terça-feira, 19 de junho de 2018

Brasileirão: Números

Bom dia, Buteco!

Neste recesso provocado pela Copa do Mundo, as principais notícias sobre o Flamengo relacionam-se com a ida do Vinicius Jr para o Real Madrid. Não se vê nem aquelas tradicionais especulações acerca de novas contratações. Aproveitando este vácuo de novas notícias, resolvi trazer um breve balanço da nossa excelente participação no Campeonato Brasileiro deste ano. Vamos aos números:


Tenho notado que a saída do Vinícius tem sido subvalorizada. Não são poucos os colegas que acreditam que a reposição com Vitinho (o mais especulado) seja suficiente. Pode ser, mas uma olhada na tabela de artilharia e assistência do Flamengo no Brasileirão me assustou. O garoto participou diretamente de 7, dos nossos 21 gols e lidera, isoladamente, as duas tabelas. Vamos sentir muito essa perda.

Com relação ao aproveitamento de pontos, estamos acima do número esperado de pontos para o título e, das 12 rodadas, lideramos 9. Campanha muito consistente. O gráfico abaixo ilustra as faixas de corte para o campeão, Libertadores e Pré-Libertadores. Em vermelho, o percentual de pontos do Flamengo, ao final de cada rodada.


Com relação a público e renda, nada de novo: time em boa fase e ingressos mais em conta, lotação máxima! Fomos mandante em seis rodadas, todos os jogos no Maracanã. Seguem os números dessas partidas:


Esses 22% de renda líquida ainda estão abaixo do ideal e esperamos que o novo contrato com o consórcio que administra o Maracanã ajude a melhorar este percentual. No entanto, cabe ressaltar que a renda líquida de todas as partidas do brasileiro do ano passado é apenas 500 mil reais maior que a que já obtivemos nas seis primeiras partidas deste ano. 

A expectativa para o retorno dos campeonatos é tão alta que a Copa do Mundo passou a ser apenas um aperitivo do que está por vir. Voltemos agora nossas atenções para os reforços que deverão chegar. Ao Pres. Bandeira, deixo apenas uma lembrança, das mais antigas: “Compra, que a torcida paga!”.

Saudações Rubro-Negras!

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Elenco Pré-Copa

Salve, Buteco! O Campeonato Brasileiro/2018 chegou ao período de interrupção para a Copa do Mundo com o Mais Querido do Brasil liderando isolado o certame quatro pontos à frente dos segundos colocados - Atlético/MG e São Paulo. Muito se debateu a respeito do clube utilizar bem o período sem jogos pelas três competições que disputará no segundo semestre: o próprio Brasileiro, a Copa do Brasil e a Libertadores. O bom aproveitamento do período de paralisação envolve não apenas o período de treinamentos, como também decisões corretas na contratação de reforços para o elenco e reposições para as saídas. É que a volta das competições trará não apenas grandes desafios, como alguns problemas que não podem ser desprezados.

Nos bate-papos diários com os amigos do Buteco durante a semana, lembrei que, se no jogo contra o São Paulo o Flamengo contar com o elenco atual, teria as seguintes opções para escalar o time: Diego Alves, Rodinei, Matheus Thuler, Léo Duarte e Renê; Ronaldo (Hugo Moura); Everton Ribeiro, Diego, Lucas Paquetá e Marlos Moreno; Lincoln. Longe de ser um time fraco, é preciso reconhecer que, para esse jogo, as posições de primeiro volante e dos dois atacantes mais adiantados preocupam. As sólidas atuações de Thuler e Léo Duarte permitem que hoje não se sinta tanta falta de Réver, Juan e Rhodolfo na zaga, porém necessariamente nas posições de primeiro volante, meia ou atacante pela esquerda e no comando do ataque a situação se inverte. Ronaldo jamais demonstrou a qualidade e a força de Cuéllar e Jonas  nos desarmes, o que abre espaço para o jovem Hugo Moura como alternativa; Marlos Moreno ainda não superou a timidez e Geuvânio da mesma forma não engrenou, enquanto Berrío é uma completa incógnita, dada a gravidade da contusão. No comando do ataque a única alternativa para o jogo é o jovem Lincoln, sob pena de se recorrer a outros ainda mais jovens como Vitor Gabriel.

