terça-feira, 16 de julho de 2019

Esse é o Flamengo!!!



Bom dia, Buteco!

Que partida! Flamengo na mais pura essência! A busca incessante pelo gol, a sintonia entre jogadores e torcedores, a pressão sobre o adversário e até uma pixotada que resultou em gol dos caras. Isso tudo é Flamengo!!!

Jorge Jesus mostra seu cartão de visitas, confundindo até mesmo os "especialistas de plantão" na imprensa: escalando Trauco, com Arão na proteção e um meio com Everton Ribeiro, Arrascaeta e Diego... Tudo o que se dizia improvável (para não dizer impossível) dar certo. 

Pois deu muito certo! Como dito na entrevista pós-jogo pelo nosso treinador, o Maracanã foi uma verdadeira festa. Esse horário de 11h do domingo é perfeito para levar a criançada e habituá-los a assistir o Mengão in loco. 

Naturalmente, a expectativa para o restante da temporada subiu demais! Essa foi realmente uma apresentação que nos credencia aos títulos que disputamos. O objetivo agora é conseguir repetir, nas partidas decisivas, esta intensidade apresentada contra o Goiás.

Amanhã tem mais!!!

***

Sendo Flamengo, é claro que uma polêmica não poderia passar em branco, nem em uma partidaça em que saímos com um 6x1 antológico. A da vez é uma possível "birra" com Cuellar, por ter sido barrado.

Caros colegas butequeiros, o próprio uso da palavra "barrado" mostra um certo anacronismo da imprensa tupiniquim: em uma época na qual disputamos três competições simultâneas e temos um elenco cada vez mais qualificado, a escolha pelo onze inicial pode e deve variar de acordo com o momento. 

Treinador já avisou que, para o jogo de amanhã, deverá fazer 3 ou 4 alterações na equipe inicial, o que é bom, por manter mais atletas em ritmo de competição e, ao mesmo tempo, não esgotar fisicamente o plantel. Num cenário desses, não tem muito sentido falar em "Gerson vai jogar no lugar de quem?". Vai jogar no lugar de todos... Dependendo da necessidade. E vai ficar no banco também, quando a comissão técnica entender que é preciso descansá-lo.

O Flamengo não tem mais um time titular. O Flamengo caminha para ter um sistema de jogo conhecido por todo o elenco, de forma que, entrando 3 ou 4 jogadores de uma partida para outra, o ritmo se mantenha.

Do time que não começou no domingo, ainda temos Mari, Renê, Cuellar, Gerson e Vitinho: são 5 jogadores que poderiam começar, tranquilamente, qualquer decisão. E vão, porque precisaremos de todos. Aliás, o Mister pediu que não tivéssemos "Patinhos Feios" no elenco e eu concordo: vamos precisar de todos e entrar em polêmicas sobre este ou aquele jogador me parece algo completamente desnecessário.

***

Checkpoint Brasileirão:

Fizemos apenas 7 pontos no 1º bloco, 4 abaixo da meta estipulada para o título. Felizmente, com a saída de Abel Braga, conseguimos um aproveitamento fantástico no 2º bloco, com 13 pontos nos últimos 5 jogos, o que nos colocou no bolo novamente.

Desta forma, estamos com 20 pontos em 10 jogos, quando a previsão era ter 22 (notem que Palmeiras e Santos estão acima dessa marca). Nesse próximo bloco, precisaremos chegar a 33. Vejamos os confrontos:
  • Rodada 11: Corinthians lá.
  • Rodada 12: Botafogo, no Maracanã.
  • Rodada 13: Bahia lá
  • Rodada 14: Grêmio, no Maracanã.
  • Rodada 15: Vasco, no Maracanã.

Para 13 pontos, são 4 vitórias e um empate. Tabela complicada, dois clássicos regionais, dois clássicos interestaduais e um confronto contra o bom time do Bahia, que é muito forte em Salvador. Precisaremos continuar mostrando força no Maracanã! 

