sábado, 29 de setembro de 2012

Fla x Flu 2/2.2012

Ainda sob alguns efeitos positivos do jogo da última 4a feira, em que o Flamengo finalmente jogou como FLAMENGO, enfrentaremos amanhã o time do Laranjal.

Infelizmente, tenho pouca esperança de que seremos agraciados com um verdadeiro e digno Fla x flu, porque a  máxima não escrita, mas tacitamente combinada e praticada do "jogar e deixar jogar" foi criminosamente rasgada, picotada e sepultada pelo Abelão calcinha, justamente no clássico centenário (1/2.2012). Se apelou pro anti-futebol naquele que deveria ser um jogo histórico, não apenas pela data, mas sobretudo pelo futebol jogado, com bem mais razão fará o mesmo no duelo próximo, até porque se deu conta de que pode ganhar campeonato de pontos corridos jogando dessa forma horrorosa. Lamentável o que esses retranqueiros, cagões, covardes e medíocres treineiros fazem, simplesmente nos furtando o prazer de assistir clássicos e jogos épicos, como aquele inesquecível Santos e Flamengo na Vila, em que a máxima aludida vigorou plenamente.

O importante é saber que os portadores esquisitões de calcinha jogarão no contra-ataque, contando com a habilidade individual das meninas devidamente compradas e remuneradas pela Unimed Credicard sem limites. O Deco bem que poderia sofrer uma marcação semelhante a que sofreu o dentuço, mas minha preocupação reside também naquele anão veloz, que atende pelo nome de Wellington Nem e que a princípio deve ser marcado pelo Ramón, justamente um dos elos fracos do nosso time. Leo Moura, faça o favor de ajudá-lo, mas ajudá-lo meeeeesmo e por 90 minutos, não 45.

Outra grande preocupação é quem vai substituir o Cáceres. Como o Dorival liberou o rachão, ao invés de treinar o time com o substituto, ninguém sabe ainda quem será o Neo (o escolhido). Acho que nosso sucesso no clássico passa pela correta escolha do cidadão em questão. São Judas Tadeu, ilumine o Dorival!

O fundamental é tentar repetir o modus operandi, o jeito de jogar do último jogo, coração na ponta da chuteira, raça, vontade, marcação cerrada, faca nos dentes e obsessão monstruosa pela vitória. Nesse ponto, a Magnética também é essencial e terá a responsabilidade de inflamar o time, como realizou de forma exemplar no jogo contra o Patético mineiro.

Ah, Wellington por Wellington, sou mais o nosso, torcedor da geral, raçudo, humilde, voluntarioso e que respondeu a ameaça do vigarista Pierre com um definitivo "não tenho medo de porrada, aqui é Flamengo". Que ele repita as últimas excelentes atuações.

Vamos Nação, vamos Mengão!


No coração da bateria, torcida vaiando a entrada do grêmio.

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Final do jogo, torcida cantando o Hino...de arrepiar!

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Obs. Dna. Patrícia Amorim, desejo apenas que sua candidatura, que por si só já é ultrajante, grosseira e ofensiva, naufrague de forma retumbante. Já passou da hora da sra. vazar do CRF. O prejuízo de sua gestão é gigantesco e imoral.