quinta-feira, 2 de julho de 2026

Coluna do Carlos César: Resenha a Varejo 02/07/2026


 

Olá, Buteco!



Sigamos com as resenhas a varejo, enquanto o Mengão já treina em Portugal, em preparação para o Torneio de Algarve e para a segunda metade da desafiadora temporada de 2026.



Situação do Mengão Sub-20 no BR26 e Viagem dos Garotos a Portugal



Tendo empatado com São Paulo e Corinthians na 17ª e 18ª rodadas da fase de classificação, nosso Sub-20 somou 27 pontos e entrou na última rodada precisando vencer o Avaí e torcendo para que, entre Athletico-PR, Corinthians e Cruzeiro, todos com 29 pontos, um deles perdesse seu jogo (ou empatasse e fosse superado nos critérios de desempate).

Ontem, na última rodada, Corinthians e Cruzeiro perderam seus jogos, parando nos 29 pontos, mas o Flamengo cedeu o empate ao Avaí aos 50 minutos do segundo tempo e, somando apenas 28 pontos, não conseguiu se classificar para a fase mata-mata.

Enquanto parte da garotada deixava escapar, no último minuto do último jogo, a classificação para as quartas de finais do BR26 Sub-20, dez garotos estão em Portugal, vivendo uma experiência de integração ao elenco principal, sob observação e orientação do treinador Jardim. São eles:

** Rayan Lucas e Lorran, ambos já com experiência no elenco principal e no exterior, mas devolvidos ao Flamengo no fim de seus empréstimos;

** Guilherme, Dyogo Alves, Daniel Sales, Alan Santos, João Victor, Johnny, Joshua, Daniel Thuram, alguns com mais experiência no elenco principal, outros com menos, mas todos candidatos a uma promoção, a depender de como serão avaliados pelo treinador.

Nosso Amigo Laercio, que acompanha a base mais de perto, lamentou as ausências de Josmar, Pablo, Douglas Telles e Davi Fraga e discordou das presenças de Guilherme e Alan Santos, mas considerou “uma lista bem decente”.

Fica a torcida para que os garotos e o Flamengo aproveitem bem essa oportunidade e que, mais do que um simples espasmo passageiro, ela seja um primeiro passo firme na retomada do esforço do clube pela integração de crias ao elenco principal.

Reconheço que esse processo não é fácil e que a promoção de garotos não é a principal solução para estruturação do elenco principal (a principal estratégia do Flamengo é “comprar pronto”), mas vejo-a como um complemento útil para a estruturação e, se contarmos com treinadores interessados nesse trabalho, como um bom e desejável caminho para a formação de jovens promissores.

Para o torcedor, como comentei em outro post, a regra desse jogo é paciência histórica.



Formação de Jogadores versus Conquista de Troféus

O discurso do Flamengo, primeiro do Bap e do Boto e, mais adiante, do Alfredo de Almeida e do Marcelo Salazar, é de que a prioridade, no trabalho com a base não é conquistar troféus, é formar jogadores para uma boa carreira na fase adulta.

Essa priorização é a meu ver incontestável, mas não creio que a conquista de troféus precise ser vista como um incontornável impedimento à formação de craques, na medida em que, a depender de como esse trabalho da base seja desenvolvido, há possibilidade de conciliação das duas coisas.

Digo isso porque o Palmeiras parece ter encontrado a fórmula para essa conciliação, a julgar pelos bons resultados que vem obtendo na combinação entre revelação de craques e conquista de troféus.

O BR26 do Sub-20 não acabou e o Palmeiras pode cair no mata-mata, perdendo o troféu deste ano, mas chama-me a atenção e desperta em mim uma “inveja benigna” o desempenho dos garotos palmeirenses na fase de classificação, em que conseguiram 77% de aproveitamento, com 44 pontos, 13 vitórias, 5 empates, apenas uma derrota e 54 gols marcados (média de 2,84 gols por jogo).

O Vasco, segundo colocado, ficou a oito pontos de distância.

Não precisamos copiar, podemos ter método próprio, mas deve haver lições a aprender nesse histórico de sucesso do porco na base, revelando grandes jogadores e sendo competitivos na busca de troféus.



Arbitragens na Copa do Mundo - Vale tudo para a bola rolar mais

Dona FIFA mudou de ideia, trocando a diretriz de prevenção da violência pelo primado da bola rolando ao máximo.

Por força dessa nova diretriz, os juízes estão deixando de marcar faltas flagrantes nos jogos da copa e, pelo mesmo motivo, o VAR interfere pouquíssimo, mesmo em jogadas de cotovelo na cabeça do adversário e de entrada de sola na canela.

Essa conduta tem produzido arbitragens que considero muito ruins, porque o nível de tolerância com jogadas faltosas prejudica quem joga de maneira lícita.