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Esses são os problemas imediatos, a serem enfrentados especificamente na partida contra o São Paulo. Projetando cenários para as partidas seguintes, o elenco contará com os retornos de Cuéllar, Jonas e Henrique Dourado, porém no ataque a situação continua a preocupar, haja vista a indefinição da situação jurídica de Guerrero, assim como a proximidade do final de seu vínculo contratual com o clube, e as saídas de Vinicius Jr e Felipe Vizeu. Na defesa, muito se fala da idade avançada e das constantes contusões dos zagueiros mais velhos, problema remediado com as ascensões de Thuler e Léo Duarte; contudo, a situação da lateral esquerda me parece ainda mais emergencial, pois não é concebível que Renê suporte a sequência de jogos nas três competições e, aparentemente, Trauco, que defensivamente não convenceu até hoje, tende a se transferir para a Europa.

O meio campo conta com boas opções como Cuéllar, Jonas, Diego, Everton Ribeiro, Lucas Paquetá e Jean Lucas, porém se observarmos com atenção não é razoável ter tantos jogadores subutilizados porque não reúnem condições para manter o nível entrando ocasionalmente, casos de Ronaldo, Rômulo e Ederson, sem falar no "Risco Arão", que vem sendo "assumido" nas etapas finais das últimas partidas. Porém, não se pode deixar de levar em conta que o pouco confiável cabeludo é uma das poucas opções para "segundo volante" no elenco.

A pior situação me parece ser a do ataque. Começando pela posição de centroavante, Henrique Dourado, como era previsível, não se adaptou à filosofia de jogo à base de posse de bola e troca de passes desde a saída da defesa até a construção de jogadas ofensivas. Talvez por ironia do destino, Guerrero, que, pela idade e por falta de velocidade e explosão, sofreu desde sua contratação com a filosofia de jogo à base de contra-ataques e lançamentos longos, na teoria se encaixaria muito melhor na forma de jogar do time de Barbieri, todavia, além de se encontrar em situação jurídica indefinida (punição aplicada pelo TAS e fim de contrato próximo), dá claros sinais de que a relação com o clube está desgastada por sua insatisfação com a suspensão do contrato (e do pagamento dos salários). 

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Com a licença de vocês, ainda no ataque, Vinicius Jr. é uma capítulo à parte.

Semana passada escrevi que o rapaz era praticamente insubstituível. Mantenho essa opinião. Uma análise superficial do contexto levaria à inevitável conclusão de que nossa joia da base se afoba e se precipita em diversos lances, tomando a decisão equivocada no momento de dar a assistência decisiva ou concluir a gol. Seu rendimento inclusive caiu nos últimos jogos. Logo, está longe de ser impossível encontrar um atacante que, mesmo jovem, desempenhe a mesma função tática, porém esteja mais amadurecido para o futebol profissional.

Entretanto, vamos ao contexto: Vinicius, quando veste o Manto Sagrado, corre não apenas por seu futuro profissional, mas para realizar seus sonhos de infância e jovem atleta. O desejo de vencer pelo clube de coração é latente e inegável. A pureza desse sentimento interage com uma forma física privilegiada e um talento que, mesmo ainda tendo grande parte em estado bruto (não lapidado), acaba explodindo no plano concreto em jogadas como a do gol de Everton Ribeiro no Horto, contra o Atlético/MG. Refiro-me aqui, amigos, a um pique praticamente desde a linha divisória do gramado até a pequena área adversária aos trinta e quatro minutos do segundo tempo, deixando a zaga adversária para trás "comendo fumaça". Portanto, não é só talento, mas velocidade, explosão, preparo físico e, percebam, amor à camisa traduzido em uma dedicação incomum.

Não é à toa que Vinicius raramente recebe a bola sem logo em seguida estar cercado por dois ou três adversários, como pude constatar ao vivo no Mané Garrincha durante o Fla-Flu. O efeito causado no do sistema defensivo adversário gera oportunidades para os outros bons talentos do time, como Lucas Paquetá, Diego e Everton Ribeiro. Trata-se de qualidade que Marlos Moreno, Berrío e Geuvânio dificilmente terão condições repor.

Pode até ser que ocorra alguma reviravolta e Vinicius volte para o segundo semestre, porém tudo depende do desempenho da nossa joia da base na pré-temporada do Real Madrid. Ou seja: hoje é mais seguro e sensato contar com sua saída.

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Sem pipocar, eu não contrataria para a posição de primeiro volante e arriscaria Hugo Moura no confronto contra o São Paulo. Pensando em prioridades para o retante da temporada, compor o elenco na zaga e na lateral esquerda não deve (ou não deveria) ser um grande desafio para a Diretoria, porém para reforçar e repor as perdas do ataque será preciso muito mais ousadia, além de critérios depurados, do que nas janelas de transferências internacionais dos anos anteriores e início de 2018. E se for possível empurrar pra frente ao menos o Rômulo (contando que o Ederson não terá contrato renovado), sem dúvida avançaremos na necessária "depuração" do elenco.

