terça-feira, 22 de agosto de 2017

Não Pode

SRN, buteco.

Não pode.

Cada decisão, cada atitude, cada passo do Flamengo, é acompanhado da sentença acima.

Proferida por seus pares, pela imprensa de seu estado natal e pelos governantes que tratam o clube como um pária.

Cada passo é vigiado de perto, cada ato é esmiuçado à exaustão, cada falha explorada, expandida, ridicularizada.

O Flamengo não tem o direito de determinar preços para os ingressos de seus jogos.Vejam, não faço juízo de valor, nesse raciocínio, de se é justo ou não. A questão aqui é que uma entidade privada, que não fornece nenhum bem ou serviço essencial à população, chegar a ser alvo de um órgão governamental  por motivo de valor de ingresso.

Também não pode construir um ginásio nas suas dependências, sem gastar um centavo de dinheiro publico, sem que as licenças para as obras se transformassem numa via crucis de anos de espera.

Não pode contratar bons jogadores, porque bons jogadores são caros, custam muito, e o clube não vai conseguir pagar por eles. Apesar do balanço patrimonial do clube e a arrecadação dizerem o contrário...

O que dizer da Ilha do Urubu, que teve a sua inauguração atrasada por 35 CENTIMETROS de diferença nos corredores de acesso, enquanto fizeram vista grossa à uma arquibancada montada sob uma tubulação de esgoto corroída?

O Flamengo não pode assumir o Maracanã. Um bem publico, construído com o dinheiro do povo, não deve ir para as mãos de uma entidade privada, mesmo que o estado e o concessionário não consigam manter o estádio. Não pode, absurdo o Flamengo querer o Maracanã para ele,e se depois proibir os rivais de jogar ali, num lugar construído com recursos públicos? Nenhum rival seria capaz de fazer algo assim...

Por fim, a mais estapafúrdia e ridícula discussão envolvendo a contratação de treinador.

Sim, além de não poder demitir técnico , mesmo que trabalho seja ruim, caso o faça deverá contratar alguém do próprio país, já que alguém de fora vai ser “ruim para o mercado nacional de treinadores”

Causou comoção a contratação de Reinaldo Rueda, teve comissão de treinadores na CBF, querem regulamentar até quantos técnicos o clube pode ter por ano.

Tudo isso porque é o Flamengo.

E o Flamengo não pode....


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Identidade

Salve, Buteco! Convido vocês a voltarem comigo dois anos no tempo para o segundo semestre de 2015. Após demitir Vanderlei Luxemburgo no mês de maio, o Flamengo contratou, em sequência, [Cristóvão Borges e Oswaldo de Oliveira, que finalizou a temporada no comando da equipe. Três técnicos em uma só temporada ou média de um treinador por a cada quatro meses. Com Oswaldo o Flamengo chegou a emplacar seis vitórias seguidas, atingindo um recorde histórico e dando a impressão que poderia disputar o título ou, no mínimo, obter uma vaga na Copa Libertadores da América/2016. Como todo mundo se lembra, nada disso aconteceu, para frustração geral. Era ano eleitoral e o pleito que culminou na eleição de Eduardo Bandeira de Mello se caracterizou pela polarização dos debates entre as Chapas Azul e Verde, que no pleito anterior eram uma só, que derrotou Patrícia Amorim em sua tentativa de reeleição.

Enquanto a Chapa Verde afirmava que tinha acordo com Jorge Sampaoli, então doido pra deixar a Seleção Chilena, a Chapa Azul fechou com Muricy Ramalho. O discurso era importar o conhecimento tático e de treinamentos implantados em grandes e vitoriosos clubes europeus como o Barcelona. O clube deveria ter uma identidade traduzida por um mesmo esquema tático e uma mesma forma de jogar desde as categorias de base. A expressão da moda era "reciclagem na Europa". Muricy, em quatro meses e meio no comando do clube, conseguiu fazer o time render em bom nível contra adversários de maior porte apenas duas vezes: 2x0 sobre o então "bicho-papão" Atlético/MG no Mineirão, pela Primeira Liga, e 2x1 no Fla-Flu de Brasília, no Mané Garrincha, pela Taça Guanabara. Derrotado nas semifinais do Estadual pelo Vasco da Gama (Manaus) e na semifinal da Primeira Liga pelo Atlético/PR (Juiz-de-Fora), Muricy dirigiu o Flamengo em apenas uma partida no Brasileiro: 1x0 sobre o Sport (Volta Redonda). Vitimado por problemas de saúde, pediu demissão e encerrou a carreira. Esteve bem longe de implementar o futebol moderno que se propôs.

