atendido pelo site (se no site constasse uma das informações - resposta Sim - ganhava 1 ponto). No quesito idioma, os sites só ganhavam ponto se disponibilizassem seu conteúdo em mais de 1 idioma. Resultado abaixo:


Mengão soma apenas 4 pontos, perdendo para todos os demais Top 12 ... E feio! O Melhor acaba por ser o Palmeiras conseguindo 13 pontos em um total possível de 13. Mas, o Destaque em quantidade de idiomas fica por conta do site do Internacional que faz jus ao nome ao ter o site disponível em 5 diferentes idiomas!

Acredito que oferecer o conteúdo do site ao menos em inglês, é o mínimo que se espera de um clube que tenha a pretensão de alcançar uma maior visibilidade internacional. E a prova disso é fácil de ser feita: basta realizar buscas por vídeos no youtube (exemplo, com o nome do Ronaldinho...); se além de um mecanismo de busca em português, for acrescido também uma palavra ou expressão inglesa (como por exemplo, “skills”, “tricks,” “freestyle”, “Hat Trick”), a quantidade de visitas multiplica umas 10 vezes em relação às referências meramente em português.

Em suma, estamos muito aquém do nosso potencial, mas acredito que com um pouco de esforço e trabalho por parte da administração do nosso querido clube poderemos facilmente colocá-lo em melhor posição. Só espero que isso seja feito num futuro próximo ...

SRN, Rafael_Mengão.