sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Até Quando?

 SRN, Buteco. 

No excepcional filme “ FORD X FERRARI” ( sim,eu adoro fazer referência à filmes e citar cenas fazendo analogia com situações reais. E quem não viu pode assistir o filme que não vai se arrepender) , em certo momento o protagonista Ken Miles está analisando o novo Ford Mustang. 

Ele se volta ao executivo da fábrica, diz que o carro deveria ter a distância entre eixos encurtada,perder metade do peso e ganhar um motor V8. 

Acrescenta,ainda, que mesmo fazendo isso ele preferia um Chevy Chevelle.

 E arremata : “ E o Chevelle é um péssimo carro.” 

Estamos diante de uma situação dessas. 

O Domenec não foi um treinador bom,longe disso. Mas diante do Bambi de Tróia,meio que deixou até saudades. 

Porque o time era grotescamente desequilibrado. 

Um ataque excelente e uma defesa horrorosa. Porém dava pra ver algum futuro ali. Peguem comentários de época daqui mesmo no Buteco que vamos ver que o sentimento geral era de que se a defesa apresentasse um mínimo de melhora o time iria decolar.

 A volta de Rodrigo Caio era a esperança, inclusive

. Já o time do Bambi de Tróia é absolutamente equilibrado. Ruim na defesa e no ataque em iguais proporções. 

Já teve tempo de sobra para treinar e a cada rodada o time só piora. Além disso escala de modo agradar os chefes do e elenco e apaniguados.

 Enquanto isso,em sono profundo,a diretoria segue inerte.

 Até quando?





quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

A Pulsão da Morte Rubro-Negra


O Flamengo no espaço de menos de um ano voltou ao "quero meu Flamengo de volta" que tantos seguidores de gestões arcaicas e irresponsáveis gostavam tanto. Amador, descompromissado, cheio de amigos e aliados políticos atulhando departamentos. O Flamengo do "sonho azul" de 2013 em diante foi pro saco. Voltamos a ser o carro desgovernado que se arrebenta a cada curva, os quais os outros corredores dão várias voltas de vantagem.

Não era para ser assim, mas há dentro do clube uma "pulsão de morte", que é uma orientação em direção à morte e à destruição. Isto não é privilégio rubro-negro. Quantas pessoas são assim? Estão bem na vida, no casamento, de saúde e em um momento para outro destroem tudo? Seja se enfiando em drogas,  arrumando amantes e com isto se descuidando do trabalho e do negócio pondo tudo a perder? Flamengo é isto. Um clube com pulsão da morte.

Depois de um 2019 arrebatador pôs tudo a perder. Se enfiou na droga da politicagem de clube, na contratação de indicados sem eficiência profissional, no afastamento de profissionais que fizeram sucesso no ano anterior, para voltar de novo a ser aquele amálgama de coisa ruim. Temos um grupo de amadores neófitos dirigindo o futebol e contratando comissões técnicas inexperientes que conseguiram estragar o brilhante time de 2019 ainda que tenham contratado reforços como Pedro e Thiago Maia. 

Com este despreparo que destrói qualquer elenco de futebol,  pois sem rumo, sem inteligência tática ou mesmo eficiência de treino, jogadores se sentem mais propensos á distração e produzem suas próprias "Pulsões de morte". E vai se destruindo. É inviável manter a estrutura caríssima a médio prazo com um time que não se destaca. Que não se tem esperança. Que a cada passo que o aproxime do primeiro lugar se afunda fragorosamente. E hoje vai despencando em posições no campeonato de forma justa para elencos mais baratos. 

Pela reformulação amadora e horrorosa ocorrida no futebol não há chances de recuperação. É VP vereador, conselhinho de palpiteiros, VP Rasputin que comanda o grupo no poder e um diretor que parece mais um agente de negociação. Os reflexos deste suicídio administrativo pode e deve refletir nas finanças cedo ou tarde. 

Mas aguardemos a troca de técnico. Irá resolver sim. 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Aguardando o anúncio

 






Irmãos rubro-negros,



Como sempre, sou otimista em relação ao Flamengo.

Fui otimista quando da contratação do Rogério Ceni, cujo trabalho tem sido muito aquém do esperado, e estou otimista de que o clube, o quanto antes, contratará uma comissão técnica altamente qualificada. 

Não há tempo a perder. Independentemente do resultado do próximo jogo, o Flamengo precisa de uma comissão técnica competente, vencedora e ambiciosa. 