Por mais que eu tenha tentado entender, não consegui deixar de classificar como idiotice o critério de interferência do VAR em escanteios.

O novo critério diz que, se o juiz marca um escanteio erradamente, o VAR deve interferir para que seja dado o tiro de meta, mas que a recíproca não é verdadeira: quando o juiz marca um tiro de meta erradamente, o VAR não pode interferir para que seja marcado o escanteio.

Se passaram a admitir o uso de tecnologia em escanteios, por que aceitar erros facilmente evitáveis?

Por outro lado, considero boas algumas inovações.

Foi positiva, a meu ver, a ideia de abertura de contagem para cobrança de lateral.

Sempre me incomodou o fato do time que põe a bola para fora de campo ser beneficiado pela dificuldade imposta pela cobrança dos laterais com as duas mãos e pela facilidade que isso proporcionava aos marcadores do time “faltoso”.

Na copa, como decorrência da abertura de contagem, as cobranças de laterais estão sendo rápidas, numa mudança que, de fato, tem conferido maior dinâmica ao jogo.

Também foi positiva a ideia de obrigar o jogador atendido em campo a ficar um minuto fora.

Isso diminuiu muito a permanência de jogadores deitados após as faltas.

O ponto negativo é o faltoso ficar em campo quando a vítima tem que pagar a pena de um minuto fora.

Então, acho que essa ideia é boa e que está funcionando, mas que precisa ser aperfeiçoada.

Brasileirão e Libertadores vêm aí e estou curioso pra saber como as novas regras serão burladas pelos “espertos” do Brasil e do nosso continente e como elas serão aplicadas pelos nossos árbitros.



Lamentando, Resmungando, Elogiando e Torcendo

Foto: Adriano Fontes/Flamengo

Lamentando: É pena que alguns garotos bem avaliados tenham sido excluídos da excursão a Portugal. Creio que prevaleceu, no caso, a priorização da tentativa de classificação para o mata-mata do BR26. Cabe torcermos para que os garotos agora preteridos tenham suas oportunidades ao longo do segundo semestre, sob o olhar do treinador Leonardo Jardim, que se anuncia como um lançador de grandes jogadores.

Resmungando: Além dos problemas impostos ao calendário de futebol pelas datas reservadas às seleções nacionais, ainda temos que pagar o preço das lesões sofridas pelos nossos jogadores nas competições promovidas pela FIFA e pela CONMEBOL.

A lesão do Paquetá é mais um capítulo dessa história e só nos resta torcer para que ela não seja grave e para que, cumprida sua missão na seleção brasileira, o cria possa voltar a vestir o Manto o quanto antes.

Elogiando: Tenho criticado o Ancelotti aqui no Buteco e sou seguidor da ideia defendida pelo João Saldanha de que não devia haver hinos nacionais em competições esportivas (ele rejeitava a ideia de pátria de chuteiras), mas o Carleto cantar o nosso hino associando-se aos jogadores e à torcida é uma demonstração de respeito e consideração, bem diferente da atitude colonialista que vemos em alguns estrangeiros que trabalham no futebol brasileiro ou trabalharam em tempos recentes.

Carleto já disse que é uma honra ser treinador da seleção brasileira e seu gesto de cantar o nosso hino mostra que ele não jogou palavras ao vento quando fez essa declaração.

Torcendo: Amanhã nosso Mengão fará a primeira partida pelo Torneio de Algarve. Que corra tudo bem e que o time consiga uma boa preparação, em Portugal e nos dias restantes da inter-temporada.



Saudações Rubro-Negras!!!

Carlos César Ribeiro Batista


terça-feira, 30 de junho de 2026

Rivalidades - Parte 1

Olá Buteco, bom dia!

Nessa época de Copa do Mundo, demorei para pensar em um tema interessante para nossos posts de terça-feira. Felizmente, a inspiração chegou e pensei em fazer uma comparação histórica dos nossos resultados frente aos grandes rivais nacionais. O corte é "até 2018 - de 2019 em diante", mapeando bem a segunda etapa do projeto esportivo rubronegro, a transformação da reestruturação do clube em títulos. 

Dividiremos esta série em 3 partes. A primeira parte pega os confrontos contra nossos rivais mineiros e gaúchos. A segunda parte pega os confrontos locais, os históricos clássicos cariocas. Por fim, a terceira parte dessa análise pega os rivais paulistas, onde está o maior rival nacional do Flamengo na atualidade.

