quarta-feira, 11 de março de 2026

Esquenta: Flamengo x Cruzeiro, pela 5ª Rodada do Campeonato Brasileiro/2026

 

Salve, Buteco! Bem, ao menos na minha opinião, começa hoje a "Era Leonardo Jardim" no Clube de Regatas do Flamengo. Não que o Fla-Flu da final do Estadual não conte, mas é que a própria temporada/2026, da mesma forma, a partir de hoje "começa a engrenar de vez", com o fim dos Estaduais e o "protagonismo do calendário" ficando por conta das "Três Maiores": Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil, as nossas velhas Patroa, Princesa e Baranga.

Com um jogo a menos no Brasileirão, por conta do adiamento da partida contra o Mirassol devido à final da Recopa Conmebol, o Mais Querido, com 4 pontos e ocupando momentaneamente a segunda página da tabela, busca aproximação dos líderes Palmeiras e São Paulo, que possuem 10 pontos na competição.

O adversário vem sensivelmente desfalcado e o Calvo conhece muito bem o elenco, que dirigiu na temporada passada. Estarão de fora o lateral direito Willian, o volante Lucas Romero, os atacantes Marquinhos e Luís Sinisterra, além do centrovante Kaio Jorge, este último, sem a menor sombra de dúvida, o maior e mais importante desfalque.

Especula-se que a Raposa virá a campo com Cássio; Fagner, Fabrício Bruno, Villalba e Kaiki; Matheus Henrique (Walace), Lucas Silva, Christian, Gerson e Matheus Pereira; Néiser (Chico da Costa). A final do Campeonato Mineiro deixou sequelas. É um time bem desidratado.

Então, hoje é dia de saber se o Calvo confia, ao menos nesse início de trabalho e contra um adversário enfraquecido, num time com, por exemplo, Jorginho, Paquetá, Pedro e Arrascaeta jogando juntos, assim como se já vai começar a avançar perceptivelmente na implantação de suas ideias de jogo.

O Cruzeiro vem com a faixa de campeão mineiro, porém ocupa nada menos do que a 19ª colocação tabela ou, em português bem claro, é o vice-lanterna da competição, com míseros 2 pontos em 4 jogos, 4 gols marcados e 9 sofridos, e -5 gols de saldo. 

Hoje é dia também de reencontro com Tite e Gérson, em ambos os casos pela primeira vez desde que saíram do Flamengo. Sobrarão vaias para ambos? Enfim, o contexto que antecede a partida sem dúvida favorece o lado rubro-negro. Resta saber se o Calvo e os jogadores saberão tirar proveito da situação dentro das quatro linhas, quando a bola rolar.

O Ficha Técnica subirá, como de costume, as 19:00h, a bola rolará as 21:30h no Maracanã e a palavra está com vocês.

Bom dia e SRN a tod@s.


segunda-feira, 9 de março de 2026

Tricampeão (2024-2025-2026)

Rossi, o destaque, com 2 pênaltis defendidos
Foto de Alexandre Cassiano para O Globo

Salve, Buteco Tricampeão! O Clube de Regatas do Flamengo é o primeiro a alcançar a marca de 40 títulos cariocas e o fez conquistando o seu sétimo tricampeonato (1942-1943-1944; 1953-1954-1955; 1978-1979-1979 (2); 1999-2000-2001; 2007-2008-2009; 2019-2020-2021 e 2024-2025-2026).

O título servirá para afastar o "fantasma de 2023" e também para desanuviar o clima no Departamento de Futebol, tornando o ambiente mais leve. É certo, porém, que Leonardo Jardim terá muito trabalho pela frente.

Na coletiva pós-jogo, o Calvo deixou claro que compactou o time para bloquear as transições que o Fluminense havia encaixado nas duas partidas anteriores, a primeira pelo segundo turno do Campeonato Brasileiro/2025 e, a segunda, pela Taça Guanabara/2026, tendo ambas as partidas terminado com vitória tricolor. 