Vai pra cima deles, Mengo!!!

segunda-feira, 15 de julho de 2019

180 Minutos de Jesus e os Desafios da Semana

Salve, Buteco! Os primeiros 180 minutos de Jorge Jesus no Flamengo foram intensos, como intensas também foram as emoções em ambas as partidas. O jogo de quarta-feira, na Arena da Baixada, foi o do sufoco, muito embora, após rever o videotape da partida por várias vezes no Sportv e no Premiere, fiquei com a impressão de que a derrota não esteve tão próxima como pareceu logo após o término dos 90 minutos. O Furacão, como sempre, pressionou absurdamente, mas se prestarmos atenção, marcou três gols em impedimento e, convenhamos, ataque em impedimento é ataque mal executado, por prevalecer posicionamento defensivo. Não se esqueçam que JJ mencionou expressamente que o posicionamento da linha defensiva não foi casual. E fora os gols em impedimento, que eu me recorde, o Furacão teve duas chances de gol, com Lucas Halter, nos descontos do primeiro tempo, e com Bruno Nazário, no segundo tempo, quando Rodrigo Caio nos salvou. Já o Flamengo, só com Gabigol, teve 3 oportunidades claríssimas desperdiçadas. Daí eu achar que a coisa não foi tão feia assim, como alguns disseram. Mas de fato o time foi muito, muito pressionado. Técnico e esquema novos, características do adversário e grama sintética. O que será que pesou mais?

A impressão geral é de que o novo esquema tático tem por uma das características principais a marcação muito alta, o que, na teoria, faz com o que o time assuma mais riscos defensivos. Não sei até que ponto essa premissa é correta, mas é fato que, enquanto não for bem assimilado, esse efeito será produzido durante as partidas. Aconteceu com o Madureira, no jogo-treino; com o Athletico, na Arena da Baixada, e com o Goiás, no Maracanã, cada jogo em sua proporção. Dentro das quatro linhas, porém, tudo me parece calculadamente previsto por Jorge Jesus. Na Arena da Baixada, vi o time chegar a formar uma linha defensiva com 6 e até 7 jogadores. Num determinado momento, no primeiro tempo, essa linha foi composta por Vitinho, Rodinei, Léo Duarte, Cuéllar, Rodrigo Caio e Renê, com Arão, Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol pressionando a posse de bola do adversário. Já no segundo tempo, não nos esqueçamos, Cuéllar e Vitinho saíram de campo aos 18 minutos, mas vi depois por várias vezes a mesma linha formada. Esse desenho tático, prevalente quando o Furacão nos pressionava, não impediu que diversas chances de gol fossem criadas pelo Mais Querido.

Ontem, no Maracanã, contra o Goiás, esse desenho tático defensivo praticamente não foi visto. O mando de campo, o nível e a postura do adversário explicam a diferença, assim como os massacrantes 73% de posse de bola. Após um começo animador e a abertura do placar, os problemas defensivos decorrentes da recente implantação do novo esquema tático foram vistos no empate do Goiás. Claro que a falha individual do Rodrigo Caio foi determinante naquele específico lance, mas tenho para mim que faz parte de um contexto mais amplo: o time está melhorando a olhos vistos, mas ainda não atingiu o grau de entrosamento e concentração necessário para não ser surpreendido pelas inevitáveis tentativas dos adversários de explorar as bolas longas nas costas de nossa linha defensiva. Tendo a achar que esses riscos diminuirão, e até estão diminuindo gradativamente, à medida em que a nova filosofia está vem sendo assimilada. Percebam que isso não se confunde com, por exemplo, achar que o Cuéllar é superior ao Arão na função de "primeiro volante" ou com uma falha individual como a cometida por Rodrigo Caio.

***

Se defensivamente o esquema tático pode despertar alguma dúvida, especialmente quando o time enfrentar adversários mais poderosos do que o Goiás, ofensivamente a intensidade e a qualidade do time impressionaram. Após alguns minutos sentindo o gol adversário, a reação do Mais Querido foi avassaladora. A monumental atuação individual de Giorgian De Arrascaeta certamente ajudou muito o time a desempatar e reverter o quadro negativo, mas para mim é fato que tudo, inclusive os gols e as chances de gol desperdiçadas, que brotaram à exaustão até o último minuto dos descontos do segundo tempo da partida, vieram justamente da formação ofensiva e da boa execução do esquema tático. E falando em desenho tático, agora quando o time estava com a bola, por várias vezes formou-se uma linha de 3 à frente dos dois zagueiros, com 5 jogadores à frente, que, a depender da evolução da jogada, transformavam-se em 6 ou 7. Neste tuíte, o jornalista Bruno Guedes explica como as jogadas nasciam à frente desa linha de 3, com o apoio de 2 por dentro.

Na execução desse desenho tático, o time chegou, como já disse, a fantásticos 73% de posse de bola, mas sem toques para o lado e com a objetividade que Abel almejava, porém não soube como alcançar. Ontem o Flamengo quebrou recordes, como o maior número de gols de uma mesma equipe em partidas da Série A/2019, o maior número de finalizações da história do Brasileiro de pontos corridos em uma mesma partida e o tabu de 15 anos sem marcar seis gols em um jogo. O Goiás não era uma baba e, se tivesse vencido, teria nos superado em pontos ganhos com uma partida a menos.