No lugar de Muricy veio Zé Ricardo, que aos poucos direcionou seu trabalho em direção oposta. Mais efetivo entregando a bola para o adversário e jogando principalmente à base de lançamentos longos e cruzamentos, definitivamente Zé Ricardo apostou no estilo de jogo que marca, com mais ou menos sucesso, o trabalho da esmagadora maioria dos treinadores brasileiros. O resto dessa historia já conhecemos: insucesso na disputa do título Brasileiro/2016 e classificação direta para a Libertadores/2017, transformada em grande frustração com a eliminação ainda na fase de grupos, sentimento que aumentou em razão da campanha decepcionante no Brasileiro/2017. Com a demissão de Zé Ricardo, Reinaldo Rueda foi contratado após a recusa de Roger Machado.

Com Reinaldo Rueda o Flamengo tem uma oportunidade concreta para implementar aquilo que Muricy se propunha, mas tudo indica que não tinha condições de fazer. Contudo, diante de tantas idas e vindas da Diretoria, é justo perguntar: ainda existe a meta de criar (ou resgatar) uma identidade para o futebol do clube?

***

Reinaldo Rueda tem em seu trabalho características que inevitavelmente levarão a uma espécie de "choque cultural" no Departamento de Futebol do Flamengo. Vejamos algumas delas: rodízio de jogadores, mudanças de posição, escalação do time titular segundo critérios de mérito e não do prestígio (interno ou externo), treinamentos buscando aprimoramento das condições físicas e intensidade de jogo, valorização da posse de bola pela troca de passes verticais com qualidade, saída de bola com participação dos volantes e compactação tática no setor defensivo.

Não é que Rueda seja uma espécie de Rinnus Mitchel, Pep Guardiola ou Jorge Sampaoli. Se fosse, estaria na Europa! Trata-se de como se joga e trabalha hoje em dia no primeiro mundo do futebol e o nosso novo treinador é estudioso e praticante desses conceitos. Se conseguirá executá-los com sucesso no Flamengo só o tempo dirá; certeza é de que esse sucesso depende, dentre outros fatores, dos jogadores acreditarem e se engajarem no trabalho.

É neste ponto que se torna relevante responder a pergunta que fiz logo acima. Seja qual for a resposta, tenho certeza de que tanto a nova Comissão Técnica como a própria Diretoria terão trabalho com resistências do tipo que demonstraram Everton e Rafael Vaz, respectivamente, por substituição e escalação em posição diferente da qual jogava. Os jogadores do Flamengo estão acostumados a trabalhar em um ambiente no qual a "relação de lealdade" (palavras de Zé Ricardo) entre eles e o treinador têm um peso maior do que deveriam em contraste com o critério de mérito. Estão acostumados com a dinâmica do mercado brasileiro, até porque foram formados nela, na qual os atletas formam "grupos internos" que influenciam em escalações e até nas trocas de comando técnico, em contraste com o poder de decisão que deveria ter o treinador.

O Flamengo acertou ao contratar um treinador (e comissão técnica) muito experiente, com passagens por duas Eliminatórias e Copas do Mundo, campeão da Libertadores e colombiano, e que, portanto, já viu e viveu muito no cenário futebolístico. Todavia, se não bancar a proposta de trabalho que contratou, arrisco afirmar que as chances de sucesso não serão maiores do que as de retroceder a 2015.

***

A semana será cheia com duas pedreiras: quarta-feira, jogo de volta pela semifinais da Copa do Brasil contra o Botafogo no Maracanã, e no domingo, pela 22ª Rodada do Brasileiro, o confronto contra o indigesto visitante Atlético/PR na Ilha do Urubu.

A palavra, como sempre, está com vocês para que mandem sugestões de escalação e suas impressões sobre os próximos desafios.

