sexta-feira, 1 de maio de 2026

Coluna do Carlos César: Resenha a Varejo em 01/05/26


Olá Buteco!


Meu propósito, nos textos que passei a escrever e que espero poder manter por algum tempo, é trazer a vocês temas para resenha, enquanto esperamos o Esquenta e o Ficha Técnica do jogo do fim de semana.

Pelo estilo da coluna, posso começar a esboçá-la na segunda-feira, mas tenho que esperar o jogo do meio da semana para fechá-la porque, como diziam os velhos cronistas, “o futebol é uma caixinha de surpresas”.

Pretendia trazer, como primeiro tema desta resenha a varejo, uma celebração ao bom início do Leonardo Jardim, mas a caixinha de surpresas me deixou atordoado e bastante triste com a notícia da fratura na clavícula do Arrasca.


Lesões no Futebol Moderno e a Ausência do Arrasca


Pep Guardiola já sentenciou que “o título se ganha nas oito últimas rodadas e se perde nas oito primeiras”, mas há fatos entre esses dois blocos de rodadas que ameaçam as chances de conquista de títulos de qualquer grande pretendente e lesões de craques fazem parte do rol desses fatos.

Embora haja muita bola pra rolar, não há como negar que a ausência do nosso Camisa 10 é um enorme prejuízo para o Flamengo, porque ele tinha começado a render bem para o time.

Daqui a pouco, nesta mesma “Resenha”, vou voltar a falar de elenco curto, mas aqui quero dirigir um olhar específico sobre o tema das lesões, porque as vejo como uma “regra” do futebol atual e, não por acaso, a lista de grandes jogadores em risco de não irem à Copa de 2026 está agitando o noticiário do mundo da bola.

Viajo aos velhos tempos e me lembro de alguns longos afastamentos de jogadores, mas minha memória embaçada me leva à sensação de que, embora a ciência da preparação de atletas não tivesse os recursos atuais, a frequência com que as lesões mais graves aconteciam era menor.

Como se trata de memória embaçada, talvez eu esteja enganado, mas há pelo menos dois fatores atuais que podem dar alguma credibilidade à minha tese: o calendário com jogos seguidos, sem folgas, e a grande intensidade empregada nas partidas.

Corpo e mente dos atletas atuais sofrem mais com esses fatores “modernos” do que sofriam os de jogadores antigos.

Informação altamente científica: Aprendi, há bastante tempo, numa bolacha de chopp de um buteco do Rio (elas tinham frases informativas), que os jogadores da década de 1970 corriam sete quilômetros por partida.

Hoje em dia, quem não corre dez quilômetros por partida é considerado um chupa-sangue.

Além dessa característica do futebol antigo sacrificar menos os elementos da estrutura física dos jogadores (ossos, músculos, articulações, tendões), havia mais tempo para recuperação, porque era menor o número de jogos por temporada.

Sobre tempo de recuperação, falei bastante no post “Zico e Tanure na Resenha do Galinho”, publicado em 11 de setembro de 2024.

Ali, pela exposição do Dr. Tanure, ficou claro que o calendário moderno impede a aplicação das melhores práticas científicas para o bom condicionamento físico e mental dos atletas.

Embora convencido de que o elenco do Flamengo deve ser maior, tenho que reconhecer que existem limites para a quantidade de reservas e que, em determinadas situações, esses limites podem levar a algum excesso de exposição de certos atletas.

Nesse sentido, chamou-me a atenção e me preocupou a escalação do Arrascaeta para o jogo contra o Estudiantes, mas Jardim tem seus critérios para a montagem do time e, no caso da posição de meia centralizado, não podia contar com o Paquetá, melhor opção para o rodízio com o nosso 10, porém afastado por lesão.

O Calvo optou pelo Arrasca, que acabou sofrendo lesão não causada por desgaste, mas por acidente de trabalho, numa disputa em que, ao mesmo tempo e sem qualquer prudência, o adversário tocou na bola e jogou seu corpo contra o do nosso craque.

