domingo, 28 de agosto de 2016

Chapecoense x Flamengo

 


Campeonato Brasileiro 2016 - Série A - 22ª Rodada

FLAMENGO: Muralha, Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Gabriel, DiegEverton; Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.

Chapecoense - Danilo, Gimenes, Willan Thiego, Felipe Machado e Dener; Gil, Josimar, Cléber Santana e Hyoran; Lucas Gomes e Kempes. Treinador: Caio Junior.

Data, Local e Horário: Domingo, 28 de Agosto 2016, as 16:00h (USA/ET 15:00), no Estádio Índio Condá ou "Arena Condá", em Chapecó/SP.

Arbitragem - Caio Max Augusto Vieira (RN), auxiliado por Flavio Gomes Barroca (RN) e Vinicius Melo de Lima (RN). Quarto Árbitro: Rodrigo D Alonso Ferreira (SC). Assessor: Claudemir Maffessoni (SC).


 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

O Buteco Mais Querido do Mundo!







Irmãos rubro-negros,



o Buteco do Flamengo comemorou oito anos de vida no dia 20 de julho deste ano.

Oito anos de uma vida muito bem vivida.

O Buteco é a prova cabal de que é possível debater apaixonadamente sem ofensas e com respeito.

Muito disso se deve ao cuidado e ao carinho dos criadores e administradores do Buteco, Rocco e Gustavo, e Bcb.

E muito se deve, também, a todos os amigos que participam deste espaço tão especial, contribuindo com suas idéias e compartilhando o seu amor pelo Clube de Regatas do Flamengo.

Aqui, rubro-negros de todo o Brasil e de vários países comentam, debatem e dão sugestões para o engrandecimento do Flamengo.

Mesmo quando o papo resvala para temas fora do universo flamengo, as normas da boa conversa prevalecem, ainda que as opiniões sejam antagônicas.

O convívio no Buteco, portanto, enriquece não apenas a nossa cultura rubro-negra, mas contribui também para o próprio aprimoramento pessoal de cada um. Lidar com pensamentos divergentes e manter o respeito é um aprendizado constante.

E de valor imensurável.

Num contexto cada vez mais intolerante, no qual as redes sociais se tornam campo virtual de batalha, o Buteco oferece a todos nós uma verdadeira aula de civilidade e de amor ao Flamengo.

Como rubro-negro que sou, completamente apaixonado pelo Flamengo, sinto um orgulho tremendo do Buteco, de ler e aprender diariamente com os amigos.

Eu gostaria de agradecer ao Rocco, ao Gustavo, ao Bcb e a todos os amigos rubro-negros que frequentam o Buteco do Flamengo, debatendo ou apenas lendo, silenciosamente, os comentários.

Muito obrigado!

O Buteco é feito, com muito amor e carinho, por rubro-negros e para rubro-negros.

Desejo, de todo o coração, meus sinceros parabéns ao Buteco do Flamengo pelos seus oito anos de vida.






Vida longa ao Buteco Mais Querido do Mundo!







...


Abraços e Saudações Rubro-Negras.

Uma vez Flamengo, sempre Flamengo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Flamengo 2 x 4 Figueirense. Na conta do Zé/Jayme

E o Flamengo segue sua sina de menosprezo a competições internacionais. Não importa a grife que é eleita, as pessoas novas que entram, os grupos de associados e torcedores que apoiam a gestão da vez, que o Flamengo, instituição, literalmente caga e anda para toda e qualquer competição internacional que participa. É algo que me escapa. Antes de ser associado e conselheiro do clube, sou torcedor. E faço parte, talvez, de uma minoria dentro do clube que acha ULTRAJANTE uma comissão técnica se permitir escalar goleiro e zaga reserva em jogo de mata-mata de uma competição internacional. Escalou porque assim foi permitida pela Diretoria de Futebol, VP de Futebol, Presidência, enfim, todos os poderes afins a esta atividade do clube. E porque digo minoria? Porque não é possível que no passar dos anos a mesma postura pérfida de desprezo a um Flamengo de alcance internacional permeie todas as administrações sem que este espírito "xenófobo" não esteja misteriosamente entranhado na mente e alma dos associados que se tornam dirigentes do Flamengo nos anos que passam.