O trabalho vai muito além dos resultados imediatos neste Campeonato Brasileiro, que sequer têm sido obtidos. 

Aguardemos boas notícias.


...


Abraços e Saudações Rubro-Negras.

Uma vez Flamengo, sempre Flamengo.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

O Limbo Rubro-Negro

Salve, Buteco! Rogério Ceni, enquanto treinador do Fortaleza, enfrentou o São Paulo, clube no qual foi ídolo quando jogador, pelo menos três vezes nesse semestre, e o Ceará várias vezes nos últimos anos. Contra esses três adversários, no comando do Flamengo, acumulou 3 derrotas e um empate em quatro jogos, contando o jogo de ontem. Números simbólicos, que explicam a absoluta nulidade do seu trabalho, que não consegue ser minimamente eficiente nem mesmo contra adversários bem conhecidos. Ao abrir o placar aos 12'05" do primeiro tempo, o Ceará possuía mais tempo de posse de bola e efetivamente se impunha, em pleno Maracanã, contra um Flamengo que não conseguia encaixar sequer um contra-ataque. Ainda que se pondere que era apenas o início de jogo, a forte imposição do time cearense demonstra, quando menos, o despreparo estratégico de Ceni para enfrentar um conhecido adversário, que talvez tenha o elenco com mais força física da Série A em 2020/2021. Permitir ao Ceará tomar a iniciativa do jogo e, em seguida, abrir o placar na ensolarada tarde de domingo foi um erro crasso para uma equipe que tem se caracterizado por ter pouca intensidade e pouquíssima capacidade de finalizar e marcar gols, apesar dos altos percentuais de posse de bola.

Em que pese ter melhorado no segundo tempo, o Flamengo continuou no modo arame-liso, pois finalizou pouco e sem qualidade. O volume de jogo foi muito mais consentido pelo Vovô do que efetivamente imposto pelo Mais Querido. Para piorar, o próprio treinador segue se mostrando incapaz de avaliar o próprio trabalho com um mínimo de lucidez. Além do bizarro autoelogio, referindo-se à suposta qualidade dos treinamentos, a afirmação de que os números do time refletem controle sobre os adversários aproxima-se de um surto, tamanho o absurdo.

O Flamengo de Ceni é um nada, uma alma penada que vaga a esmo no limbo situado entre as tabelas rápidas do time de Jorge Jesus e a amplitude ofensiva posicional de Domènec Torrent. Sua Diretoria vaga no mesmo purgatório.

Deprimida, a torcida sofre assistindo a esses espectros arrastarem as correntes durante as últimas rodadas da malsinada temporada de 2020.


Bom dia e SRN a tod@s.

domingo, 10 de janeiro de 2021

Flamengo x Ceará

       

Campeonato Brasileiro/2020 - Série A - 29ª Rodada

Domingo, 10 de Janeiro de 2021, as 16:00h (USA ET 1400h), no Estádio Jornalista Mário Filho ou "Maracanã", no Rio de Janeiro/RJ.

FLAMENGO: César; Isla, Rodrigo Caio, Gustavo Henrique e FilipLuís; Willian Arão, Gérson, Everton Ribeiro e De Arrascaeta; Bruno Henrique e Pedro Técnico: Rogério Ceni.



Ceará: Richard; Eduardo, Tiago Pagnussat, Luiz Otávio e Bruno Pacheco; Fabinho, Fernando Sobral e Vina; Lima, Léo Chú e Cléber. Técnico: Guto Ferreira.

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Junior (AB/PR), auxiliado pelos Assistentes 1 e 2 Jorge Bruno Boschilia (FIFA/PR) e Sidmar dos Santos Meurer (AB/PR). Quarto Árbitro: Rafael Martins de Sá (CD/RJ). Árbitro de Vídeo (VAR): Daniel Nobre Bins (AB/RS). Assistentes VAR 1 e 2: Diego Pombo Lopez (AB/BA) e André da Silva Bitencourt (AB/RS). Observador de VAR: Alicio Penna Junior (CBF/MG).

Transmissão: Rede Globo (aberta) e PremierePremiere Play e PFCI (sistema pay-per-view, aplicativo e internacional).



sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Mudar de Rumo

 

SRN, Buteco.

O ano de 2020 ficou pra tras, a temporada de 2020 ainda não.