Fato é que o Arrasca deve ficar afastado por quarenta e cinco dias e que Leonardo Jardim vai precisar encontrar soluções para que o time sofra o mínimo possível por essa ausência.


Elenco Curto - Mais um Capítulo


O post que escrevi na semana passada, “Elenco Curto, Calendário, Coringas” foi premiado com uma ótima resenha da turma do Buteco.

Copiei e arquivei todos os comentários, porque acredito que eles poderão alimentar mais um post, talvez nas próximas semanas, talvez no início do recesso para a Copa do Mundo.

Por ora, quero registrar duas percepções que tive ao refletir sobre o post e a resenha.

A primeira percepção é que, sem me dar conta ao preparar o texto, acabei provando, “por absurdo”, que a tese de trabalhar com elenco curto é errada.

Afinal, desenvolvi o texto aceitando como realidade que, se os treinadores preferem trabalhar com elenco curto, devemos aceitar essa premissa e tentar viabilizá-la com o uso de coringas.

Foi o que fiz, só que, no final do texto, acabei concluindo que, mesmo contando com vários coringas, o Flamengo deveria ter, para que seu elenco ficasse completo, no mínimo mais três segundos reservas, um lateral direito, um zagueiro e um volante.

Ou seja, devemos ter no elenco principal, à luz da análise feita no post, no mínimo 3 goleiros e 26 jogadores de linha.

A segunda percepção é que, concordando com a minha conclusão, muitos participantes da resenha optaram pelo preenchimento das vagas adicionais por bons jogadores da base.

Em outro momento, valendo-me dos comentários que arquivei, pretendo desenvolver mais o assunto, porque há material para um aprofundamento do debate, só que, então, adotarei como premissa correta o uso, pelo Flamengo, de 30 jogadores no seu elenco principal.

Nesse aprofundamento, poderei explorar outros motivos que tornam recomendável, a meu ver, o uso de um elenco maior do que o atualmente utilizado pelo clube, mas prendo-me, por enquanto, ao calendário e aos seus efeitos diretos (desgastes, lesões e suspensões) e concluo dizendo que Jardim e os futuros treinadores do Flamengo podem nunca concordar com o elenco “longo”, mas que, como isso aqui é resenha, a gente define o que acha certo e se sente no direito de cobrar eternamente, até eles aprenderem.

Sacou, Jardim? Sacou, Boto?


O pacote vilanização do Flamengo, O MÉTODO e a mídia “anti”



Resisto a aderir a teorias da conspiração, porque elas são frequentemente alimentadas por extremismos que meus muitos anos de estrada me ensinaram a rejeitar, qualquer que seja o polo defensor de cada teoria conspiratória.

Não posso, porém, ser ingênuo e deixar de reconhecer que um movimento bastante antigo voltou a ganhar força nos últimos tempos, a tentativa de vilanização do Flamengo, projeto que é acompanhado por ações sistemáticas da mídia “anti”, uma delas com um viés muito bem captado pelo William Godoy no vídeo “A mídia desrespeita o Flamengo com esse método”, o viés da criação de sentimentos negativos em parte da própria torcida rubro-negra, quanto ao real valor esportivo do clube.

Todos os youtubers rubro-negros que acompanho e muitos frequentadores do Buteco identificam, no projeto de vilanização do Flamengo, um MÉTODO, que é capitaneado pelo nosso atual rival paulista e que tem, no mínimo, duas faces que se complementam, a dos ataques cheios de ódio ao nosso clube do coração e a da vitimização sistemática do Palmeiras.

Para os capitães do projeto, punir o Palmeiras, dentro ou fora de campo, leva a um festival de reclamações que gera pressão sobre árbitros, no jogo em curso e em partidas futuras, ao mesmo tempo em que desvia o foco dos muitos favorecimentos ao clube verde reclamante.