Começaremos pelo Clube Atlético Mineiro, talvez o primeiro grande rival interestadual do Flamengo, dados os confrontos pelo Brasileirão de 80 e Libertadores de 81, ambos vencidos pelo Malvadão. A Tabela histórica apresenta 11 vitórias a mais e um aproveitamento de 50% de pontos do Flamengo nesse confronto, até 2018. Os dados são do site Flaestatística e, embora em grande parte deste confronto os jogos valessem 2 pontos, decidimos por contabilizar o aproveitamento no formato atual (3 - 1 - 0), de forma a padronizar a comparação.


É importante sinalizar que, dos 4 rivais que serão analisados hoje, o confronto com o Atlético Mineiro era o único em que o Flamengo já possuía vantagem histórica. Paradoxalmente, desses 4 rivais, é o Atlético quem conseguiu nos vencer mais vezes de 2019 para cá (8). 

Apesar disso, o nosso aproveitamento recente é de 55%, abrindo mais 3 vitórias no total histórico. Em especial, o título da Copa do Brasil 2024, o primeiro (e único, até agora) troféu nacional do novo estádio atleticano.

Em 2022, nos classificamos em cima deles nas oitavas de final, campeonato em que também seríamos campeões. Houve ainda outros dois confrontos eliminatórios: Supercopa 2021, derrota nos pênaltis e a Copa do Brasil do ano passado, em que também fomos derrotados nos pênaltis. 

Pela Libertadores da América não houve confrontos e a curiosidade recente do confronto é que, pelo Brasileirão, não perdemos desde 2023. 

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Contra o outro rival de Minas, o Cruzeiro, estamos bem. Aproveitamos a pior fase da história do rival mineiro para reverter a vantagem história do confronto. Foram apenas 9 jogos de 2019 para cá, por conta dos 3 anos que o Cruzeiro passou na Série B do Campeonato Brasileiro, com um incrível aproveitamento de 74% nesses jogos - 6 vitórias, 2 empates e apenas 1 derrota.


Todos estes 9 jogos recentes foram válidos pelo Campeonato Brasileiro, mas será exatamente o Cruzeiro o nosso próximo adversário na atual edição da Libertadores. Um Cruzeiro que precisou virar SAF para voltar a ter condições de competir pelos principais títulos e agora se candidata a ser um futuro grande rival do Flamengo.

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Passemos para o Sul do país, começando por Flamengo x Grêmio, adversário historicamente muito difícil, com eliminação na Libertadores na época do maior Flamengo de todos os tempos e título da Copa do Brasil em pleno Maracanã. Dos 4 rivais analisados hoje, o Grêmio era o que detinha o maior saldo de vitórias contra nós: impressionantes 6 vitórias a mais para eles, até 2018.


Felizmente, a geração de Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol não só pulverizou essa vantagem como também desequilibrou o confronto complemente em nosso favor. Dos 19 jogos de 2019 para cá, vencemos 12 (!), com apenas 3 vitórias gremistas. Em 10 jogos no Sul foram 6 vitórias rubronegras. Nos três confrontos eliminatórios que aconteceram nesse período, nos classificamos, sendo a histórica semifinal da Libertadores 2019 o confronto mais lembrado por todos nós, uma verdadeira aula de futebol do esplendoroso time de Jorge Jesus. 


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Por fim, o Internacional. O Internacional, diferentemente do Grêmio, sempre foi um rival muito difícil de ser batido no Sul, mas meia-boca no Maracanã. O Flamengo aprendeu a jogar no Sul (9 jogos, 3V, 3E, 3D), mas o Inter tem conseguido nos tirar pontos preciosos no Maracanã, em jogos do Campeonato Brasileiro. Por esta competição, dos 8 jogos disputados no estádio, vencemos apenas 3 (4 empates e 1 vitória do Inter, um incrível 0x4 em 2021, com Renato Gaúcho). 



O mais interessante desses confrontos foram as duas eliminatórias pela Libertadores da América, nas campanhas do Bi e do Tetra. Em 2019, 2x0 aqui (Bruno Henrique e Bruno Henrique) e 1x1 lá (Gabigol tá pedindo!). Ano passado, 1x0 aqui (Bruno Henrique) e 2x0 lá (Arrascaeta e Pedro). 


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O que concluímos dessa primeira parte é que o Flamengo conseguiu se descolar bem dos rivais mineiros e gaúchos, invertendo as vantagens histórias dos rivais, acostumando-se a vencê-los também fora de casa e passando na grande maioria dos confrontos eliminatórios.

Por hora, não parece que terão forças para emparelhar novamente conosco, ainda que o Cruzeiro possa ser um ponto de atenção, pelo novo investidor. Apesar disso, a força de camisas pesadas e grandes torcidas locais tendem a manter esses jogos em bom nível de dificuldade.

Na próxima análise, veremos os nossos rivais mais frequentes, Botafogo, Fluminense e Vasco. Até lá!