O preço desse maior cuidado defensivo acabou sendo a ausência de evolução no setor ofensivo, pois o time foi mais do mesmo em sua anódina versão 2026, talvez com um problema adicional: a falta de jogadores de velocidade para aproveitar os espaços que a defesa tricolor proporcionou em alguns instantes.

Apesar de "territorialmente melhor" nos 45 minutos iniciais, o Flamengo exerceu um domínio estéril, sem conseguir traduzir o volume de jogo em efetivas chances de gol. Fábio parecia um privilegiado espectador, como se fosse um sócio-torcedor premium do programa tricolor.

Também emulando a mesma cadência de sua esquálida versão/2026, no segundo tempo o time começou a perder o meio de campo e ser sobrepujado na parte física. Com mais volume, o Fluminense pressionou e conseguiu o que o Flamengo não teve sucesso durante os 90 minutos: fazer o goleiro adversário trabalhar. Uma finalização de Lucho Acosta, num perigoso chute cruzado, obrigou Rossi a se esticar e praticar uma ótima defesa.

A pressão tricolor só arrefeceu algum tempo depois das entradas de Paquetá e Cebolinha. O jogo voltou a ficar equilibrado e o Flamengo criou a chance de gol mais clara da partida, quando Arrascaeta cabeceou para fora um cruzamento de Alex Sandro. Depois do lance, o uruguaio ficou deitado no gramado com as mãos no rosto por um bom tempo, não acreditando na oportunidade que desperdiçou.

O resto jogo foi truncado, resultado das estratégias defensivas dos dois treinadores, que por poucos períodos mandaram seus times realmente pressionarem a saída de bola adversária. Para surpresa de ninguém, então, vieram as cobranças de pênalti após um tenso e sufocante 0x0.

Do lado rubro-negro, Jorginho, Cebolinha, Léo Pereira e Paquetá (quase nos matando do coração) converteram suas cobranças, mas Luiz Araújo cobrou mal, à meia altura, facilitando a vida de Fábio. Só que, felizmente, do nosso lado tínhamos Rossi, que permitiu a virada rubro-negra defendendo as cobranças de Guga e, por último, de Otávio, esta já nas alternadas, após Léo Ortiz converter a sexta.

A segunda defesa do argentino nos deu o sétimo tricampeonato, um justo desfecho para o 0x0 entre dois times que tiveram alergia ao gol.

***

Quarta-feira tem Cruzeiro no Maracanã e eu espero ver Leonardo Jardim efetivamente estreando, começando a tomar decisões já pensando em suas ideias de jogo, claro que paulatinamente, respeitando o processo natural das mudanças.

Tenham uma semana abençoada, repleta de paz.

A palavra está com vocês.

Bom dia e SRN a tod@s.

domingo, 8 de março de 2026

Fluminense x Flamengo

  

Campeonato Carioca/2026 - Final (Jogo Único)

Domingo, 8 de Março de 2026, as 18:00h (USA/ET 17:00h), no Estádio Jornalista Mário Filho ou "Maracanã", no Rio de Janeiro/RJ.

Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Jemmes, Freytes (Ignácio) e Renê; Hércules, Martinelli e Lucho Acosta; Serna, Canobbio e John Kennedy. Técnico: Luis Zubeldía.

FLAMENGORossiVarela, LéOrtiz, LéPereire AleSandro; PulgarJorginhoArrascaetCarrascalPedrSamueLinoTécnicoLeonardJardim.


Arbitragem: Bruno Arleu de Araújo, auxiliado por Luiz Cláudio Regazone e Thiago Filemon Soares Pinto. Quarto Árbitro: João Ennio Sobral*. Quinto Árbitro: Júlio César Souza Gaudêncio. Assessor de Arbitragem: Jorge Fernando Rabello. Árbitro de Vídeo (VAR): Carlos Eduardo Nunes Braga. Assistentes VAR (AVAR) 1 e 2: Andréa Izaura Maffra Marcelino e Rodrigo Carvalhaes de Miranda. Observador de VAR: José Carlos de Santiago Andrade. Quality Manager: Cláudio José de Oliveira Soares.