Na outra face, há uma crescente e sistemática ação, em entrevistas e em redes sociais, para que o Flamengo seja visto como vilão, algo que, como tem alertado o Fabricio Chicca em seus vídeos, tem efeitos sobre a imagem do clube e, consequentemente, também sobre oportunidades de contratos comerciais.

Não há ingênuos nesse jogo e, por óbvio, o Flamengo precisa se posicionar muito bem contra essa estratégia, alimentada por algum ódio, mas também por muita esperteza.

Exemplo marcante do quanto o projeto de vilanização tem pouco ou nenhum compromisso com práticas justas é o episódio do ajuizamento, pelo Flamengo, da questão relacionada à participação do clube nas receitas obtidas pela Libra, mais especificamente na terceira parcela do bloco de receitas, aquela relacionada à audiência das transmissões do campeonato brasileiro pela Rede Globo.

Sob a alegação de que o Flamengo havia assinado acordo em que aceitava o critério defendido pela Libra para a distribuição da terceira parcela, a campanha pela vilanização do clube veio forte, com declarações furiosas de dirigentes de adversários e de jornalistas engajados na defesa de seus clubes.

Chamada a se manifestar, a Justiça reconheceu, em caráter liminar, haver fundamento no que defendia o Flamengo e isso acabou levando, nos últimos dias, ao anúncio de que Libra e Flamengo chegaram a um acordo, pelo qual o Rubro-Negro iria receber mais cento e cinquenta milhões de reais do que receberia se prevalecesse o critério que a Liga queria impor.

Não há como negar que a disposição dos clubes da Libra para firmar acordo é uma demonstração de que o Flamengo tem alguma razão no questionamento e do quanto foram injustas as acusações feitas ao clube.

Mais ainda, também se noticiou que, acompanhado pelo Bahia, o Flamengo passou a integrar o Comitê Gestor da Libra, algo que, convenhamos, sinaliza que os clubes participantes não veem o Mais Querido como tão malvadão quanto é acusado por seus detratores, mas como um player capaz de gerar ganhos coletivos (Bap já disse em entrevista que, participando do Comitê Gestor, tem ideias a respeito de possíveis ganhos adicionais para todos).

Tudo parecia caminhar bem, mas a presidente Leila já se reapresentou na arena de combate, rejeitando o acordo anunciado e, segundo se noticiou, admitindo que o Palmeiras saia da Libra.

Nada entendo de ligas de clubes, mas essa é uma hipótese que vejo com simpatia, porque parece que a presença de Flamengo e Palmeiras na mesma liga tende a ser inconciliável.

Por enquanto, só nos resta aguardar os próximos capítulos.

Continue ligado, Bap!

Saudações Rubro-Negras!!!!

Carlos César Ribeiro Batista

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Estudiantes x Flamengo

   

Copa Libertadores da América/2026 - Grupo A - 3ª Rodada

Quarta-Feira, 29 de Abril de 2026, as 21:30h (USA/ET 20:30h), no Estádio Uno Doctor Jorge Luis Hirschi, em La Plata, Argentina.

Estudiantes: Muslera; Meza, Pirez, Tomás Palacios e Benedetti; Piovi, Tiago Palacios, Amondarain, Neves e Farías; Carrillo. Técnico: Alexander "El Cacique" Medina.

FLAMENGORossiRoyalDanilo, Vitão AleSandro; EverttonJorginhArrascaetaLuiAraújoBrunHenrique Samuel LinoTécnico: LeonardJardim.


Arbitragem: Piero Maza (FFC/Chile), auxiliado pelos Assistentes 1 e 2  José Retamal (FFC/Chile) e Miguel Rocha (FFC/Chile). Quarto Árbitro: Diego Flores (FFC/Chile). Árbitro de Vídeo (VAR): Juan Lara (FFC/Chile)Auxiliar de Vídeo (AVAR): Edson Cisternas (FFC/Chile). Assessor de Árbitros: Ricardo Casas (AFA/Argentina). Quality Manager: Oswaldo Segura (FEF/Equador).

