Salve, Buteco! É tempo de janela de transferências e das inevitáveis especulações. Com as atividades do futebol suspensas pelas férias dos jogadores, o tema prevalente não poderia deixar de ser a montagem dos elencos e a preparação dos clubes para a temporada/2026.
Outro dia um prestigiado jornalista anti (sim, anti, atleticano), que está numa fase de tentar ser neutro em relação ao Flamengo, escreveu que o clube poderia não ter o que fazer com tanto dinheiro que arrecada. Para este jornalista, dinheiro, para o Flamengo, é problema.
Ora vejam só...
Bem, eu só posso dizer, em resposta, que prefiro mil vezes ter dificuldades para gastar o que tenho do que criar problemas gastando o que não tenho, se é que vocês me entendem. O clube do coração do jornalista anti em questão, o Atlético/MG, é exemplo do segundo caso.
Não é preciso gastar sequer mais uma linha como o assunto.
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Se tivesse que definir o Flamengo no cenário internacional, descreveria-o como o maior clube não europeu do mundo. Como tudo na vida, há um lado bom e outro ruim em estar nessa posição.
O bom é que, bem gerido, o Mais Querido poderá ser hegemônico ou algo bem próximo disso como o Rei das Américas e de tudo mais que não seja a Europa.
O lado ruim é que o Malvadão, por mais malvado que seja, jamais terá o poder de um gigante europeu, afiliado à poderosíssima UEFA.
Um treinador bem sucedido no Flamengo sempre sofrerá assédio europeu e o mesmo se pode dizer dos atletas. Em ambos os casos, corre-se o risco, ainda, do próprio profissional desejar respirar os ares do Velho Mundo.
Na direção inversa, o clube volta e meia terá que convencer um jogador de destaque a largar o continente central do futebol mundial para jogar no Brasil.
Nem me preocupo com o mercado brasileiro. Um ou outro clube, em relação a determinados jogadores, poderá resistir ao ímpeto rubro-negro no mercado. O resto não terá o que fazer diante das investidas.
Todo mundo tem problemas, mas se eu tivesse que escolher o meu escolheria o dramático dilema de como gastar os meus milhões, em vez de sofrer transfer bans ou ter que me contentar com prateleiras intermediárias nos cenários brasileiro e sul-americano.
Quem não pode, se sacode. Simples assim.
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Não gosto de especular nomes de reforços em posts porque circula muito dinheiro e interesses dos mais diversos nessas negociações. Não sou agente FIFA, intermediário ou algo que o valha.
Todavia, vocês, nos comentários, estão mais do que liberados para sugerir nomes e aprovarem ou vetarem chegadas e partidas.
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Tenham uma semana abençoada, repleta de paz.
A palavra está com vocês.
Bom dia e SRN a tod@s.