Palpites? Sugestões?

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A bola está com vocês para falar do Mais Querido e da Copa do Mundo.

Bom dia e SRN a tod@s.

sábado, 16 de junho de 2018

A justiça dos homens

Eu no twitter: @alextriplex

Eu sou um réu confesso: quando o Rocco me chamou pra escrever no Buteco, me senti (e ainda to nessa pilha) enferrujado e, pior, irritado demais para desenrolar a resenha pros frequentadores de tão digna mesa.


Foram 2 ou 3 textos chatos, carrancudos, reclamando da falta de sangue nos olhos (me perdoem pela excessiva repetição deste termo), de atitude, de tudo. Reclamava de um sentimento nobre de todo torcedor do Flamengo, e de vários ex-jogadores. Nem preciso descrever, né? Todos aqui sabem.


Então, de repente, não mais que de repente, a engrenagem funcionou. Um parafuso aqui, um parafuso ali, um jogador de base acolá, e a parada começou a andar num formato um tanto quanto parecido - e melhor, diga-se - do que esperamos.


E é nesse ponto que entra a justiça dos homens. Mas não a dos livros e códigos. Mas a justiça do torcedor, o nosso julgamento sagrado baseado nos livros da história do clube. Quando reclamamos, nunca é 100% chatice. E, quando devemos elogiar, é 100% pelo entendimento de que temos o que queremos.


O jogo contra o Palmeiras serviu não pelo empate. Muito menos pelos 4 pontos que mantivemos das segundas colocadas (as galinhas e as bambis). Acima de tudo, pelo aparecimento de uma atitude de homem, pelo culhão de não fugir às pombagirices não doutrinadas do Dudu e outros jogadores, pela atitude de cagar e andar pra um estádio cheio e tocarmos a bola pra cá, pra lá, e pra cá.


Durante o jogo, em um grupo de whatsapp, ressaltávamos essa atitude, as bolas dos jogadores batendo na borda na mesa enquanto porramos a rola na toalha quadriculada de uma cantina parmerense. Chegamos a dizer um "o resultado não importa, esses manés não ganham bosta nenhuma no grito. Aqui não".


E realmente não ganharam. E ainda saíram putinhas, o que torna as coisas mais divertidas e, sobretudo, esperançosas. Eram 6 da base. E ninguém correu da porrada. Muito pelo contrário. Caíram dentro, foram pro pau, enfiaram o dedo na cara dessa gente que se acha acima do bem e do mal, mas que não tem um mísero Mundial ou uma Copinha.


Oswaldo Tinhorão escreveu sobre essa questão de ganhar na bola e na porrada, acerca de algum Flamengo x Vasco. O texto em questão não era esse 
aqui (http://tinhorao.blogspot.com/2004/04/), mas ilustra bem algumas situações mínimas que esperamos de nosso elenco. A entrada do Cuellar no anão 7 dos porcos foi um cartão de visita com os dizeres "VEM QUE TEM, SEU MIERDA". Vai de encontro ao trecho do maravilhoso texto de Tinhorão que diz "O fato é que, graças a esse sistema, sei que o Flamengo ganhou e deu um baile no segundo tempo. Que teve porrada -- como eu gosto --, que o nosso Douglas Silva deu uma porrada nos cornos do pederasta do Claudemir... enfim, que o Flamengo ganhou na bola e no braço."

Resumindo, esse é o Flamengo que eu espero. Essa atitude, esse toque de bola que irrita a humanidade, e que nos deu 2 golaços - contra os bambis cariocas e contra o Paraná Clube. Um toque de bola que é a herança deixada pela década de 80.  E que estava guardada em algum lugar, escondida. Barbieri achou, explicou, desenhou, fez apresentação em ppt, página com Flash, e o elenco entendeu. Azar dos rivais.


Vou pedir ao chefe férias durante a Copa. A não ser que ele queria alguma resenha sobre algum jogo. Vir aqui pra analisar as barrigadas de jornalistas que não foram pra Copa é demais pro meu colesterol. Se eu puder aconselhar, aqui vai: curtam a Copa. E lembrem-se de que o Flamengo contrata e anuncia. Não se mete em especulação, deixa isso pra demência de gente que se diz jornalista ou pra torcedor sem mulher pra aproveitar a vida. 


E nada mais digo.