Transmissão: Rede Globo (TV aberta), GeTV (YouTube e Internet) Paramount+ (Streaming). 

Esquenta: Estudiantes x Flamengo, pela 3ª Rodada do Grupo A da Libertadores/2026

 

Salve, Buteco! No post de ontem, o nosso amigo Leandro Machado destrinchou muito bem o difícil contexto dos jogos da semana que vem, quando o time viajará até Medellín para enfrentar o Independiente e apenas três dias depois estará em Porto Alegre para encarar o Grêmio, que jogará pela Sul-Americana contra o Deportivo Riestra, em Buenos Aires, na terça-feira, e, portanto, terá dois dias a mais de preparação, além de uma viagem bem mais curta.

A chave para a preparação visando o jogo contra o Grêmio passa pela conquista dos três pontos hoje à noite. É que, com 9 pontos em três jogos, o Flamengo poderá, tranquilamente, escalar uma formação bem alternativa para enfrentar o Independiente Medellín, priorizando o confronto contra os gaúchos, e depois sacramentar a classificação com duas vitórias no Maracanã, contra o próprio Estudiantes, adversário de hoje à noite, e o Cusco.

Mas quais são as chances de vitória hoje à noite? Bem, a gente tende a se lembrar do dificílimo confronto das quartas de final da Libertadores/2025, último entre as duas equipes, quando o Flamengo esteve à beira da eliminação, perdendo por 1x0 para o Estudiantes no Jorge Luis Hirsch, palco da peleja de hoje à noite, tendo se classficado somente nos pênaltis.

Deixem-me, porém, oferecer-lhes outro ângulo para o prognóstico e, para tanto, vamos pegar a Máquina do Tempo do Buteco do Flamengo para viajarmos até Buenos Aires na noite de 31 de agosto de 2022, pouco antes do Mais Querido entrar em campo para, numa atuação de gala, golear impiedosamente o Vélez Sarsfield dirigido por... Alexander "El Cacique" Medina. 

Sim, ele mesmo, o atual treinador do Estudiantes de la Plata, já que Eduardo "Barba" Domínguez, treinador dos Pinchas ano passado, sofreu idêntico atropelo há apenas dois dias, na Arena Gonzalo Plata ou Cu de Zebra. Vejam, prezados Amigos do Buteco, as coincidências que os estranhos caminhos da bola nos trouxeram.

Faz tanto sentido comparar o jogo de 2025 quanto as perspectivas de enfrentar um time dirigido por Cacique Medina com uma formação não posicional e "fluida" tal como aquele onze que entrou em campo na memorável noite de 31 de agosto de 2022: Santos; Rodinei, David Luiz, Léo Pereira e Filipe Luís; Thiago Maia, João Gomes, Everton Ribeiro e Arrascaeta; Pedro e Gabigol.

Passados quase quatro anos, apenas Léo Pereira, Pedro e Arrascaeta permanecem no clube. O zagueiro não foi relacionado para se recuperar de um corte profundo no tornozelo. 

Os contextos, portanto, são diferentes, mas talvez nem tanto. O balé do Flamengo do Calvo nos permite sonhar não com mais uma goleada (evitemos o exagero e a soberba), mas, quem sabe, com uma vitória simples, que nos alivie a tabela e a maratona logo mais à frente. O Estudiantes, tal qual o Boca Juniors, tem tradição de crescer nos mata-matas.

Com essas reflexões, deixo a palavra com vocês, lembrando que o Ficha Técnica, como de costume, subirá as 19:00h.

Tenham uma quarta-feira rubro-negra, repleta de paz.

Bom dia e SRN a tod@s.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Espetáculo

 

Fonte: Instagram Arrascaeta

Olá Buteco, bom dia!!!