Estou cansado disso. Desta alma de derrotado. Deste desprezo explicito pelo espirito de competição, que permite a uma comissão técnica absolutamente medíocre, como muitas vezes já escrevi neste espaço, escalar um goleiro que é péssimo, e todos sabem, e uma zaga mal treinada, mal fisicamente e completamente desorientada. Um zagueirão enorme, Donatti, que perdia todas de cabeça. Juan, que a idade já pesou, com uma ancora amarrada nos pés, e junta a um goleiro ruim, que não orienta a zaga, que falha miseravelmente em qualquer bola que vá em direção ao gol. 

Zé/Jayme não satisfeito com uma zaga reserva e desentrosada, junto com um goleiro ruim, resolveu apostar no desentrosamento da proteção do meio de campo. Cuellar e Arão, finalmente diria, jogaram juntos. Cuellar combateu ali pelo meio. Mas era o único. Deu bons chutes a gol, inclusive. Mas volte e meia se mandava para frente junto com seu "companheiro de volância", o que deixava um buraco no setor. Mas Arão em noite apagadíssima, correndo sem rumo para frente, talvez deprimido pelo Tite não o ter convocado para uma seleção que por este jogo estaria longe de merecer. A Comissão Técnica também escalou Mancuello, que sabe jogar pela esquerda, colocado no centro, e Alan Patrick, que sabe jogar pelo centro, colocado pela esquerda. Junte a isto Cirino em (mais uma) péssima noite e Guerrero, jogando sem sal, dando saudades de Leandro Damião. 

Flamengo foi um bando em campo. Pareceu o Flamengo que jogou contra o Sport, com o agravante do Figueirense ter dois jogadores em noite iluminada, Rafael Moura, com fome de fazer gols no Flamengo (ainda mais motivado pelo PV no gol) e Carlos Alberto, que iniciava todas as jogadas do time, o qual a dupla dinâmica Zé/Jayme, por burrice ou inaptidão à profissão, simplesmente deixava desmarcado sem qualquer vigilância.

Flamengo mereceu perder. Mereceu ser goleado. Dois gols ridículos de bola parada vindo de trás. Fácil deixar em impedimento, certo? Não para Rodinei e Juan, que se adiantaram aos atacantes antes de cobrarem a falta! Não vou falar muito da escorregada do Donatti porque foi uma fatalidade. Infelizmente acontece por vezes. O Figueirense, a rigor, mesmo com o problema da marcação pelo meio porque a dupla Cuellar e Arão, desentrosados, deixavam vários espaços, só fez um gol em jogada tramada. O primeiro. 

De bom foi a entrada do Ronaldo (finalmente!) no segundo tempo. Mas em um momento em que o Figueirense já recuava e Carlos Alberto tinha saído. Pareceu que protegeu bem ali o miolo do meio de campo, jogando mais centralizado, como um líbero, liberando o Arão para suas maluquices pelo jogo. 

Agora o Flamengo precisa fazer dois gols de diferença. 2 x 0 contra o Figueirense em Cariacica. Dá? Dá. Mas precisa ter vontade de decidir, de querer conquistar esta vaga, e infelizmente não vejo este sentimento nesta comissão técnica amorfa que tem o respaldo de quem deveria em primeiro lugar enxergar o Flamengo como vencedor e campeão dos títulos que participa, mas não o faz.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Figueirense x Flamengo



Copa Sulamericana 2016 - Segunda Fase - 1º Jogo

Figueirense - Thiago Rodrigues; Ayrton, Marquinhos, Bruno Alves e Pará; Jackson Caucaia, Ferrugem e Dodô e Carlos Alberto; Yago e Rafael Moura. Técnico - Tuca Guimarães.

FLAMENGO: Paulo Victor; Rodinei, Donatti, Juan e Chiquinho; Ronaldo, Willian Arão, Alan Patrick e Mancuello; Guerrero e Marcelo Cirino. Técnico: Zé Ricardo.

Data, Local e Horário: Quarta-feira, 24 de Agosto de 2016, as 21:45h (USA/ET 20:45h), no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis/SC.

Arbitragem - Daniel Ferdoczuk (Uruguai), auxiliado por Mauricio Espinosa (Uruguai) e Nicolas Taran (Uruguai).