* Substituto eventual do árbitro

Transmissão: Rede Globo (TV aberta)Sportv (TV por assinatura), Premiere (sistema pay-per-viewGeTV (YouTube).

Esquenta: Fluminense x Flamengo, pela Final do Campeonato Carioca/2026

 

Salve, Buteco! Se alguém dissesse, no início da temporada, ou mesmo há duas semanas, após a vitória sobre o Botafogo, que o Flamengo disputaria a final do Campeonato Carioca com treinador novo seria taxado de maluco. Como a crise e o Flamengo são eternos amantes inseparáveis, eis que, sob o comando do português Leonardo Jardim, o Flamengo entrará em campo hoje, as 18:00h, no Maracanã, ainda em crise, porém com um "fato novo" criado para "sacolejar" o elenco. Resta saber se os efeitos serão imediatos e positivos.

Um interessante aspecto dos acontecimentos da semana é que, para além da rápida conversa do diretor técnico José Boto comunicando a saída do ex-treinador Filipe Luís, não houve contato da Diretoria com o elenco. E mais: segundo consta, a "chave do Ninho" foi entregue ao português, que doravante chamarei de Calvo, o apelido que escolhi para carinhosamente me referir ao nosso novo Mister.

Numa manobra astuta, o Calvo separou o elenco, no treinamento de quinta-feira, em dois times que podem perfeitamente ser a formação "titular", ou seja, a que entrará em campo logo mais para decidir o Cariocão. 

Neste tuite, um torcedor rubro-negro "matou a charada" e apontou as formações dos dois times:


Partindo da premissa que uma dessas duas formações irá campo, sem serem misturadas (outra hipótese perfeitamente possível), e considerando os dois miolos de zaga, eu arriscaria dizer que o time titular é o "Flamengo sem colete"; porém, repetindo, não descarto, de maneira alguma, uma "mistura" entre essas duas formações. Afinal de contas, foi apenas o segundo treino do Calvo com o elenco.

Um passatempo para quem quiser tentar aliviar a tensão da expectativa (quem é rubro-negro está ansioso para esse jogo) é tentar adivinhar a escalação.

Algum palpite?

Quando não acerto a escalação, normalmente consigo prevê-la na maior parte dos jogos, só que isso acontece com trabalhos em andamento, quando todos já temos uma boa ideia de como pensa o treinador, a partir das escalações anteriores.

No caso do jogo de hoje, como será o primeiro do Calvo, vou deixar para subir o Ficha Técnica somente quando as escalações tiverem sido oficialmente divulgadas, o que provavelmente ocorrerá em torno das 17:00h ou um pouquinho depois.

Até lá, que tenhamos um domingo sereno, se isso for possível 😅.

A palavra está com vocês.

Bom dia e SRN a tod@s.

sábado, 7 de março de 2026

#006 Decantação


 O coque sai da beira do campo para entrar de vez na eternidade



     








Talvez o destino, esse roteirista irônico que costuma rir das nossas certezas, tenha agido com uma sabedoria cirúrgica ao assinar essa dispensa do jeito que foi. A saída de Filipe Luís surge como um escudo oportuno para seu próprio legado. É o momento exato em que a liturgia do cargo dá lugar à mística do herói, impedindo que o desgaste cotidiano de uma casamata em chamas ousasse arranhar o pedestal de um homem que tratou o Manto com a reverência de quem lida com o Santo Graal.


Invariavelmente, o tempo fará o favor de varrer para o esquecimento as falas infelizes e aquele ar "paneleiro" que flertou com a paciência da Nação. Que o limbo engula os "adversários colossais", os elogios dantescos a qualquer comprometimento básico de um atleta mediocre e as descrições apoteóticas de partidas que, na verdade, eram apenas enfadonhas. O que deve decantar no imaginário rubro-negro não é a retórica tática, mas o peso de ser tricampeão da Libertadores e tricampeão brasileiro. Que a memória selecione apenas o brilho das taças, deixando as justificativas de coletiva no arquivo morto da história.