Saudações RubroNegras!!!


segunda-feira, 29 de junho de 2026

Eu, a Seleção Brasileira e as Copas do Mundo

 

Salve, Buteco! Como hoje, logo no início da tarde, a Seleção Brasileira jogará contra o Japão pelos 16 avos de final, achei que não faria muito sentido falar sobre Flamengo. Então, resolvi dar continuidade ao post As Copas do Mundo da Minha Infância, publicado aos 3 de dezembro de 2022.

E como a foto do post bem sugere, o momento mais dramático dessa relação ocorreu com a Seleção de 1982, mais precisamente no dia 5 de julho, quando o Brasil perdeu para a Itália por 2x3 no que ficou conhecido como "A Tragédia do Sarriá". Minhas memórias desse dia são as piores possíveis, inclusive no âmbito familiar.

Com 12 anos de idade, o futebol já tinha me ensinado que esse amor pode muitas vezes machucar. As derrotas mais inexplicáveis que havia sentido, até aquele dia, haviam sido os 2x5 para o Grêmio em 1977 e o 1x4 para o Palmeiras em 1979, ambas sofridas pelo Flamengo em jogos do Brasileirão.

A Seleção Brasileira havia me "proporcionado", em nível de dor, apenas a eliminação na Copa América de 1978 para o Paraguai no Maracanã (2x2 - time-base do Olimpia campeão mundial no ano seguinte) e a derrota para o Uruguai na final do Mundialito de Montevidéu em 1981, considerando que na Copa do Mundo de 1978 a campanha foi invicta e houve a vergonhosa mutreta de Argentina 6x0 Peru.

A derrota para a Itália, ao contrário, simplesmente não entrava na minha cabeça. Lembro-me de que, a cada vitória conquistada pelo Brasil naquela Copa, as pessoas iam para as ruas dançar, sendo aqui em Brasília a comercial da SQS 109 o ponto mais badalado.

A Seleção de 1982 até hoje é reverenciada no mundo inteiro como uma referência de futebol de qualidade. Arrisco dizer que, ao lado da Hungria de 1954 e da Holanda de 1974, foram os três times mágicos que acabaram traídos pela História e pela entidade da Copa do Mundo.

Vejam bem, outros favoritos caíram na História das Copas, mas esses três times, convenhamos, são apontados como os grandes esquadrões que acabaram escorregando na traiçoeira estrada do favoritismo. E a bola adora punir os favoritos, diria Muricy Ramalho.

Depois de 1982, a minha relação com a Seleção Brasileira nunca mais foi a mesma.

***

Torci pela Seleção em todas as Copas seguintes, desde 1986 até 2006. Em 1986 eu estava "anestesiado" por 1982 e completamente envolvido pelo Rock'n'Roll, particularmente, pelo Heavy Metal. As Copas de 1990, 1994 e 1998 tiveram em mim um torcedor mais maduro, com menos expectativas por conta das memórias e cicatrizes do Sarriá. 

Dessas seleções, a que mais gostei foi a de 1998, dirigda por Zagallo num 4-4-2 tradicional, ofensivo, sem as amarras e a enceradeira de 1994. Os jogos contra a Dinamarca e a Holanda foram os meus favoritos. Ali nasceu o meme do Galvão Bueno urrando "Tafareeeeeeeeeeeeellllll!!!!!!!!! Sai! Sai! Sai! Sai que é suuuuuuaaaa, Tafarellllll!!!!!!!!!!!"



Inesquecível.

Em 2002 eu já era pai daquela moça que vocês conheceram no post O Diário de Lima. O time não me encantava tanto, mas as madrugadas tomadas pela Copa do Mundo e os jogos da Seleção foram de muita emoção. Por sinal, foi a última vez que a Seleção Brasileira me emocionou.

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O início do meu distanciamento emocional da Seleção ocorreu na Copa de 2006, com a farra na concentração em Weggis, na Suíça. Treinos abertos, ambiente permissivo e festivo, celebridades, invasões de torcedores no gramado, aventuras noturnas e preparação física precária.

Tudo aquilo que sempre odiei naquele Flamengo que deixamos para trás. Vocês, que generosamente leem os meus posts e comentários, bem sabem disso.

Para piorar a situação, a CBF contratou Dunga para dirigir o time na Copa seguinte, em 2010, na África do Sul. Amigos, na "Era Dunga" eu torci contra do primeiro ao último jogo. Vejam bem, tenho um enorme respeito pelo ótimo volante e capitão da Seleção de 1994, mas tenho absoluto repúdio pelo personagem público e pelo treinador que sempre hostilizou a Geração de 1982.

A partir de então, ocorreu a desconexão total.

Em 2014 eu estava em um bar em Cuiabá (viagem a serviço) e confesso que contive os risos ao ver a Alemanha com a camisa inspirada no Manto Sagrado aplicar 7x1 no time do inefável Luiz Felipe Scolari, campeão de 2002, mas antigo inimigo do Flamengo.