Atuação esplendorosa do Flamengo no domingo, mais uma! O time já havia jogado muita bola contra o Fluminense, contra o Independiente Medellin e contra o Bahia, renovando as esperanças da Magnética em ser campeão das três competições em jogo no momento. Vejamos os cenários em cada competição:


1) Libertadores:

Se vencermos o Estudiantes amanhã, encaminhamos a classificação. A matemática é simples: chegaríamos a 9 pontos, deixando Estudiantes e Independiente Medellin com 4. Vamos supor que percamos os dois jogos seguintes - Independiente lá e Estudiantes aqui - e que os adversários ganhem do Cusco. Chegaríamos à 6ª rodada com os mesmos 9 pontos, contra 10 de Estudiantes e Medellin, que se enfrentam. Ou seja, ganhando o Cusco no Maracanã, iríamos a 12 e garantiríamos, no mínimo, a segunda posição da chave. 

"Garantir" a classificação no jogo de amanhã é excepcionalmente importante para o clube, porque precisamos de força máxima no Campeonato Brasileiro, no qual estamos a 6 pontos do líder, ainda que com um jogo a menos. Poder mesclar um pouco mais o time nas partidas contra Medellín lá e Estudiantes aqui (este é na quarta antes do Flamengo x Palmeiras pelo Brasileirão) é fundamental para a nossa meta de chegar à parada da Copa na liderança do Brasileirão.

O empate amanhã não é ruim, sob a ótica da classificação na Libertadores, mas não nos daria essa segurança de poder mesclar bem o time na sequência da Libertadores. Então, é foco na vitória, Mengão!


2) Brasileirão

O Flamengo tem 5 jogos até a parada da Copa do Mundo: Vasco (c), Grêmio (f), Athletico-PR (f), Palmeiras (c) e Coritiba (c). 

Vejam como a vitória amanhã pode clarear muito nossa campanha no Brasileirão: após o jogo contra o Vasco, vamos ao Sul encarar o Grêmio. O time gaúcho joga na terça-feira antecedente a essa partida, pela Sulamericana. Nós só jogaremos na quinta, contra o Medellín lá, pela Libertadores. São dois a mais que eles terão para recuperação física, muita coisa. Agora, se pudermos mandar um time bem mesclado a esta partida na Colômbia (como foi o time que goleou aqui), chegarmos no fim de semana bem próximos do onze ideal.

Esses dois jogos - Vasco e Grêmio - temos que vencer, empate não servem, especialmente porque a campanha do Palmeiras está muito acima do normal. Nessas duas próximas rodadas, eles pegam o Santos em casa (Santos no Z4) e o Remo (penúltimo colocado) fora de casa. Difícil perderem pontos.

Depois de Grêmio x Flamengo, temos o jogo da volta contra o Vitória, pela Copa do Brasil e seguimos para Curitiba, encarar o Athletico Paranaense. Eles têm um bom time, mas não conseguiram sequer o empate contra o Palmeiras, mesmo jogando um bom tempo com um homem a mais. Para este jogo, devemos estar com o time mais próximo do ideal também. Nessa rodada, o Palmeiras enfrenta, em casa, o Cruzeiro. Não descartaria um empate aqui. 

E aí chegamos ao esperado Flamengo x Palmeiras do fim do 1º turno. Com as duas tabelas destrinchadas, acho que dificilmente chegaremos nesse confronto com a possibilidade de tomar a liderança do campeonato com uma vitória (estamos 6 pontos atrás, teríamos que torcer por uma derrota deles frente ao Cruzeiro ou dois empates e ainda teríamos que vencer as nossas partidas). Nesse sentido, o fato da partida com o Mirassol ainda não ter sido marcada foi ruim. Mas, paciência. O mais provável é o mesmo cenário do ano passado, quando fomos a São Paulo 4 pontos atrás (ou seja, eles poderiam abrir 7 de vantagem) e vencemos, diminuindo a diferença para 1 ponto. Como em 2025, a vitória no confronto direto será fundamental para as nossas pretensões.


