segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Contra Tudo e Contra Todos

Salve, Buteco! A imagem ao lado, postada no Buteco ontem à noite pelo nosso amigo Gabriel Mengão, é um retrato do momento que vive o Mais Querido do Brasil. Seis anos depois de iniciar um processo de reformulação interna, que envolveu uma verdadeira revolução cultural na forma de gerir o clube, administrativa, financeira e esportivamente, no momento em que começa a colher os frutos, buscando os melhores e mais preparados profissionais para compor a comissão técnica e o elenco, os fatos são colocados de lado pelos adversários e, arrisco afirmar, a maior parte da imprensa esportiva. O que importa é a narrativa. Parece que o ressentimento histórico contra o clube de maior torcida se mistura a uma cultura de vencer a qualquer custo, não importando os meios, e a um corporativismo xenófobo de dirigentes, treinadores e jornalistas. 

Dentro de campo, o Flamengo vem sendo sistematicamente assaltado e seus jogadores literalmente caçados, com a complacência premeditada da entidade que organiza o torneio. Fora de campo, os treinadores e presidentes dos principais adversários o acusam premeditadamente de ser favorecido por um obscuro esquema de arbitragem, sem apresentar provas ou detalhes. Para completar, na imprensa impera um cinismo conivente, covarde, asqueroso e descarado.

Em transmissões e programas esportivos, os lances que prejudicam o Flamengo só são reprisados quando é absolutamente inevitável. Quando algum diretor de imagem tem maior dose de escrúpulos e coragem, o narradores e comentaristas apenas silenciam, fingindo que nada está acontecendo; quando uma marcação da arbitragem favorece o Flamengo, de maneira justa ou não, o discurso é relativista e os fatos são interpretados fora do seu espectro de objetividade: "não coloco minha mão no fogo pela isenção desse árbitro", "o VAR está acabando com o futebol", há impedimento, embora não detectável ao lho nu. Inversamente, quando a arbitragem marca, corretamente ou não, um lance contrário ao Flamengo, passa-se ao determinismo reducionista, cético e científico, o lance pode ser explicado por uma perfeita relação de causa e efeito e o VAR subitamente se transforma em uma precisa maravilha tecnológica. 

Antes de tudo, o torcedor rubro-negro, como consumidor, é desrespeitado em todos os sentidos. Sua paixão pelo clube e a sua felicidade em comemorar o melhor futebol do clube desde 1982 são tratadas como algo irrelevante, indigno ou até inexistente. Isso porque o Flamengo é o trem pagador, que gera a maior parte das receitas que custeiam os salários de toda essa gente inescrupulosa.

Gostaria que o texto de hoje falasse apenas sobre a primeira vitória sobre o adversário desde 1974, a imposição do esquema tático do Jorge Jesus e nesse fantástico atleta que se revelou ser o Bruno Henrique, vestindo o manto e decidindo os jogos como os maiores ídolos que já teve o clube. Porém, preciso desabafar com vocês e peço logo seu perdão pelo tom do post de hoje. Sei que essa corja não pode tirar a nossa alegria de torcer e nem nos impedir de curtir o maravilhoso momento, mas não tinha como fingir que nada está acontecendo, o que seria nada mais, nada menos, do que ceder à estratégia dos adversários.

Não tenho dúvidas de que a solução está no hino do Flamengo: vencer, vencer, vencer. Calar o despeito desses profissionais de araque semanalmente. Emplacar uma série histórica de anos de conquistas. Levá-los ao ápice do desespero. Mas o caminho, para a torcida, bem que pode ser menos desagradável. Doravante, a Diretoria tem que pensar seriamente em disponibilizar ao seu público consumidor transmissões alternativas às emissoras que hoje detêm direitos de transmissão dos jogos do clube. E da torcida espero a atitude de não dar palco, engajamento e audiência a quem não merece.