No que diz respeito à gestão de pessoas, confesso: não domino as minúcias. Não sei descrever o que seria o "jogo posicional" de uma liderança, nem escalaria um grupo no "4-4-2 ou no 4-2-3-1" dos recursos humanos. Mas eu sei identificar uma liderança quando a vejo — e Filipe é uma dessas raras bússolas humanas. Como bem nota o nosso Carlinhos "Tomara" com a experiência de toda uma carreira, que tenho a sensação que foi de muito sucesso, a liderança tem aspectos subjetivos que superam o "aprender a fazer", é algo intrínseco. E ele, o Felipe, integra essa linhagem. Zico, Júnior, Diego, David Luiz e Danilo; figuras que, ao seu modo, influenciaram outros a performarem acima da própria capacidade. O Flamengo precisa de pessoas assim em suas fileiras, pois o clube não se gere apenas com pranchetas, mas com a autoridade de quem já dobrou o mundo.


O distanciamento, contudo, é agora um remédio bem-vindo e necessário. O convívio excessivo no olho do furacão transforma o ídolo em alvo com uma velocidade assustadora. Sair agora contribui para que o torcedor não pegue ranço do ídolo por conta dos erros do técnico. Um dia ainda tratarão como fato o absurdo que vou proferir agora: Filipe era tão rubro-negro que a emoção o sabotava. Ouso dizer que ele foi o pior jogador, disparado, de todas as finais que disputou conosco. Era o emocional de arquibancada atropelando o corpo de atleta; a prova cabal de que a febre de ser Flamengo tirava a lucidez até do mais cerebral dos lordes.


Dificilmente veremos o "coque-man" novamente na nossa casamata. Provavelmente ele ganhará a Europa e por lá terá o sucesso que sua obsessão exige. Que vença, que ganhe o mundo e que as luzes do Velho Continente iluminem sua nova jornada.
Filipe Luís não foi propriamente demitido; ele foi promovido a torcedor, o maior cargo que este clube pode nos dar. Que ele siga seu caminho com a certeza de que sua história está guardada em uma caixa de prata, pronta para a eternidade e livre de qualquer mácula.


Bom final de Semana a todos, vamo ganhar essa final!

quarta-feira, 4 de março de 2026

Obrigado, Fili! Seja Bem Vindo, Jardim!

 

Salve, Buteco! O post de hoje começa com uma homenagem a Filipe Luís Kasmirski, que completou 101 jogos comandando o Clube de Regatas do Flamengo. No post Morde e Assopra, da semana passada, mostrei um comparativo dos números de jogos do nosso mais recente ex-treinador com outros que superaram a marca de 100 e alguns que quase conseguiram atingi-la. Ao todo, então, SuperFili fecha a sua vitoriosa campanha no comando do Mais Querido com os seguintes números, sintetizados pelo Sofascore Brasil:

Flamengo sob o comando de Filipe Luís: ⚔️ 101 jogos 🚥 64V - 22E - 15D (!) 📊 70.6% aproveitamento (!) ⚽️ 184 gols (!) 🚫 68 gols sofridos (!) 🧤 46 jogos sem sofrer gols 🥅 266 grandes chances (!) 👟 8.5 finalizações p/ marcar gol ⚠️ 13.9 finalizações p/ sofrer gol (!) ⏳ 61.1% posse de bola 🏆 7 títulos (!) Deixou o clube.

O perfil FlaAlternativo no Twitter também trouxe um interessante recorte sobre a passagem de SuperFili:

Em 40 anos, Filipe Luís foi só o quarto técnico a passar dois réveillons no comando do Flamengo. Antes dele: Lazaroni (1985/86 e 86/87), Carlinhos (1991/92 e 92/93) e Luxemburgo (2010/11 e 11/12).
Coincidentemente, os dois primeiros caíram em março (Luxa rodou em fevereiro).