Em 2018 as convocações de Tite (outro velho inimigo) prejudicando o Flamengo me levaram a um estado de ódio que eu só havia sentido quando Dunga dirigia o Escrete Canarinho. Torci contra forte, com gosto, com força, embora menos do que em 2010.

Contudo, em 2022 um fator começou a provocar o arrefecimento desse sentimento de desconexão.

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Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Ah, meus prezados Amigos do Buteco, torcer contra Crias não dá, ainda mais quando são dessa estirpe, com conexão tão profunda com o Mais Querido do Brasil e do Mundo, o Fuderosão das Galáxias, o Clube de Regatas do Flamengo.

Uma Copa do Mundo vencida com o protagonismo de Vinicius Jr. e a titularidade de Lucas Paquetá seria uma vingança deliciosa, para desespero dos detratores, dos hipócritas e dos cretinos, que nada sabem. Seria um cala-boca inesquecível contra a imprensa paulista e toda a torcida arco-íris.

Então, os imprevisíveis caminhos da bola me levaram a voltar a torcer pela Seleção Brasileira. É claro que sem qualquer conexão com a entidade CBF, mas com muita torcida pelos nossos Crias.

Então é isso. Pra frente Brasil! Salve o Paquetop e o Vini Malvadeza!

Foto: Pedro Martins/Socceris

Foto: Shawn Botteril/FIFA via Getty Images

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Tenham uma semana abençoada, repleta de paz.

A palavra está com vocês.

Bom dia e SRN a tod@s.

sábado, 27 de junho de 2026

Hat-Trick do FDS - Tempos de Copa (4)

 

Salve, Buteco! E a frase de hoje é... Abra-te Sésamo! Por quê? Porque a Nefasta (CBF) decidiu, ontem no final da tarde, que abrirá uma janela extraordinária entre os dias 9 e 17 de julho, porém exclusiva para reforços nacionais. Logo, como venho insistentemente frisando em vários textos ao longo deste quase finado primeiro semestre, a segunda janela de registros para transferências (internacionais inclusas) permanece programada para ocorrer entre 20 de julho e 11 de setembro, conforme previsto no Calendário Oficial do Futebol Brasileiro divulgado pela Nefasta ano passado.

O Flamengo mira reforços no cenário nacional?

É o que saberemos em breve. De concreto, temos no momento apenas o silêncio, que tanto pode significar uma prudente e elogiável estratégia de manter sigilo em negociações em curso, como, ao revés, o puro e simples (e odioso) estado de inércia.

Os Amigos do Buteco postam suas fichas em qual alternativa?

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Como ia dizendo a vocês no post Intercâmbio, da segunda-feira passada, louvo esses torneios disputados no verão europeu e as excursões que o Flamengo e outros clubes brasileiros de prestígio faziam disputando uma série de competições amistosas com clubes do Velho Continente.

Na página oficial do clube, temos o registro de várias conquistas dessa natureza nos mais diversos países (não só da Europa), tais como Argentina, Peru, Israel, Marrocos, Tunísia, Equador, Espanha, Alemanha (Ocidental), Itália, Gabão, Angola, Estados Unidos e Malásia.

Faltaram algumas outras, como, por exemplo, o Troféu Dr. Alves de Morais, de jogo único, conquistado com a vitória sobre o Benfica, no Estádio da Luz, em 24 de junho de 1956; o Troféu Sportig Clube de Portugal, conquistado após a vitória sobre o Sporting Lisboa por 3x2, no João Alvalade, em 13 de junho de 1968, e o Troféu Restelo, arrematado com a vitória sobre o Belenenses por 3x2 no Estádio Restelo, em 27 de agosto de 1968.

Muito embora já tenha jogado muitas vezes na Terrinha contra, inclusive, os maiores clubes portugueses, será a primeira vez que o Mais Querido disputará o Troféu do Algarve, que existe desde 2001 e, entre os figurantes internacionais, já contou com clubes como Real Bétis, Sevilla, Middlesbrough, Deportivo La Coruña, Blackburn Rovers, Anderlecht, Athletic Bilbao, Aston Villa, Feyenoord, Paris Saint-Germain (PSG), Newcastle United, West Ham United, Olympiacos, Derby County, Everton, Fulham, Nice, Al-Nassr e Celta de Vigo.

Será a primeira vez que o torneio contará com a participação de clubes sul-americanos, muito bem escohidos nas tradicionais camisas de Flamengo e River Plate.

***

Com esta lista de relacionados, o Mais Querido disputará o Troféu do Algarve iniciando, dentro das quatro linhas, com bola rolando, a preparação para a volta da temporada, o famoso e decisivo "segundo semestre" do calendário.