Para terminar, um recado final para o palhaço arrombado que dirige o Athletico/PR, time que mais pratica o antijogo e faz cera no futebol nacional:


Bom dia e SRN a tod@s.

domingo, 13 de outubro de 2019

Athletico/PR x Flamengo


Campeonato Brasileiro/2019 - Série A - 25ª Rodada

Domingo, 13 de Outubro de 2019, as 16:00h (USA ET 15:00h), no Estádio Joaquim Américo Guimarães ou "Arena da Baixada", em Curitiba/PR.


FLAMENGO: Diego Alves; Rafinha, Rhodolfo, Pablo Marí e Renê; Gérson e Willian Arão; Lucas Silva, Everton Ribeiro e Vitinho; Bruno Henrique. Técnico: Jorge Jesus.

Athlético/PR: Léo; Madson, Léo Pereira, Thiago Heleno e Márcio Azevedo; Wellington, Lucho González e Léo Citaddini; Rony, Marcelo Cirino e Thonny Anderson. Técnico: Tiago Nunes.

Arbitragem: Bráulio da Silva Machado (FIFA/SC), auxiliado pelos Assistentes 1 e 2 Helton Nunes (SC) e Éder Alexandre (SC). Quarto Árbitro: Leonardo Ferreira Lima (PR). Analista de Campo: Anderson Carlos Gonçalves (PR). Árbitro de Vídeo (VAR): Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SC). Assistentes VAR 1 e 2: Márcio Henrique de Góis (SP) e Alex Ang Ribeiro (SP). Observador de VAR: Ednilson Corona (SP).

Transmissão: Rede Globo (aberta, para todo o país, exceto CE, PR, RS e SP) e Globo Esporte (internet - globoesporte.globo.com).

Pendurados: Bruno Henrique, Gabigol, Pablo Mari, Piris da Motta, Rafinha e Willian Arão.

sábado, 12 de outubro de 2019

Feliz Dia das Crianças







Que o amor pelo Mais Querido do Brasil seja uma eterna renovação.

Bom sábado e SRN a tod@s.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Flamengo x Atlético/MG


Campeonato Brasileiro/2019 - Série A - 24ª Rodada

Quinta-feira, 10 de Outubro de 2019, as 20:00h (USA ET 19:00h), no Estádio Jornalista Mário Filho ou "Maracanã", no Rio de Janeiro/RJ.


FLAMENGO: Diego Alves; Rafinha, Rhodolfo, Pablo Marí e Renê; Gérson e Willian Arão; Éverton Ribeiro, Reinier e Vitinho; Bruno Henrique. Técnico: Jorge Jesus.

Atlético/MG: Wilson; Iago Maidana, Leonardo Silva e Igor Rabello; Patric, Nathan, Elias, Cazares, Vinicius e Fábio Santos; Ricardo Oliveira. Técnico: Rodrigo Santana.

Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio (FIFA/GO), auxiliado pelos Assistentes 1 e 2 Bruno Raphael Pires (FIFA/GO) e Fabrício Vilarinho da Silva (FIFA/GO). Quarto Árbitro: Rafael Martins de Sá (RJ). Árbitro de Vídeo (VAR): Wagner Reway (FIFA/PB). Assistentes VAR 1 e 2: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (PB) e Clóvis Amaral da Silva (PE). Observador de VAR: Alício Pena Júnior (BR).

Transmissão: PremierePremiere Play e PFCI (sistema pay-per-view, aplicativo e internacional).

Pendurados: Bruno Henrique, Gabigol, Pablo Mari, Piris da Motta, Rafinha e Willian Arão.

CBF, o rabo balançando o cachorro.

Teremos hoje no Maracanã, o jogão Flamengo x Atlético MG. Flamengo joga por ampliar sua vantagem atual de 5 pontos para o segundo colocado, o bom time do Santos treinado pelo ótimo Sampaoli. Qualquer organizadora de campeonato estaria sorrindo de orelha e orelha com os elevados públicos que acompanham os jogos e os times se reforçando para o campeonato, que ela dirige.