Cada fato que é revelado (como a negociação com o Chelsea, por exemplo), para além dos erros cometidos principalmente no excesso de liberdade concedido ao elenco e nas escalações para as decisões disputadas na presente temporada até o momento, mostra que a renovação foi um grande erro de ambas as partes. SuperFili, avoado, desconectado, não planejou bem a temporada/2026, o que certamente foi fruto de sua falta de convicção em permanecer, em vez de tentar a sorte na Europa. Coisas de um treinador inexperiente, que precisou planejar sua primeira temporada na condição de vencedor e com um salário de primeira linha, como pleiteou e obteve.

Uma passagem tão vitoriosa, contudo, merece, sem dúvida, ter seus bons momentos, que superam em muito esses dois primeiros meses de infortúnios, enaltecidos com uma bela homenagem e com todo o nosso carinho e reconhecimento. Jamais esquecerei, SuperFili, do título brasileiro depois de cinco anos e nem da quarta Libertadores, em Lima, em companhia da minha filha, como relatei no post O Diário de Lima.

Muito obrigado e até um dia. Boa sorte na Europa (bem longe do Brasil) e na sequência da carreira.

***

O post de hoje também serve como boas vindas para José Leonardo Nunes Alves Sousa Jardim, popularmente conhecido como Leonardo Jardim, treinador de nacionalidade portuguesa e venezuelana, de 51 anos de idade. Nascido em Barcelona, Venezuela, porém radicado com a família na Ilha da Madeira, território português, quando ainda era criança, o novo Mister chega ao Brasil com o currículo de 12 clubes na carreira de treinador, dos quais se destacam:

Olympiacos: campeão grego e da Copa da Grécia na temporada 2012/2013. Foi demitido quando liderava o certame da temporada 2013/2014 quando o time estava invicto, com 14 vitórias e 3 empates, por suposto envolvimento ou assédio sobre a esposa do proprietário do clube, ninguém menos do que o multimilionário Vangelis Marinakis.

Monaco: dirigiu o clube por mais de 5 temporadas (2014 a 2019), tendo conquistado Campeonato Francês (2016/2017) e sido semifinalista da Champions League 2016/2017 dirigindo um time que tinha jogadores como o lateral esquerdo Mendy, os meias portugueses João Moutinho e Bernardo Silva e os atacantes Kylian Mbappé e Radamel Falcão Garcia.

Al-Hilal: campeão da Champions League da AFC e da Supercopa da Arábia Saudita na temporada/2021.

Shabab Al-Ahli: campeão da liga dos Emirados Árabes Unidos na temporada 2022/2023.

O torcedor brasileiro o conhece melhor pela boa campanha com o Cruzeiro na temporada/2025. Já os torcedores rubro-negros e palmeirenses talvez o conheçam até um pouco mais do que os demais (exceto os cruzeirenses), já que a Raposa não perdeu para os finalistas da Libertadores e 1º e 2º colocados do Campeonato Brasileiro.

Nada melhor do que as palavras do próprio treinador para descrever como enxerga a posse de bola no futebol:

O treinador também declarou que só trabalharia no Brasil se fosse no Cruzeiro; contudo, um convite no Flamengo, o Maior e Mais Querido do Brasil, com o Maior de Minas tendo o posto de treinador ocupado no momento, parece ter feito o portuga venezuelano balançar e aceitar dirigir o clube que lhe proporcionará as melhores condições para voltar a ser campeão, o que não acontece, em sua carreira, desde 2023, como vimos.

Enquanto escrevia esse texto o noticiário dava conta que o nosso novo treinador dirigirá o primeiro treino logo após ser anunciado, já nesta quarta-feira.

Então, boa sorte pra ele, com muita sabedoria e serenidade, pois precisará de todo esse pacote para suportar a pressão.

E que venham as taças!


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Sobre o Fla-Flu eu vou deixar para falar no Esquenta, no sábado.

Tenham uma boa quarta-feira.

A palavra está com vocês.

Bom dia e SRN a tod@s.