Chama a atenção a presença de alguns jovens. Sei que o tema já foi objeto de resenha neste Blog, mas gostaria de dar aqui o meu pitaco realçando a chance que Rayan Lucas e Lorran ganharão ao serem incorporados ao elenco.

Em que pese se tratar de jovens de inegável talento, parece faltar em ambos aquela chama que caracteriza os vencedores no Velho Esporte Bretão. Rayan teve um início elogiável no Sporting Lisboa, para depois cair brutalmente de rendimento. E Lorran teve seu talento reconhecido em diversas entrevistas do treinador Gillardino, do Pisa, mas com a ressalva justamente quanto à falta daquele algo mais na parte, digamos, motivacional.

Conseguirá o Calvo despertar nesses jogadores o que é preciso para vencer com o Manto Sagrado? Conseguirá o nosso estimado "Garoto Sensodyne" reposicioná-los no mercado europeu? Ou será que eles regressarão ao Brasil para fazer o famoso "Circuito Nordeste" ou algo do gênero, descendo de patamar (e divisões) para carreiras de pouco brilho?

Cenas dos próximos capítulos, que incluirão, por óbvio, as investidas (?) do nosso "Sorriso Colgate" no mercado. Olha a janela chegando aí, gente!

***

A palavra está com vocês.

Bom FDS e SRN a tod@s.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Coluna do Carlos César: Resenha a Varejo 24/6/2026

 


Olá, Buteco!

Sigamos com as resenhas, enquanto o Mengão vai treinando no Ninho do Urubu, em preparo para a viagem a Portugal e para a segunda metade desta temporada.


Situação do Mengão Sub-20 no BR26 e Viagem a Portugal

No dia 20, sexta-feira passada, foram disputados todos os jogos da décima sétima rodada da fase classificatória do BR26 Sub-20.

Nossos garotos empataram com o São Paulo em Cotia, num jogo em que o gol do tricolor paulista resultou de um pênalti inventado pelo juiz da partida, porque a falta foi feita fora da área.

O Flamengo empatou com um bonito gol do Josmar, centroavante já escalado para viajar com a delegação que vai a Portugal, mas os demais resultados foram desfavoráveis para o Mengão, que terminou a rodada em décimo, fora do Z8.

Essa situação reforça, a meu ver, a conveniência de dar-se prioridade à preparação para a viagem dos jovens bem avaliados e a colocação, em segundo plano, da disputa pela difícil classificação para o mata-mata do BR26 da categoria.

Como disse Camões n’Os Lusíadas, “cessa tudo quando a antiga musa canta e um valor mais alto se alevanta”.

O valor mais alto, agora, é a grande oportunidade de avaliação e possível integração de garotos ao elenco profissional, sob o comando do treinador Jardim.

Espero que ela seja bem aproveitada pelo Flamengo.

Bap e o balanço do primeiro semestre de 2026

O presidente Bap fez apresentação ao Conselho do Flamengo, prestando contas quanto à situação das finanças e dos projetos do clube no final do primeiro semestre deste ano e informando os conselheiros quanto aos planos para o restante de sua gestão.

O endereço do vídeo completo, produzido pela Flamengo TV, está postado a seguir, mas ainda não consegui vê-lo, por ser muito longo.

https://www.youtube.com/watch?v=JaTjnNlEqCQ

O que consegui ver foram alguns cortes já publicados, nos quais há muitas informações impressionantes sobre o quanto pode ser transformadora a gestão Bap.

A leitura mais superficial que faço é que ele e a equipe devem estar trabalhando muito, porque há ações ousadas e transformadoras em diversos campos.

Penso em tentar produzir um post a respeito, mas corri da raia por enquanto, por ser um trabalho que exige muito tempo e disposição.

Vejo o presidente fazendo um grande trabalho de estruturação do Flamengo, algo que vai muito além do futebol e, melhor ainda, ele parece ter a competência necessária para fazer o que se propõe, a julgar pelo domínio que demonstra quando fala dos desafios com que lida na gestão do clube.

Somos uma Nação com diferentes reações à gestão do Flamengo, mas entendo que temos razões para otimismo no médio e longo prazos.

No curto prazo, temos a pressão permanente por títulos e, como consequência, por evolução constante do elenco.

Há pressão agora e sempre haverá porque, como comentei no post “A Busca da Excelência”, de 04/06/26, a excelência é perecível.

É relevante considerar que, por ser a excelência perecível, sua busca deve ser uma combinação de atitude e de prática permanente, seja porque os adversários evoluem e nos impõem novas exigências de qualificação, seja porque as qualificações do elenco decaem com o tempo (por exemplo, por envelhecimento ou venda de jogadores importantes e por saída de um treinador vencedor, caso de Jorge Jesus).”