O padrão do trabalho de Jorge Jesus, a exemplo do de Jorge Sampaoli, é claramente superior ao desenvolvido no Brasil. Nos meus quase 44 anos acompanhando o Flamengo, só vi Cláudio Coutinho e Telê Santana trabalharem nesse nível. Os títulos que cada um conquistou e perdeu, porém, mostram que nem sempre um trabalho de tão alto nível resulta em conquistas dos maiores campeonatos. Tudo na vida é contexto e futebol está longe de ser um esporte previsível. Fatores como estrutura, elenco e, claro, o nível do trabalho dos adversários formam muitas variáveis.

O certo é que, dessa vez, não apenas por conta do nível do treinador, mas pelo trabalho extracampo que vem sendo desenvolvido desde 2013, o Flamengo tem uma chance de ouro não apenas de levantar as taças mais importantes, mas também de elevar de vez o patamar do seu Departamento de Futebol, a exemplo do que já fez nas searas administrativa e financeira. O Centro de Treinamento de primeiro mundo agora conta com uma comissão técnica de primeiro mundo para dele extrair os melhores resultados possíveis.

Agora sim poderemos dizer, sem bananice, que o trabalho no futebol é bem feito e os títulos virão na hora certa. E acredito que chegarão ainda em 2019.

***

O Athletico/PR derrubou Mano Menezes (ou foi o seu pretexto) em 2013, naquele mesmo ano fez um jogo parelho com o Flamengo na final da Copa do Brasil, no Maracanã, e nesta década equilibrou as estatísticas do confronto. Em 2017, fez um duríssimo jogo contra o Flamengo na fase de grupos da  Copa Libertadores da América e nas duas últimas partidas no Maracanã, ambas sob o comando de Tiago Nunes e com formações reservas, carimbou o vice-campeonato em 2018 e, pela 6ª Rodada do Brasileiro em curso, jogando ofensivamente no Maracanã, quase mandou Abel mais cedo para casa, quando uma virada espetacular nos últimos minutos nos deu a vitória por 3x2, após uma atuação titubeante durante os 90 minutos. Tiago Nunes, aliás, é claramente um ponto fora da curva no limitadíssimo mercado nacional de treinadores. O trabalho do jovem treinador do Furacão não tem apenas resultados, mas visível e indiscutível qualidade. 

O jogo de quarta-feira oferece riscos para o Flamengo e não será nada fácil. O Furacão não é mais um time médio, mas um grande do futebol brasileiro.

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Fiquei muito feliz ao ontem ouvir Jorge Jesus dizer, na coletiva pós-jogo, que está acostumado a jogar "de 2 em 2 dias" e que irá rodar o elenco. Venho insistindo bastante nesse tópico há algum tempo, lembram? Pois domingo o Flamengo precisará de uma boa e eficiente rodagem de elenco para enfrentar e vencer, pela terceira vez seguida (provavelmente inédita), o Corinthians no Itaquerão (ou BNDESÃO, como preferirem). Calculem o ranço que os gambás estão sentindo em relação ao Mais Querido... Por sinal, a rodagem é mais do que necessária porque logo em seguida o time embarcará para Guayaquil, onde na quarta-feira seguinte jogará, no George Capwell, a primeira partida das oitavas de final do Copa Libertadores da América, contra o Emelec. Já os gambás terão a semana livre e só jogarão por outra competição dia 25, pelas oitavas de final da Sul-Americana.

O calendário não dá folga ao Mais Querido do Brasil, mas quem tem Jesus e São Judas Tadeu ao seu lado nada temerá.

A palavra está com vocês.

Bom dia e SRN a tod@s.

domingo, 14 de julho de 2019

Flamengo x Goiás


Campeonato Brasileiro/2019 - Série A - 10ª Rodada

Domingo, 14 de Julho de 2019, as 11:00h (USA ET 10:00h), no Estádio Jornalista Mário Filho ou "Maracanã", no Rio de Janeiro/RJ

FLAMENGO: Diego Alves; Rafinha, Léo Duarte, Rodrigo Caio e Trauco; Willian Arão; Everton Ribeiro, Diego e DArrascaeta; Bruno Henrique Gabigol. Técnico: Jorge Jesus.


Goiás: Tadeu; Daniel Guedes, Yago, Rafael Vaz e Jefferson; Yago Felipe e Geovane; Michael, Giovanni Augusto e Leandro Barcia; Kayke. Técnico: Claudinei Oliveira.