MS

CCM
DCF
SRN







sexta-feira, 15 de junho de 2018

Notas Rubro-Negras








Irmãos rubro-negros,



Como bem disse o Flavio ontem, Flamengo foi assaltado na quarta-feira. Uma arbitragem tendenciosa, que nos prejudicou bastante, inclusive quanto ao jogo de retorno do Campeonato Brasileiro, diante de mais um time paulista.

Flamengo precisa vencer adversários não apenas dentro de campo, mas fora dele também. A CBF paulista se posiciona frontalmente contra o Flamengo. Ela é mais um oponente a ser subjugado.

Dificilmente um empate do Flamengo, dentro ou fora de casa, me parece algo almejável ou mesmo aceitável.

Mas na quarta-feira, o time do Flamengo honrou o Manto e mereceu elogios por sua postura.



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Quanto ao substituto do Vinicius Jr., talvez o Marlos possa fazer a função.

Ele tem a característica de jogar mais centrado, mas possui velocidade e habilidade para atuar pelo lado do campo.

Pode ser uma boa opção para o Flamengo.

Que a diretoria rubro-negra aproveite com muita sabedoria a janela que se avizinha. Será muito difícil manter as boas atuações e os bons resultados contando apenas com os jovens da base. 

É importante investir nas posições carentes da equipe: zaga, laterais, segunda posição do meio de campo e centroavante. E seria sensato trazer um reserva à altura para o Diego Alves.


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Por fim, menção honrosa à torcida do Flamengo, que compareceu em ótimo número ao Allianz Parque (esgotamos nossos ingressos) e empurrou o Flamengo o tempo inteiro.

A Nação Rubro-Negra é a maior e melhor torcida do mundo.







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Abraços e Saudações Rubro-Negras.

Uma vez Flamengo, sempre Flamengo.


quinta-feira, 14 de junho de 2018

Palmeiras 1 x 1 Flamengo - O assalto

Flamengo foi ao Allianz Parque, estádio do Palmeiras, para ser assaltado pela arbitragem, mais uma vez tendenciosa a favor dos times de São Paulo, desta CBF paulista e bairrista ao extremo.

O juiz, aos serviços, conseguiu tirar meio time do Flamengo para enfrentar o São Paulo, na próxima rodada pós-Copa do Mundo. Excessivamente "caseiro", o juiz deixava para lá inúmeras entradas maldosas do Palmeiras, particularmente do Felipe Melo, o "Sergio Ramos" tupiniquim, para ficar "indignado" com as reclamações dos jogadores do Flamengo quanto às inúmeras agressões recebidas e não coibidas pela arbitragem. Estranhamente, as reclamações ostensivas e exasperantes do Dudu, jogador do Palmeiras, eram toleradas todo o tempo, sem qualquer tipo de cartão ou sequer advertência.

É com este tipo de arbitragem, desta confederação de dirigentes suspeitos e/ou condenados que temos que conviver para torcer por nosso time. Infelizmente é como as coisas são feitas no Brasil. O controle de instituições por parasitas mal-intencionados. Mas é o Flamengo, contra tudo e contra todos.

E o Flamengo começou o jogo contra o Palmeiras,de forma meio inerte. Com marcação alta e velocidade, Palmeiras, de inicio, envolveu o Flamengo,que mal conseguia se articular, com Paquetá e Everton Ribeiro apagados. Diego Alves, melhor jogador do Flamengo na partida, em minha opinião, fez uma defesaça logo de início, em chute na nossa área, a partir de um cruzamento feito ignorando a presença do Rodinei.

Achando o caminho das pedras, repetiram o mesmo lance. Cruzamento pela esquerda, cabecearam para a pequena área, achando Willian livre. Gol do Palmeiras, de cara. 

Flamengo ficou atordoado. Jean Lucas não se encontrava defensivamente nem ofensivamente. Bola sobrava sempre pro já saudoso Vinicius Jr, sempre muito marcado com violência não coibida pelo Palmeiras. 

Mas, enfim, o Flamengo se achou. Jean Lucas centralizou mais e passou a comandar o meio de campo. Everton Ribeiro também se juntou a ele, fortalecendo este setor que até então perdia todas para o adversário. Paquetá perdido estava e perdido continuou por toda a partida. Não fez bom jogo deveria ter sido substituído.

O jogo ficou mais equilibrado, Flamengo com mais posse de bola, e trocando vários passes sem errar. E fim do primeiro tempo. Juiz amarelando todo o tempo os jogadores do Flamengo por qualquer "ai" pronunciado.