3) Copa do Brasil

A Copa do Brasil é a terceira em prioridade, mas o Flamengo não vai abdicar dela. A tentativa é de ganhar tudo e tem que ser assim mesmo! Isso aqui é Flamengo! 

Provavelmente termos um time bem mesclado contra o Vitória - como foi o que goleou o Independiente Medellin no Maracanã e como eu imagino que possa vir a ser nos próximos jogos da Libertadores, caso vençamos amanhã - mas temos a vantagem de 1 gol e qualidade para garantir a classificação. O Vitória também tem os problemas deles no Brasileirão (1 ponto apenas acima do Z4) e pode ser que também escale um time mesclado. É jogar sério e trazer a classificação. Aí, pensar em Copa do Brasil só no segundo semestre.


O time está bem. Ver o Flamengo jogando bem é um espetáculo! Esse Flamengo que vai pra cima, que empilha oportunidades, que machuca e que, principalmente, também é solidário no momento sem a bola. Futebol de hoje não permite descuidos. O gol que tomamos do Independiente Medellin aqui teve muito da falta de comprometimento do Cebolinha em deixar o cara do chute livre. Isso é que não pode acontecer. O Flamengo quer ganhar tudo e, para isso, os jogadores precisam ter essa mentalidade de que toda dividida tem que ser nossa!

Vai pra cima deles, Mengo!!!

Saudações RubroNegras!!!

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Galinhada ao Molho de Quatro Queijos




Salve, Buteco! Pedimos McDonald's aqui em casa. Resolvemos experimentar o tal McBrasil. Só que entregaram dois McChicken, um "crispy" e outro normal. Sinais? Bom, o certo é que o Galo foi de colher e a noite era de sopa... De galinha! Aliás, será que galinhada ao molho de quatro queijos fica bom? Vamos a alguns memes:



Após mais uma derrota em casa para o Flamengo, o Atlético-MG decidiu demolir a Arena MRV. Digo, Arena Gonzalo Plata. Afinal, o primeiro clube campeão na casa atleticana foi o Flamengo e o Galo só passa vergonha diante do rival unilateral. Plata, verdadeiro dono do estádio, ainda não foi consultado. Por isso, a ideia sobre a demolição pode ser revista. Caso o desempenho se mantenha, o Atletico-MG se verá obrigado a demolir pelo menos 2 estádios por ano. Siga o para mais notícias fictícias/humorísticas como essa.

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É bem difícil falar aprofundadamente sobre tática e detalhes do jogo depois das 23:00h, tendo que acordar cedo na segunda-feira para trabalhar, mas parece que a torcida está gostando desse Flamengo "mais solto" de Leonardo Jardim, que hora lembra o time de 2019, comandado pelo Mister Jorge Jesus, ora lembra os melhores jogos sob a direção de Renato Gaúcho, em 2021.

Até aqui, está valendo a pena trocar a solidez defensiva inexpugnável de 2025 pela magia desse futebol de 2026. O preço vem sendo cobrado em forma de sustos a cada jogo, mas as 7 vitórias seguidas indicam o caminho a ser trilhado. Dá para melhorar no setor defensivo, desde a transição até o posicionamento. Acredito que tudo virá com o tempo.

O importante é que o time dessa vez foi muito mais efetivo do que nos últimos jogos e conseguiu até se poupar no segundo tempo para o jogo em La Plata, na quarta-feira.

Destaque para as atuações exuberantes de Pedro Guilherme, o "Bibliahimovic", e Samuel Lino. Menções honrosas ainda a Plata, pelo golaço, e a Evertton Araújo, que ganha confiança a cada jogo. Arrascaeta também parece melhor a cada atuação.

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Bem, vou ficando por aqui, pois tenho que dormir.

Tenham uma semana abençoada, repleta de paz.

A palavra está com vocês.

Bom dia e SRN a tod@s.