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Fla 12.001

Salve, Buteco! Bom dia pra você que torce pelo time que chegou à marca de 12.000 (doze mil) gols marcados ontem, 21 de agosto de 2016. Coube a Leandro Damião fazer história com a cobrança de uma penalidade máxima (existente) marcada pelo árbitro Raphael Claus, mas bem que a sua meia-bicicleta faria muito mais jus ao momento, à história e à celebração do gol doze mil. O gol coroou ainda uma estreia esfuziante do novo centroavante rubro-negro: eu, que achei que o Flamengo havia contratado um bonde, saí do estádio satisfeito com uma atuação de raça, vibração e também qualidade do nosso novo camisa 18. Boa atuação como pivô, ótimas movimentação e colocação, bons passes e excelente presença na área. Damião mostrou-se sobretudo a vontade vestindo o Manto Sagrado, que não lhe pesou os ombros. Quando essa combinação surge logo na estreia, é bom sinal. Que continue assim. Parabéns ao Damião e à Diretoria pela precisão numa contratação que parecia ser de risco.

Foi sublime estar no estádio e presenciar esse momento ao lado das minhas filhas e contra um adversário histórico (que eu particularmente detesto). A linda foto extraída do perfil do Flamengo no Twitter fica para a eternidade. Muito obrigado, Damião.

***

Mas ontem também foi dia de estreia do Diego, que logo no aquecimento adentrou o gramado com os braços abertos e olhando para o céu. A energia dentro do estádio era altamente positiva e rubro-negra. A sinergia entre torcida e time esteve presente o tempo todo. O também estreante Diego jogou com o mesmo foco de Damião e também se doou dentro de campo; porém, experiente, técnico e cerebral, liderou o time logo em seu primeiro jogo e não deixou margem a dúvida de que veio pra fazer diferença.

Diego jogou até mais tempo do que se anunciou que havia sido programado, o que certamente foi resultado de sua dedicação e concentração dentro de campo. Contando com um cruzamento perfeito do lateral direito Pará, que fez excelente partida e teve o nome gritado pela torcida, Diego marcou um o gol 12.001, também muito emocionante e extremamente importante, um gol que sacramentou a vitória em um confronto direto (head-to-head) contra o histórico rival interestadual que atualmente disputa tanto a vaga no G4, quanto o título com o Flamengo.

Se o Grêmio não jogou completo (Wallace e Luan na seleção olímpica), o Flamengo também jogou desfalcado, de Guerrero e Arão, cujas ausências, porém, não foram notadas, sem qualquer crítica ao ótimo centroavante peruano e ao nosso volante multifuncional. A questão é que o Mais Querido, hoje, conta com elenco. A vitória, para mim, foi um divisor de águas e certamente dará muita confiança aos jogadores, dada a importância do confronto.

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As estreias de Diego e Leandro Damião foram simbólicas. O grupo está unido. Ambos foram evidentemente acolhidos pelos demais jogadores e se sentiram absolutamente a vontade para jogar.

No plano tático, o 4-2-3-1 ontem funcionou bem, apesar da ausência de Willian Arão, graças a um conjunto de fatores: primeiramente, a boa compactação do time; segundo, à atuação de Diego, que se movimentou muito bem e se entendeu com os meias-pontas mais abertos, Gabriel e Everton, que jogaram de forma muito intensa; terceiro, em relação aos volantes, Márcio Araújo saiu menos pro jogo (ainda bem!) e Cuéllar foi preciso nos passes.

A intensidade do time é algo a ser destacado porque três atletas não jogavam há bastante tempo: Leandro Damião e Diego, que estreavam e inclusive não tinham ritmo de jogo e entrosamento com os demais jogadores, e Gabriel, que não vinha sendo escalado e nem entrava no decorrer das partidas. Contudo, Damião e Gabriel (que correram muito) foram os primeiros a se cansar, tendo sido substituídos por Felipe Vizeu e Alan Patrick. Diego, que muito se empenhou e teve atuação destacada, demonstrou o quanto é cerebral e experiente, sendo o último dos três a deixar o campo sem aparentar qualquer sinal de exaustão.

Destaco que a entrada de Alan Patrick ao lado de Diego, dois jogadores em tese com características semelhantes e que disputariam posição dentro do esquema que vem sendo o preferido de Zé Ricardo, não acarretou a perda de posse de bola do Flamengo e nem do controle do meio de campo. Pelo contrário, Alan Patrick foi importante exatamente nesse quesito e na cadência do volume de jogo, pois naquela altura o Flamengo atacava para o lado que fervia sob o sol do meio dia.