Bom dia e SRN a tod@s.

sábado, 19 de agosto de 2017

Mucho gusto, me llamo Vinícius

Foto: Gilvan de Souza
A estreia no profissional foi em maio, ainda com 16 anos, em meio a uma turbulenta negociação com o Real Madrid, fechada uma semana depois. Desde então, o menino de €45M havia iniciado três partidas, entrado no decorrer de outras doze, e marcou seu primeiro gol no confronto de volta contra o Palestino, pela Copa Sul-Americana. Hoje, contra o lanterna do Campeonato Brasileiro, pela 21ª rodada, Vinícius Jr. completou, pela primeira vez, noventa minutos em campo e foi o grande destaque da vitória por 2 a 0 sobre o Atlético/GO. Marcou os dois gols e teve ótima participação, principalmente no segundo tempo, quando o time inteiro melhorou.

Poupando jogadores para a decisão da semifinal da Copa do Brasil, as novidades foram as adaptações de Rafael Vaz na lateral esquerda e Lucas Paquetá no comando do ataque. Não foram bons quarenta e cinco minutos. Já vi esse mesmo time do Flamengo jogar muito pior, é verdade. Mesmo com muito pouco tempo de trabalho, já se vê algumas diferenças na forma de jogar depois da chegada do Reinaldo Rueda. Pressão para recuperar a bola, linhas de passes mais esticadas, luta para evitar cruzamentos sem sentido, tudo isso já começa a ser visto no jogo rubro-negro, mesmo que ainda falte um acerto na recomposição defensiva.

Por mais bizarro que possa parecer, no entanto, a primeira grande chance de gol foi com o Marcinho. Houve mais uma oportunidade, numa cabeçada do Vinícius Jr. mas o grande lance do primeiro tempo foi um belo chute do Walter que Diego Alves espalmou. Voltamos do intervalo com Renê no lugar do Vaz que, se não comprometeu improvisado, fez com que forçássemos o jogo pelo lado direito com Pará e Geuvânio, bem mal também na partida. Logo aos dois minutos, a bola na trave do Arão deu o tom da melhora. O primeiro gol saiu aos dez, um passe improvável em profundidade e Vinícius saiu muito atrás do zagueiro, chegou na frente e bateu de esquerda, entre o goleiro Felipe e a trave. Depois, um gol de Romário, extremamente semelhante ao feito pelo Baixinho contra o Uruguai, nas Eliminatórias para a Copa de 94.


O ponto negativo ficou por conta da lesão do Renê. O lateral será avaliado amanhã mas a imagem foi feia, uma forte torção no tornozelo pode forçar a reabertura da avenida Trauco na quarta-feira. Além disso, ainda não sabemos se poderemos contar com Guerrero e Vizeu, além dos já conhecidos quatro desfalques gerados pela imbecil regra de inscrição de jogadores na Copa do Brasil. Nada, entretanto, pode servir de desculpas. Teremos Maracanã lotado para eliminar os alvinegros e chegar à sétima final da competição.

Flamengo x Atlético/GO



Campeonato Brasileiro/2017 - Série A - 21ª Rodada

FLAMENGO: Diego Alves; ParáRéver, Rhodolfo Rafael Vaz; MárciAraújo e Willian Arão; Geuvânio, Everton Ribeiro e Vinicius Jr.; Lucas Paquetá. Técnico: Reinaldo Rueda.

Atlético/GO: Felipe Garcia; Jonathan, Gilvan, Willian Alves e Bruno Pacheco; Igor e Paulinho; Andrigo, Jorginho e Diego Rosa; Walter. Técnico: João Paulo Sanches.

Data, Local e Horário: Sábado, 19 de Agosto de 2017, as 19:00h (USA/ET 18:00h), no Estádio Luso Brasileiro ou "Ilha do Urubu", no Rio de Janeiro/RJ.

Arbitragem - Rodolfo Torski Marques (FIFA), auxiliado por Bruno Boschilia e Victor Hugo Imazu dos Santos, todos da Federação Paranaense de Futebol. Quarto Árbitro: Rafael Trombeta (PR). Assistentes Adicionais: Paulo Roberto Alves Junior (PR) e Fábio Filipus (PR). 