Arbitragem: Caio Max Augusto Vieira (RN), auxiliado pelos Assistentes 1 e 2 Guilherme Dias Camilo (FIFA/MG) e Eduardo Gonçalves da Cruz (MS). Quarto Árbitro João Ennio Sobral (RJ). Analista de Campo: Rodrigo D'Alonso Ferreira (SC). Árbitro de Vídeo (VAR): Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP). Assistentes VAR 1 e 2: Vinicius Furlan (SP) e  Flávio Gomes Barroca (RN). Observador de VAR: Nilson de Souza Monção (BR).

Transmissão: PremierePremiere Play e PFCI (sistema pay-per-view, aplicativo e internacional).

Pendurados: Bruno Henrique, Gabigol e Léo Duarte.


sexta-feira, 12 de julho de 2019

Ainda bem que eu sou Flamengo










Irmãos rubro-negros,





Apoio incondicional não faltará ao nosso time.

Como de hábito, o Maracanã estará  lotado para os próximos jogos do Mais Querido.

Casa cheia todo jogo, como tem de ser.

O amor da Nação Rubro-Negra pelo Mengo é imensurável.

Faça sol ou chuva, na dor ou na alegria, o povo que veste vermelho e preto sempre está junto do Flamengo.

Torcida que sofre, chora, vibra e canta o amor pelo Flamengo mesmo nos momentos de maior sofrimento e dor. Torcida que é feliz simplesmente porque o Flamengo existe em nossa vida.

E o amor só cresce.




Diz aí, Djavan:


(...)

Na fronteira de um oásis
Meu coração em paz, se abalou
É surpresa demais que trazes
'Inda bem que eu sou Flamengo
Mesmo quando ele não vai bem
Algo me diz em rubro-negro
Que o sofrimento leva além
Não existe amor sem medo
Boa noite!
Quem não tem pra quem se dar
O dia é igual à noite
Tempo parado no ar, há dias
Calor, insônia , oh! noite
Quem ama vive a sonhar de dia
Voar é do homem
Vida foi feita pra estar em dia
Com a fome, com a fome, com a fome
(...)

https://youtu.be/CzImT5Seq10



Música: Boa noite! Autoria: Djavan, o mestre.














...









Abraços e Saudações Rubro-Negras.

Uma vez Flamengo, sempre Flamengo.









quinta-feira, 11 de julho de 2019

Athetico PR 1 x 1 Flamengo. O jogo do Ricochete

No tapete sinthético do Paraná a bola corre como se o campo estive embebido em óleo. E os atleticanos tem isto como vantagem, pois acostumados a jogarem lá e o adversário não, conseguem imprimir um ritmo intenso em que eles conseguem efetuar passes em profundidade, a meia distância, exatamente onde querem. No pé ou no "ponto futuro". O adversário não. Cada passe vira um tiro de canhão, em que é difícil elaborar jogadas mais articuladas. Além disso conduzir a bola também é complicado. Ela tende a correr mais. O que dificulta "dribladores de corrida", caso do Bruno Henrique, por exemplo.

Tivemos então um primeiro tempo com poucas jogadas do Flamengo. Ataque não se achou. Cuellar parecia um cone no campo vendo a bola passar por ele, bater nele, sem conseguir esboçar reação. A defesa rebatia a todo momento o que fazia a bola ricochetear como se estivéssemos vendo um "futebol de 7" de alta intensidade. 

Flamengo em modo JJ não é um time que segura a bola. A obrigação é nem pensar, sair passando para frente, seja reto ou diagonal, e correr para esperar o próximo passe. O que, ao meu ver, dificulta o trabalho de jogadores mais "pensantes", como Arrascaeta, que saiu de campo do primeiro tempo sem talvez nem tocar na bola. Vitinho com extrema dificuldade de ser acompanhante de lateral e o Rodinei com sua histórica deficiência em se posicionar em cruzamento de adversário foram uma constante. Mas a linha alta (e bem treinada) praticada pelo Flamengo fez com que 3 gols do adversário fossem bem anulados por impedimento. Esta tática só é salutar com o advento do VAR. 

E veio o segundo tempo. Jesus consegue dar uma melhorada no time. Arrascaeta enfim ressurge em campo. Gabigol desperta de um longo sono. E jogadas começam a fluir. Bruno Henrique continuou devendo. Mas foi o Athetico que fez o primeiro gol. Em um cruzamento, Arão resvala de cabeça e a bola cai no Leo Pereira completamente livre de marcação. 