Mas esta organizadora específica, a CBF, não. Ela se acha acima dos clubes. Não é a toa políticos sem voto mas com fome desmedida de poder lutam para dirigi-la.  E estes políticos gananciosos e mesmo alienados do futebol enquanto esporte, é que cuidam da organização dos jogos dos campeonatos nacionais enquanto lidam diretamente com sua "menina dos olhos". A seleção brasileira. Esta serve para pretexto para vitrine internacional de jogadores de empresários  e para alienar times da principal competição que organiza. Favorecendo certos clubes em detrimento de outros através da convocação espúria, danosa de jogadores titulares de alguns dos times que disputam o campeonato, os prejudicando diretamente. É isto que fazem no dia a dia. Prejudicam uns, favorecem outros. O jogo do poder é um aquário de tubarões. E o favorecimento ou ato de prejudicar explícito os tornam perigosos aos olhares de quem "não quer ser devorado".

Mas como lutar contra isto? Clubes foram colocados em uma armadilha pela FIFA através de orientação dada pelo Havelange. Um dos maiores e mais ferozes tubarões que já passaram neste aquário. Não podem entrar na Justiça Comum e fazer prevalecer seus direitos. As Federações Estaduais, mini-representações da CBF em cada Estado, sustentam este parasitismo prejudicial, sendo mais uma camada desta ocupação política do futebol. 

Os clubes, o último elo da cadeia, são balançados pelo rabo. Este conjunto de parasitas que mandam e desmandam nos clubes, que estes sim, sustentam o futebol brasileiro. 

Mas porque os clubes não se revoltam? Os clubes, como vimos, ainda que prejudicados participam deste jogo de poder. Se outro clube é prejudicado se regojizam. Preferem a ruína do rival do que a sustentação de um modelo esportivo melhor para todos, atraindo maior riqueza e, consequentemente,  ainda mais visibilidade. E para ver outro clube prejudicado ou para ser ajudado, seja na tabela, arbitragem, etc se aliam a estes tubarões-parasitas, mantendo, portanto, o aquário cada vez maior e perigoso.

É necessário que os clubes organizem um movimento de união, para lutar ferozmente por seus direitos. E que esta organização entre na justiça comum se for o caso. Que este movimento tenha voz forte na CBF na organização das tabelas, no aprimoramento da arbitragem, no impeditivo de escalar jogador de time brasileiro fora de data FIFA para seleção brasileira, e que auxilie uns aos outros para um melhor modelo administrativo e mesmo esportivo dos clubes que façam parte. Não é criar uma outra competição, uma Liga, porque esta jamais vingaria em um primeiro momento. E sim apenas deixarem de ser rivais para serem adversários, porém aliados no aprimoramento não só dos próprios clubes mas do modelo esportivo e organizacional das competições em que estão inseridos.



terça-feira, 8 de outubro de 2019

Encantando


Olá Buteco, bom dia!

Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Marí e Filipe Luís; Arão, Gerson, Éverton Ribeiro e De Arrascaeta; Bruno Henrique e Gabigol. O Flamengo de Jorge Jesus encanta. 

É uma sequência de jogos decisivos com um padrão de competitividade impressionante, como há muito tempo não víamos por aqui. Este Flamengo fez parecer que adversários duros como Inter, Palmeiras e Grêmio fossem de segundo nível. 

Aliás, o Inter vinha fazendo uma ótima temporada até cruzar conosco na Copa do Brasil, quando não viu a bola nos dois jogos. Palmeiras era líder do campeonato, com 8 pontos de vantagem quando JJ chegou. Tomou uma traulitada que o fez perder o rumo também e, por fim, o tricampeão da América foi enquadrado em sua própria casa, saindo com um empate comemorado efusivamente.

Jogo contra a Chapecoense, domingo, me pareceu um jogo de adultos contra amadores. Um Flamengo desfalcado e cansado não permitiu que os catarinenses passassem do meio-campo. Me impressionou a pressão no pós-perda, gerando roubadas de bola imediatamente após uma jogada de ataque que não deu certo, ocasionando nova jogada de ataque. O placar não refletiu, em absoluto, o domínio apresentado. 