Temporada essa que deve(ou deveria ser) um divisor de águas no Flamengo.

Esperávamos mais, muito mais, Sonhávamos com títulos, falávamos em hegemonia.

E ainda que se leve em consideração todos os precalços desse sofrido ano passado, o time, o clue, os profissionais do clube decepcionaram.

Todos. Jogadores, comissões técnica, física e médica. Dirigentes.

Erros aconteceram em efeito cascata, como elos de corrente maldita .

Dirigentes preocupados com sua própria situação particular, dentro e fora do clube. Jogadores acomodados, soberbos, considerando-se intocáveis, irrepreensíveis e infalíveis.

Profissionais de apoio contratados na base do compadrio, da indicação politica, de indicação de amigos do rei.

E treinadores que falharam fragorosamente, por teimosia em suas convicções e se renderem ao panelismo enraizado no futebol nacional.

Uma receita  de fracasso.

Os heróis de Lima de 2019 agora também são os fracassados de 2020, aqueles que perderam todos os títulos
relevantes que disputaram e que derrubaram o time do outro patamar, que eles mesmos se colocaram anteriormente.

Vem aí uma nova temporada, e o time, o clube precisa reagir, precisa se reinventar.

Resta saber se haverá sabedoria e humildade para fazer isso.


"Volta, vem viver outra vez ao meu lado..."


quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Flamengo 1 x 2 Fluminense. Patético e previsível.


Em meio a um dia marcado por vários protestos na capital americana, no contexto da pandemia em que sociedade ocidental parece ter entrado um estado sombrio inclusive no Brasil, o Flamengo entra em campo depois de vários dias de treinos. Que não serviram para nada. Um Flamengo lento, previsível e apático. Assistir jogo do Flamengo, à partir da saída do JJ, é um exercício de amor ao Flamengo e não ao futebol. Um espetáculo de decadência, degradação, chame como quiser. 

Flamengo é caso de "one hit wonder" espaçados, que foi 2009 e depois 2019. 2020 em diante voltou a ser aquele velho Flamengo de insucessos em sequência, atuações vexatórias e times sem competitividade.  No qual gestões se elegem com o discurso "agora vai mudar tudo, sou vencedor", e no fim acabam por colocar seus aliados políticos, ou indicados por eles, em cargos amadores e profissionais estragando qualquer possibilidade. Landim & Trupe seguem a velha ordem. Aquela que ajudaram a derrubar em 2012. Fez sucesso em 2019 com a sorte de ter contratado JJ e pôs tudo a perder em 2020 com amadorismo explosivo. 

Contratou o técnico darling da imprensa paulista e se lascou. Ceni é um Abel com sotaque paulista e com menos sucesso na carreira de treinador. Um trainee de Abel. Flamengo é um time de pelada que joga profissionalmente. Facilmente batido, sem jogadas de penetração, entrelinhas, troca de passes, não tem nada. Jogadores tentando driblar na ponta e lançando na área. Como um Fortaleza contra um grande time qualquer. 

Fez o pecado de afastar Bruno Henrique do Gabigol e Arrascaeta de ambos. Um espaçamento bizarro. Flamengo espera o Gerson chegar driblando ou Everton Ribeiro acordar do sono para ter mais aproximação. Em meio a toquinhos pro lado e tentativas de drible amadoras. 

Felizmente o Fluminense jogou recuado no primeiro tempo. O que permitiu o Flamengo marcar seu gol com Arrascaeta. Depois de algumas tentativas e um gol perdido por Gabigol. E foi só. Ainda no fim o Fluminense começou a gostar do jogo. 

Começou o segundo tempo e o Flamengo já chegou derrotado. Fluminense fica com volume de jogo e chega merecidamente ao empate. Ceni tem a ideia de asno de tirar Gabigol e colocar Arão na defesa. Claro que o Flamengo não melhorou em nada no ataque, porque Pedro tinha o mesmo problema de sempre. A bola não chega. Flamengo não tem jogada, não sabe mais passar entrelinhas, não tem posicionamento. È um time de pelada daqueles ruinzinhos de assistir mesmo. Que você ainda que sem fazer nada deixa de assistir e vai andar. E numa falha bizarra do Felipe Luis que passa a bola pro centro da área e Arão mal posicionado, o Fluminense faz o gol da vitória com um elenco cheio de desconhecidos. 

Flamengo de alma perdedora, entrou com tudo em 2021.