Jesus então, de forma ousada, tira o Cuellar. Que, francamente, não fazia qualquer diferença no jogo. E Vitinho, que também não teve boa atuação. Coloca Diego e Everton Ribeiro. E o Flamengo melhora. Everton Ribeiro dá aquela consistência que faltava na direita. Diego, se torna o segundo volante e Arão volta a ocupar a "primeira volância", o qual errou vários passes de transição.

Em uma jogada a la Abel de lançar lateral para a área, Renê acha Gabigol e este emenda para as redes. 1 a 1. Athetico se lança desesperadamente ao ataque e o Flamengo fica no mode "rebate". Sem conseguir respirar Jesus coloca Piris no lugar do Bruno Henrique e declara o falecimento do ataque do Flamengo no jogo. Mas conseguiu seu intento. Final deu empate. O que é um bom resultado lá.

Do que percebi é que ainda há uma grande dificuldade pelos jogadores de apreender o que quer Jesus. A transição meio de campo-ataque está falha. Bruno Henrique não sabe o que fazer. Talvez seja o caso até de substitui-lo por Vitinho. Arrascaeta ainda precisa se adaptar e Cuellar se mostrou perdido. Infelizmente Jesus mostra uma predileção preocupante por Arão. O que pode fazer talvez Cuellar perder posição para ele.

Espero que no jogo do Maracanã, sem o campo "oleoso", o Flamengo se encontre mais. 


quarta-feira, 10 de julho de 2019

Athletico x Flamengo


Copa do Brasil/2019 - Quartas de Final - 1º Jogo (Ida)

Quarta-feira, 10 de Julho de 2019, as 21:30h (USA ET 20:30h), no Estádio Joaquim Américo Guimarães ou "Arena da Baixada", em Curitiba/PR.

Athletico: Santos; Jonathan, Lucas Halter, Léo Pereira e Márcio Azevedo; Wellington e Bruno Guimarães; Marcelo Cirino, Nikão e Rony; Marco Ruben. Técnico: Tiago Nunes.


FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Léo Duarte, Rodrigo Caio e Renê; Cuéllar e Willian Arão; Vitinho, De Arrascaeta e Bruno Henrique; Gabigol. Técnico: Jorge Jesus.


Arbitragem (Federação Gaúcha de Futebol): Anderson Daronco (FIFA), auxiliado pelos Assistentes 1 e 2 Rafael da Silva Alves e Lenilson Peng Martins, bem como pelo Quarto Árbitro Eleno Gonzalez Todeschini. Árbitro de Vídeo (VAR): Jean Pierre Gonçalves Lima. Assistentes VAR 1 e 2: Daniel Nobre Bins e Lúcio Biersdorf Flor. Observador de VAR: Ednilson Corona (SP).

Transmissão: Rede Globo (aberta, para AC, AL, AM, AP, BA, DF, ES, GO, MA, MG, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RR, SC, SE e TO) e GloboPlay (aplicativo); SporTV(TV por assinatura e aplicativo); GOLTV Latam (passageiros em voo da companhia aérea).

terça-feira, 9 de julho de 2019

Recomeço


SRN, Buteco


Depois da parada da Copa América, amanhã finalmente termina o jejum de Flamengo!

Vamos até Curitiba jogar contra o Sintético PR e seu gramado de showbol, contra a impren$$a que nos odeia e o sistema que quer a todo custo manter a reserva de mercado para os medíocres técnicos brasileiros.

Mais uma vez, como sempre acontece na janela de meio de ano, os reforços não chegarão a tempo de serem inscritos na Copa do Brasil.

Apenas Rafinha na lateral direita e, principalmente, o treinador Jorge Jesus, que carrega nossas esperanças de dias melhores.

No treino contra o Madureira, deu pra notar algumas características do treinador, que cobra muito e , por graça o obra divina, já chegou espanando o Boneca Cabeluda.

Depois disso, não se sabe o que acontece nos treinos, além de declarações elogiosas de alguns jogadores , com destaque para a fala do zagueiro Léo Duarte, que disse que não conhecia inacreditáveis  70% de métodos aplicados pelo novo treinador.

E o que esperar amanhã?

Não espero um milagre, que o time se torne uma maquina do dia pra noite.

Espero que mostre pelo menos algum resquício de evolução tática e posicionamento em campo, além de atitude vencedora.

Ah, e espero também que vença, claro!

E venceremos.


"É chuveiro que não esquenta, é troca de gramado....Ô sujeitinho fresco..."