segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Reaprendendo a Vencer

 

Salve, Buteco! Os Deuses do Futebol escrevem certo por linhas tortas? Bem, após um começo tenebroso de ano e de temporada, o Mais Querido parece estar reaprendendo a vencer. Para tanto, nada melhor do que dois fregueses de caderno: Vitória no Barradão e Botafogo no Engenhão. Os números não mentem. As estatísticas formam um padrão.

Tal como no Barradão, o Flamengo começou sufocando o Botafogo, com a diferença de que, dessa vez, o time conseguiu pressionar por mais tempo. Quem reclamou do Paquetá na ponta direita na terça-feira deve ter ficado satisfeito com sua escalação como meia/volante e com o primeiro gol marcado com o Manto Sagrado desde a sua volta.

Carrascal jogou como meia por dentro e a "profundidade" do lado direito ficou por conta de Emerson Royal. Plata jogou mais adiantado, como 9 flutuante, e Bruno Henrique como segundo atacante, na função de Arrascaeta.

Nos 45 minutos iniciais só deu Flamengo, muito embora sem ser brilhante. Foi uma atuação de imposição coletiva, porém sem maiores destaques individuais. O Botafogo chegou a levar perigo em alguns lances, mas sempre em lançamentos longos principalmente nas costas de Ayrton Lucas. Basicamente, essa foi a única jogada do time de Martín Anselmi que funcionou no primeiro tempo.

Na volta do intervalo tivemos outro jogo. O Botafogo veio pra cima e fustigou o nosso lado esquerdo da defesa. Foi como se Samuel Lino não tivesse voltado do intervalo. O gol de empate canino aconteceu antes de SuperFili lançar Cebolinha e Arrascaeta em campo.

O time melhorou um pouco, mas o Flamengo só voltou mesmo a se impor no jogo após as substituições do Botafogo, que realmente tiraram o ímpeto que os Vira-Latas haviam mostrado no início do segundo tempo. Não chegou a ser supreendente ver Paquetá jogando como centroavante, tal como em 2017, após Pedro aparentemente sentir dores no adutor da coxa enão entrar em campo. Não que a solução empolgue, mas o treinador parece ter preferido manter o Paquetop em campo do que lançar o Cria Wallace Yan no jogo.

O gol de Pulgar foi reflexo dessse melhor momento rubro-negro, o qual, todavia, mais uma vez não chegou a empolgar. Neto foi ainda mais indeciso no lance do que Andrew em seu posicionamento (e falta de reflexo) no gol botafoguense.

No frigir dos ovos, o importante foi voltar a vencer, mais uma vez. Como eu sempre gosto de frisar, está no hino do clube: vencer, vencer, vencer.

Será reaprendendo o caminho das vitórias o Flamengo voltará aos seus dias de paz.

Tenham uma semana abençoada, repleta de paz.

A palavra está com vocês.

Bom dia e SRN a tod@s.