 

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O Flamengo é o mundo







Irmãos rubro-negros,


Sobre a estreia do Rueda no comando técnico do Mais Querido, muito já foi dito. Não tenho nada a acrescentar. O trabalho está no início e minha torcida fervorosa é para que o Rueda faça história no Flamengo.

Quanto aos desafios que se avizinham, sem desmerecer a disputa do Brasileiro, muito pelo contrário, até porque nossa situação não permite relaxamento, o fato é que teremos um jogo decisivo na próxima quarta-feira.

É difícil não pensar nessa partida tão importante.

E em véspera de jogo importante, o melhor é falar pouco.

É o que farei neste post.

Vamos lotar o Maracanã e empurrar o Mengão para a vitória e a classificação para a final da Copa do Brasil.

Diferentemente do adversário, que vive do ódio e protagonizou atos lamentáveis, mostremos a nossa grandeza dentro e fora de campo, em paz. 

Sinto um orgulho imensurável de ser Flamengo e fazer parte da Nação Rubro-Negra.

O Flamengo é universal, amigos, e isso é parte fundamental da essência do clube.

Nossa torcida cobra, discute, xinga, mas quando a instituição é ofendida, quando o Flamengo é atacado, ou um dos nossos, todos deixamos as diferenças de lado e nos unimos pelo clube.

Orgulho de ser Urubu. Orgulho de ser rubro-negro.

O Flamengo é o mundo.






...



Abraços e Saudações Rubro-Negras.

Uma vez Flamengo, sempre Flamengo.


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Botafogo 0 x 0 Flamengo. A estréia de Rueda com cenas lamentáveis

E finalmente, após um longo e indesculpável inverno, o Flamengo tem um técnico à altura do clube e do elenco contratado. Rueda estreou. Aleluia, irmãos. Glória a vós Senhor pela graça alcançada. Desculpem o tom religioso, mas é assim que me sinto após o Depto de Futebol do Flamengo ter deixado de ser tão miserável e tacanho em relação a condição tática do time, cujo elenco se paga muito caro para manter.

A partida em si, mostrou um Flamengo mais controlado. Sem aqueles espasmos idiotas que geralmente davam em cruzamentos infrutíferos, marca registrada do Zé "Estagiário" Ricardo. Rueda passou bom impressão inicial. Já começou colocando o Capir8 na reserva. Aleluia. Cuellar, que jogador, dominava o meio de campo. E pensar que pela agonia tática de um técnico ruim e paneleiro, o Flamengo atrasou um ano da carreira dele. Enfim, não foram por falta de n avisos de minha parte e de outros que viam a mesma coisa. Mas a "torcida não sabe nada", dizem os dirigentes de futebol no alto de suas montanhas de merda de erros. Juan, também fez partida impecável. Outro que agonizou da reserva para um jogador tacanho e medíocre como Rafael Vaz, por graça do Paneleiro. Desculpem a reiterada menção ao "defunto", mas a raiva ainda me domina. Vai passar.

Mas não foi uma partida muito emocionante de se ver. Botafogo esperava erros do Flamengo e batia à vontade nos jogadores do Flamengo com a permissão do juiz bombado e arregão. Flamengo. como escrevi, controlado. Enquanto isto, o Botafogo, clube e torcida, davam vazão ao clima de ódio que o presidente do Botafogo faz questão de manter, numa irresponsabilidade até diria social, que deveria ser combatida pela CBF, pelo Ministério Público e pela imprensa. Que adora citar EBM em alguns gestos de hostilidade mas se cala de forma irresponsável perante este descalabro.

A torcida do Flamengo foi agredida, sufocada. E isto se torna pessoal. Milhares de pessoas, que pagaram seus ingressos, foram agredidos pelo promotor do evento, que mandou fechar os portões causando sério tumulto. Ele tem a responsabilidade de tratar bem os visitantes. Futebol não é guerra. Só psicopatas ou calhordas pensam o contrário. O ônibus do Flamengo também foi apedrejado na entrada. A família de Vinicius Jr sofreu injúrias raciais de um senhor podre, da torcida do Botafogo. Um clima de hostilidade a qual o infeliz presidente do Botafogo faz questão de promover, não bastando o clima de violência que já impera no país.