Veio o segundo tempo. Flamengo volta sonado de novo. Palmeiras na pressão mas desta vez, sem gols. Flamengo então passa, desta vez, a atacar mais, pressionar mais. O jogo fica bom. As chances se revezam. Vinicius Jr faz grande jogada pela ponta e é atingido selvagemente pelo Felipe Melo, no tornozelo. Seria para vermelho direto se juiz fosse minimamente bem intencionado, o que não era a questão. Confusão aqui e ali, jogo reinicia. Depois de um tempo, Rodinei enfim cobra um escanteio de forma decente, e Thuler marca um belo gol de cabeça. 1 a 1. Empate justo até então pelo apresentado entre as equipes. Logo a seguir Flamengo perde um gol incrível, depois de uma grande defesa do Jailson em chute do Vizeu, Vinicius Jr perde o gol. Diego Alves também faz seus milagres na meta do Flamengo.

O juiz atrapalhava o jogo com sua parcialidade. Vê-se que o futebol brasileiro é capaz de apresentar bons  espetáculos. Mas porque a CBF paulista tem esta fobia ao bom jogo honesto? A um campeonato bem disputado?  Seria melhor para todos os envolvidos, inclusive aos times paulistas sempre beneficiados. Assim estragam o "produto". Como comercializar jogos do campeonato brasileiro para fora com esta arbitragem vergonhosa?

Enfim, postura nada inteligente e nada comercial. Mas coloca presidente da CBF conselheiro do São Paulo, chefe de arbitragem advindo da Federação Paulista. Tá tudo dominado. É doentio este pessoal, ultra-bairrista.

E no fim do jogo, como miséria pouca é bobagem, o péssimo apitador Bráulio, fecha com chave de merda seu trabalho. Em uma confusão causada pelo sempre chatíssimo Dudu, que se favorece de estar no Palmeiras para não ser coibido, provoca uma confusão com Cuellar. O agride, e com isto monta-se um barraco entre os jogadores, no que aproveita o juiz para distribuir cartões vermelhos ao Flamengo, favorecendo assim o São Paulo, seu adversário na próxima partida.

Certo que recebeu os parabéns do Caboclo findo o jogo.



quarta-feira, 13 de junho de 2018

Palmeiras x Flamengo


Campeonato Brasileiro/2018 - Série A - 12ª Rodada

Palmeiras: Jailson; Marcos Rocha, Edu Dracena, Thiago Martins e Victor Luiz; Felipe Melo e Bruno Henrique; Hyoran, Moisés e Dudu; Willian. Técnico: Roger Machado.

FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Léo Duarte, Matheus Thuler e Renê; CuéllarJeaLucas, Everton Ribeiro, Lucas Paquetá e Vinicius Jr.; FelipVizeu. Técnico: Maurício Barbieri (Interino).

Data, Local e Horário: Quarta-feira, 13 de Junho de 2018, as 21:00h (USA ET 20:00h), no Allianz Parque ou "Arena Palestra Itália" ou "Arena Palmeiras", em São Paulo/SP.

Arbibragem: Bráulio da Silva Machado, auxiliado por Kleber Lúcio Gil (FIFA) e Neuza Inês Back (FIFA); Quarto Árbitro: Henrique Neu Ribeiro; Assistentes Adicionais 1 e 2: Edson da Silva e Evandro Tiago Bender, todos da Federação Catarinense de Futebol.

Pendurados: Cuéllar, Jonas, Renê, Geuvânio, Henrique Dourado e Vinicius Jr.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Até logo




SRN, Buteco.

Foi estranho. Tinhamos acabado de vencer o jogo e estamos na liderança isolada do campeonato.

E o sentimento era de perda, de tristeza.

Na mureta do estádio, como sempre haviam torcedores em busca do contato com os seus ídolos. 

Fotos, abraços, ...e lágrimas.

A maioria ali não viu Zico jogar, então não tem noção do sentimento devastador que deve tger sido a sua saída para a Udinese.

É uma emoção nova para a grande maioria, certamente.

Porque é a primeira vez em décadas que temos alguém  de valor tão elevado, tão especial, de brilho tão intenso.

Tão intenso quanto o sentimento de que o convívio foi fugaz, durou tão pouco, esperávamos conquistar tantos títulos e de repente, chegou ao fim.

Vai passar.

Em algum momento, vamos sentir orgulho. Tal como o pai que vê o filho se formar numa faculdade, veremos o nosso garoto ganhar títulos, empilhar gols, e nos lembraremos que é nosso, que saiu daqui, que sorriu e chorou conosco.

Vai com Deus, Vinicius. Vocé agora é do mundo, e o mundo é seu.

Mas volta algum dia...