O futuro a Deus pertence. O que podemos falar é que estamos no caminho certo: a uma partida da final da Libertadores e com 5 pontos de frente no campeonato brasileiro. Óbvio que nada disso é garantia de título, ninguém vai nos dar nada de graça. Grêmio, no Maracanã, dificilmente será acuado como foi na Arena, até porque voltam titulares importantes e eles precisam de um gol para não serem eliminados. No Brasileiro, muito menos. Ainda há muitas rodadas a serem disputadas e será difícil manter esse nível de competitividade. 

Por outro lado, se está difícil para nós, que estamos jogando essa bola redondinha, para os outros está pior... 

Está dando gosto ver o Flamengo jogar! Vai pra cima deles, Mengo!!!

Saudações RubroNegras!

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Abrindo Vantagem e Incomodando


Salve, Buteco! O Mais Querido do Brasil saiu ontem de Chapecó com protocolares três pontos conquistados pela contagem mínima, o suficiente para abrir cinco pontos e três vitórias de vantagem sobre o vice-líder Palmeiras. Sobrou volume de jogo, mas faltou um pouco mais de objetividade nas conclusões. Nada de se estranhar, considerando a insana maratona a qual o time vem sendo submetido. Após vencer o Grêmio dentro das quatro linhas com uma exuberante atuação na quarta-feira, mas ter a vitória surrupiada por um trio de VAR argentino e desonesto (perdão pelo pleonasmo), o Mais Querido conseguiu sufocar a Chapecoense com a costumeira marcação alta até pelo menos um terço do segundo tempo, o que sem dúvida é um feito notável diante do desgaste da equipe. Em seus 21 jogos no comando do Flamengo, Mister Jorge Jesus conseguiu fazer o elenco assimilar sua filosofia de jogo, de modo que já a executa de maneira quase automática, mesmo quando, como foi o caso de ontem, o desgaste mental impedia o time de jogar 100% focado.

A cada vez mais evidente superioridade técnica e tática do Mais Querido vem provocando reações das mais patéticas. Começando pelo fanfarrão e linguarudo Renato Portaluppi, que bem conhecemos como atleta, e passando pelo rato que dirige o Palmeiras, agora as figuras iníquas e insignificantes dos treinadores Marquinhos Santos, da Chapecoense, e Rodrigo Santana, do Atlético/MG, tão conhecidos e autênticos quanto os mundiais de Fluminense e Palmeiras, resolveram potencializar seus 15 minutos de fama ao enfrentar o Flamengo e falar em "soberba" ou em "ajuda do VAR". É claro que tanta idiotice nasce de ditos "profissionais" da imprensa esportiva que não só não deixam o discurso morrer, como investem na polêmica, sempre tendo por pano de fundo a falsa imagem de um Flamengo que jamais ganha por seus próprios méritos e é sempre ajudado pela arbitragem.

Deixo claro que não me refiro aos jornalistas que acreditavam sinceramente que o VAR utilizado pela CONMEBOL fosse uma tecnologia imune a erros ou imperfeições. Esse tipo de jornalista apenas não trabalhou direito e, por deixar de apurar corretamente, transmitiu informações imprecisas ou até falsas. Porém, não o fez intencionalmente e nem é mal intencionado em relação ao Flamengo. Vítima da própria preguiça, vitimou seus leitores, que acreditaram estar recebendo informações de uma apuração ou pesquisa criteriosa e embasada. Não é esse tipo de jornalista que difama o Flamengo, afinal errar é humano e quem jamais errou que atire a primeira pedra. Refiro-me, isto sim, a quem aposta no fortalecimento de um discurso que liga qualquer vitória ou conquista do clube, por menor que seja, a uma fraude.

Acredito que os motivos dessa gente variam de pessoa a pessoa: alguns, a quem chamo de alucinados, acreditam em "reparação histórica" e que estão em uma espécie missão para, combatendo o Flamengo, trazer justiça ao futebol e ao mundo. Sofrem, sem saber, de alguma espécie de transtorno afetivo e emocional, o que é compreensível pela escolha de torcer por times como Atlético/MG, Botafogo e Vasco da Gama. Outros, que chamo de canalhas, simplesmente têm a consciência de que falar mal do Flamengo gera engajamentos, clickviews e, portanto, mais propaganda e dinheiro. Nenhum deles é bem intencionado, mas os alucinados ao menos acreditam que estão certos e que, por vias tortas, buscam um fim justo. São como terroristas do jornalismo esportivo, dos quais se distingue a canalhada moralmente corrupta, que intencionalmente distorce a verdade como negócio e meio de vida.