O Grêmio saiu um pouco mais pro jogo no segundo tempo e um vacilo da defesa ainda lhe permitiu um sopro de esperança logo após o segundo gol, mas o Flamengo não chegou a ter a vitória ameaçada. Um aspecto que precisa ser aprimorado é a finalização. No primeiro tempo, em que pese o mérito do ótimo arqueiro Marcelo Grohe, do Grêmio, o Flamengo poderia ter descido ao vestiário com 2x0 se Everton fosse mais preciso no fundamento. A rigor, um placar que deveria ter sido elástico acabou terminando apertado e não simbolizando a realidade do jogo como um todo.

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Quarta-feira é dia de estreia na Sula, uma espécie de aperitivo e preparação para a Libertadores. O adversário é o Figueirense no Orlando Scarpelli, estádio no qual o Flamengo foi derrotado no primeiro turno do Brasileiro pela contagem mínima tendo bem mais volume de jogo.

Mandem as escalações e principalmente digam o que fariam se estivessem no lugar de Zé Ricardo em relação à rodagem do elenco, eis que a maratona começou.

Bom dia e SRN a tod@s.

domingo, 21 de agosto de 2016

Flamengo x Grêmio

 


Campeonato Brasileiro 2016 - Série A - 21ª Rodada

FLAMENGO: Muralha, Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, Cuéllar, Mancuell(Gabriel), DiegEverton; Leandro Damo. Técnico: Zé Ricardo.

Grêmio - Marcelo Grohe; Wallace Oliveira, Pedro Geromel, Wallace Reis e Marcelo Oliveira; Maicon, Ramiro, Douglas, Pedro Rocha e Éverton; Miller Bolaños (Henrique Alemeida). Técnico: Roger Machado.

Data, Local e Horário: Domingo, 21 de Agosto 2016, as 11:00h (USA/ET 10:00), no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília/DF.

Arbitragem - Raphael Claus (FIFA/SP), auxiliado por Rogério Pablos Zanardo (ASP/FIFA/SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (ASP/FIFA/SP). Quarto Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (ASP/FIFA/DF).


 

sábado, 20 de agosto de 2016

Ressaca Olímpica


Amanhã eu acordarei de ressaca olímpica. Sim, ainda faltará um dia de eventos, final do vôlei masculino, a tradicional maratona, mas os Jogos já estão deixando saudades. A vida, principalmente do carioca, volta aos trilhos e, antes das onze da manhã, estarei sentado em frente à TV para assistir mais uma partida do Mengão.

Tropeçamos na semana passada, fato, e não só pela derrota. O time jogou mal, perdido, as mudanças feitas pelo Zé Ricardo não funcionaram e perdemos para o cachorro de peruca. Curioso que, para quem acredita em coincidências, a última vez que havíamos perdido para eles, em campeonatos brasileiros, foi em 2009. Mas deixa as coincidências para lá.

Temos amanhã um confronto direto. Eu olho para a tabela de classificação e vejo os seis primeiros brigando por título. O Grêmio é o terceiro, um ponto na nossa frente e, vencendo, os ultrapassamos (lembrando que eles ainda tem uma partida a fazer contra o Botafogo, adiada em virtude das Olimpíadas). Dessa forma, é fundamental que voltemos de Brasília com a vitória e temos total condição, mesmo com as ausências do Guerrero e do Arão, dois dos destaques da equipe nos últimos meses.

Entretanto, teremos a já confirmada estreia do Diego, grande contratação rubro-negra, quiçá nacional, da temporada. Pelas notícias e comentários durante a semana cheia de treinos, se jogar 70% do seu máximo atual, ele é melhor que qualquer meia que passou no clube nos últimos cinco anos. Falta saber ainda como Zé Ricardo escalará a equipe. Márcio Araújo, o intocável, Cuéllar deve entrar na vaga do Arão, Damião no lugar do Guerrero e daí pra frente é só dúvida. Se resolver manter o esquema da partida passada, com dois jogadores abertos, Diego pode entrar no lugar do Mancuello. Saindo Cirino, mais provável, ou Éverton, muda-se o posicionamento geral. O importante é que, de acordo com a entrevista dada ontem pelo Zé, variações foram treinadas durante a semana.

Vale lembrar também que na próxima quarta, dia 24, estreamos na Copa Sul-Americana contra o Figueirense em Florianópolis. Com isso, voltaremos a atuar duas vezes por semana e, com as viagens, as sessões de treinamento escasseam. Fundamental que as vitórias aconteçam, independente de qualquer coisa.

Pra cima deles!

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