Por estarmos vivendo uma daquelas pausas do futebol de clubes em que o noticiário sobre o Flamengo fica muito contaminado por caça-cliques sobre contratações, fica difícil sabermos o que realmente vem por aí, mas o Bap se mostra tranquilo nas entrevistas em que fala do assunto e parece não ter tanta pressa quanto nós.

O melhor a fazer é esperarmos a realidade da próxima janela, que só será efetivamente aberta em julho.

Minha torcida é para que, ao final dela, nosso elenco tenha subido alguns degraus em qualidade e, se possível, descido alguns em média de idade.

No que diz respeito aos planos de médio e longo prazos, minha maior preocupação é a proposta de reforma do estatuto que o Bap apresentou e que vai tentar aprovar, voltada para a profissionalização da gestão de todo o clube, inclusive do futebol, claro.

Se eu conseguir produzir um post a respeito da apresentação, tentarei me aprofundar mais no tema do estatuto, que considero uma grande casa de marimbondos e que já vem sendo tratado por alguns youtubers rubro-negros.

Mauro Cesar Pereira até entrevistou o Bap a esse respeito, mas ainda não vi a entrevista, que o MCP informou estar no seu blog, no UOL.

Nesse tema, que é bastante desafiador, eu digo: OREMOS!!!


Já que o assunto é Copa do Mundo...

Já contei isso aqui, mas, em tempos de falta de assunto, vou apelar para um replay, porque alguns de vocês não devem ter visto um rap que fiz há vinte anos.

Hoje em dia, numa gentileza do Rocco e do Gustavo, escrevo no Buteco, mas antigamente eu enchia o saco dos meus amigos escrevendo e-mails sobre futebol.

Poucos dias antes da copa de 2006, “baixaram em mim” alguns versos em forma de rap. Foi uma espécie de download, numa viagem de metrô.

Aí, eu mandei para os amigos uma profecia, num tempo distante em que o Brasil ainda chegava às copas como favorito.

Direto do túnel do tempo, segue o texto de 2006, finalizado com o rap “Esse tal de hexa”:

Agora, vou fazer minha profecia (tomara que eu seja um péssimo vidente): Essa Copa tá me cheirando a 66 e a 82.

Em 66, a gente só foi lá buscar a taça, o time tinha um monte de craques e éramos tão favoritos quanto agora. Voltamos na primeira fase.

Em 82, era um tal de voa, canarinho, voa, mostra pra essa gente que eu sou rei, éramos favoritos e voltamos pra casa muito mais cedo do que esperávamos e do que seria justo.

Agora, a situação é parecida. Temos um plantel muito bom, mas o clima de já ganhou tá no ar.

Com 66, temos, também, uma semelhança muito preocupante.

Como a Copa “estava ganha” e só estávamos indo lá porque era preciso fazer isto para buscarmos a taça, levamos alguns medalhões que já não jogavam a mesma bola, mas não podiam ficar de fora da festa.

Um Garrincha decadente não deixou vaga para o jovem Jairzinho que, em setenta, seria o Furacão da Copa. Djalma Santos, em final de carreira, foi à Inglaterra, enquanto Carlos Alberto Torres, no auge da forma, foi cortado e nem viajou. Bellini, capitão de 58, foi lá para erguer a taça, acompanhado de Orlando, seu parceiro de zaga na Suécia. Ganhamos uma, perdemos duas e voltamos pra casa.

Agora, numa atitude que, para mim, é uma repetição do erro de 66, estamos apostando que os campeões de 2002 conseguirão chegar bem à Alemanha. A meu ver, há risco nisso. Cafu e Roberto Carlos estão mal e não há por que imaginarmos que estarão ótimos na Copa. No Ronaldo, eu ainda aposto umas fichas, mas não muitas, porque está jogando pouco.

Além disso, o Emerson virou titular intocável, o que, para mim, significa uma escolha equivocada (eu não gostava do futebol dele).

Por tudo isso, até comecei a fazer um rap, que envio a vocês em estado bruto, sem retoques e sem acabamento, do jeito que me veio à mente, durante uma viagem de metrô. Tomara que eu seja um vidente bem caolho.

Diz assim:

ESSE TAL DE HEXA

Não sei se é um novo tempo ou um retrocesso,

Não sei se é um certo enjoo do sucesso,

Mas não sei, não...