Provavelmente estamos presenciando o fortalecimento de uma tendência histórica, arrefecida nas últimas décadas por conta da temporária falta de competitividade do clube, qual seja, o Flamengo contra o resto do futebol brasileiro. O novo Flamengo, rico, austero e bem gerido administrativa e esportivamente, não é aceito pelas alas alucinada e canalha, e por isso terá sua oposição, aliada a todos os demais clubes e à própria entidade que dirige o esporte no país. 

A solução passa por vencer, conquistar, oprimir e sobrepujar, sem dó nem piedade, até que a nova ordem imposta pelo Mais Querido seja incontestável. Mas há que existir estratégia para essa jornada. No caminho para a conquista desses resultados, também é preciso encontrar o ponto certo para se posicionar publicamente e enfrentar as alas alucinada e canalha da imprensa esportiva brasileira. Bate-boca vazio é sinal de fraqueza, da mesma forma que não enxergar o prejuízo esportivo causado por arbitragens como a de Salvador (0x3 Bahia) e de Porto Alegre (1x1 Grêmio), esta última no primeiro jogo de semifinal de Libertadores depois de 35 longos anos, na qual três gols legítimos foram anulados.



A Diretoria há de encontrar o meio termo para lutar essa batalha.

***

A roubalheira de quarta-feira certamente deixou todo mundo com sede de vingança contra o Grêmio Porto-Alegrense. Até o jogo do dia 23, teremos a seguinte sequência:

Data
Competição
Fase
Adversário
10/10
5ª Feira – 20:00h
Brasileiro
24ª Rodada
Attico/MG (c)
Maracanã
14/10
Domingo – 16:00h
Brasileiro
25ª Rodada
Athletico/PR (f)
Arena da Baixada
16/10
4ªFeira – 20:00h
Brasileiro
26ª Rodada
Fortaleza (f)
Castelão
20/10
Domingo – 18:00h
Brasileiro
27ª Rodada
Fluminense (c)
Maracanã
23/10
4ª Feira – 21:30h
Libertadores
Semifinal (Volta)
Grêmio (c)
Maracanã

Podemos dizer com tranquilidade que o pior já passou. Não é que os próximos adversários serão fáceis, mas a tabela agora passa a ser sensivelmente menos difícil do que a do final do primeiro turno e início do segundo. O Atlético/MG parece que ainda não decidiu se vai ou não levar o restante do campeonato a sério, mas o certo é que o Flamengo terá a sorte de recebê-lo desfalcado de Cleiton, Guga, Luan, Otero, Chará e talvez Réver. Como, entre os disponíveis, o Flamengo tem seis jogadores pendurados, cinco deles titulares (Bruno Henrique, Everton Ribeiro, Rafinha e Willian Arão), a administração desse problema selará a nossa sorte no confronto de domingo contra o Athletico/PR, na Arena da Baixada, sem dúvida o jogo mais complicado da sequência.

A Diretoria estuda a possibilidade de trazer Rodrigo Caio e Gabigol para o jogo contra o Fortaleza, o que pode ser a oportunidade ideal para rodar o elenco nas posições. Enquanto isso, nosso adversário, o Palmeiras, visitará o Santos, receberá Botafogo e Chapecoense e viajará para visitar o Athletico/PR na mesma rodada do Fla-Flu, que antecede o jogo de volta contra o Grêmio pela semifinal da Libertadores. Administrando o desgaste, o que, por sinal, Jorge Jesus e sua comissão técnica têm feito com maestria, será difícil tirar o título brasileiro do Mais Querido do Brasil.

Pra cima deles, Flamengo!

***

A palavra está com vocês.

Bom dia e SRN a tod@s.