Também faço aqui a minha indagação a PM do Rio de Janeiro e Bombeiros, de como eles, tão rápidos em investigar entradas e saídas da Ilha do urubu, permitem a canalhice do Botafogo de fazer a torcida do Flamengo ter que passar por portão estreito que não atende a demanda de entrada? Cabe a eles coibir loucuras e cafajestagens de promotores de quaisquer tipos e eventos. A quem o público atingido pode apelar? Aos espíritos? É a polícia. Aos bombeiros. Que se não têm vontade ou não sabem fazer seu dever então mudem de profissão.

Voltando ao jogo. Diego também se movimentou bem. Fez uma belíssima cobrança de falta digno de Zico e mesmo do comentarista Juninho Pernambucano, cujo talento em campo é inversamente proporcional ao seu talento como comentarista. Vítima da síndrome do caramujo, acha o jogador um craque e toda partida faz questão de invocar o pereba. Chegando ao ponto de não ver diferenças entre Cuellar e Marcio Araujo.

Flamengo tentando algo, ainda que insípido e o Botafogo esperando falha a batendo. Berrio sofre falta criminosa do tal Pimpão. Juiz arregão dá amarelo em um lance que o sujeitinho foi de sola, propositalmente para tirar do jogo, no tornozelo do jogador. Era para vermelho direto. Mas o Daronco tem "issues" contra o Flamengo. Deve ser outro que caiu na narrativa da imprensa que o Flamengo "é muito ajudado pela arbitragem". Marcio Araujo entra em campo. Como nos tempos de Zé Ricardo, livre e leve solto para fazer merda pelo campo. "Gesuis, até quando?", o Flamengo, claro se desorganiza. Vinicius então entra em campo. Faz a reza, mal corre pelo gramado e ocorre o  lance mais escroto. Muralha em bola levantada na área, levanta os joelhos até como proteção pois jogador adversário correu para dividida. Reação natural, diria. Lance normal. Os dois se chocam e o jogador do Botafogo, no clima de violência peculiar a este time, dá um pisão no Muralha. Clima pesa. Aí o Daronco teria que dar amarelo ao jogador do Botafogo e expulsar. Mas parece ter sido proibido de dar vantagem numérica ao Flamengo, visto a tal entrada criminosa do Pimpão antes, que ele viu e acompanhou. Aí, expulsa os dois. Muralha leva cartão vermelho direto. E isto torna a partida bem morna até o fim. Rueda substituiu Vinicius pelo Thiago, até para tirar velocidade do time. Pro Botafogo foi bom. Partida terminou 0 a 0. E se tiver disputa de penaltis no Maracanã, é o franco favorito pela qualidade indiscutível dos goleiros que tem.

Boa estréia do Rueda. Mostrou ao menos um time mais controlado. Sem aquele clima de bundalelê. Com o tempo se verá mais compactação, melhor organização das linhas e melhores trocas de passes. Agora temos treinador.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Botafogo x Flamengo


Copa do Brasil 2017 - Semifinais - 1º Jogo (Ida)

Botafogo: Gatito Fernandez; Luiz Ricardo, Carli, Igor Rabello e Victor Luiz; Matheus Fernandez e Rodrigo Lindoso; Bruno Silva, João Paulo e Rodrigo Pimpão; Roger. Técnico: Jair Ventura.

FLAMENGO: Muralha; Rodinei, Réver, Juan e Renê; Cuéllar e Willian Arão; Berrío, Diego e Everton; Felipe Vizeu. Técnico: Reinaldo Rueda.

Data, Local e Horário: Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017, as 21:45h (USA/ET 20:45h), no Estádio Olímpico João Havelange ou "Engenhão", no Rio de Janeiro/RJ.

Arbitragem - Anderson Daronco (FIFA), auxiliado por Rafael da Silva Alves e Élio Nepomuceno de Andrade Júnior, todos da Federação Gaúcha de Futebol. Quarto Árbitro: Michael Stanislau (RS). Assistentes Adicionais: Daniel Nobre Bins (RS) e Márcio C. Brum Coruja (RS). Analista de Campo: Almir Alves de Mello.