Quando vejo, na TV, os nossos craques

Anunciando os mais diversos badulaques,

Me dá uma sensação de “deja vu” (lê-se dejá vi)

De que esse filme eu já vi

Em meia-meia e em oitenta e dois

A gente só foi lá buscar a taça,

Jogar, um passatempo. O tempo passa,

Mas a lembrança da tristeza, não

Brasil, o mais bonito, o mais dotado,

Mas jogo só se ganha no gramado

Não nos anúncios da televisão

Timaço, a gente tinha e tem agora

Mas tanta festa assim, antes da hora,

Me faz lembrar de outros “carnavais”

Jogar, só pra cumprir os rituais,

Ninguém ia fazer o papelão

De nos tirar das marchas campeãs

Mas uma tal de Hungria, na Inglaterra

E aquele Paolo Rossi, que não erra,

Tornaram nossas festas coisas vãs.



Sei não, mas acho bom ficar esperto,

Vitória antes da hora é furo certo,

Melhor ficar ligado, na Europa

Ganhar a gente pode, isto é verdade

Mas vamos de sandálias da humildade,

Senão a gente dança, nesta Copa.



Vivemos outros tempos.

Diferentemente de 2006, o nosso elenco está longe de ser o melhor da Copa de 2026 e, pra piorar, não tem mostrado bom padrão tático e bom entrosamento, dependendo demais, até agora, da inspiração do cria Vini Jr., decisivo nas duas primeiras partidas da nossa seleção no grupo C, que será concluído hoje.

Pouco antes do início do jogo contra o Haiti, previ que o Brasil faria um primeiro tempo ruim e que, no segundo, no desespero, Carleto faria substituições mais ousadas.

Deu-se o inverso: no primeiro tempo, a seleção jogou bem e fez 3 a 0; no segundo, reduziu muito o ritmo e empatou em 0 a 0. Com o Haiti!!! Uma inegável baba!!!

Então, não vou fazer previsões, mas a classificação para a próxima fase é provável, porque o modelo atual da copa classifica trinta e duas das quarenta e oito seleções participantes.

Consequentemente, o Brasil do Carleto só não se classificará se conseguir ser uma das dezesseis piores seleções da copa.

Não curto o futebol da seleção atual, mas acho difícil que ela chegue a esse ponto.

No que diz respeito aos nossos jogadores, isso significa que Danilo, Léo Pereira, Alex Sandro e Paquetá devem demorar a voltar e não sei como o clube lidará com eles, quanto à reposição de férias pendentes.

No caso dos jogadores Varela, De La Cruz, Arrascaeta e Plata, cujas seleções podem não passar para a próxima fase, o William Godoy informou que, se isso acontecer, eles entrarão em férias imediatamente e só se apresentarão para treinamentos após o período de descanso que lhes for concedido.


Lamentando, Resmungando e Elogiando

Enquanto França e Senegal estreavam na Copa do Mundo, a ESPN teve a boa ideia de reprisar o jogo Flamengo 3, Cuzco 0, pela última rodada da fase de grupos da Liberta 2026.

Aliviou minha crise de abstinência de Mengão e me permitiu enxergar coisas que não tinha visto na noite do jogo.

Daí que me ocorreu esse capítulo do post, todo inspirado pelo jogo Flamengo e Cuzco.

Lamentando: É pena que, por aparente falta de motivação de um e por falta de boas condições físicas do outro, o Flamengo não consiga aproveitar bem o futebol de LA e Nico.

Não fossem essas limitações, seriam dois jogadores capazes de contribuir muito. Um elenco forte precisa de bons reservas e, em boas condições, eles seriam, no mínimo, ótimos reservas.

Nesse sentido, houve algum acerto nas apostas feitas nos dois jogadores. Em teoria, poderiam ajudar muito mais. Na prática...

Consta que Luiz Araújo deve sair, porque a proposta de divórcio é antiga e a vontade do jogador parece irreversível.

Nico fez uma tentativa de tratamento inovador no início da temporada, no Uruguai, e eu o vejo mais desenvolto em campo. Será que há alguma esperança de solução?

Resmungando: Fazer a melhor campanha da fase de grupos da Libertadores garante decidirmos em casa nos mata-matas, mas seria justo que o cruzamento das oitavas fosse feito com o pior segundo colocado.

Como não somos bons de sorteio, pegamos logo o Cruzeiro, um dos mais fortes adversários do pote 2, talvez o mais forte.

A sorte vive colocando montanhas mais altas pra gente subir do que as dos nossos concorrentes.

Elogiando: Gosto da flexibilidade com que o treinador Jardim vê o futebol de cada jogador. Lino já foi posicionado em diferentes lugares do ataque e joga com muita liberdade de movimentos. De La Cruz não é visto apenas como volante. Paquetá também não. E isso é feito com naturalidade, sem qualquer “solenidade”. Simplesmente ele dá funções diferente aos jogadores em determinado momento do jogo, eles rendem bem e c’est fini.

Se alguém quiser seguir o meu exemplo, fique à vontade para lamentar, resmungar ou elogiar.

Saudações Rubro-Negras!!!

Carlos César Ribeiro Batista